<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>passianotto</title><description>passianotto</description><link>https://www.passianotto.com/blog</link><item><title>Quem nunca? 6 frases que todo mundo deveria evitar em uma DR</title><description><![CDATA[Todo casal normal briga de vez em quando. Farpas surgem dos dois la dos e, quando a gente vê, já falou um monte de coisas só de raiva, com palavras nem um pouco amigas. É dureza, mas vale ter cuidado com o que vai falar nessa hora -- algumas frases podem causar mágoas profundas e ajudar a naufragar a relação, em vez de salvá-la. Pior: não vão resolver na-da. Veja alguns exemplos: 1. “Meu ex não fazia desse jeito!” Vamos combinar que não é nada inteligente jogar isso na cara de alguém. Afinal, se<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_ebaf529a64134ff5b8c02ec1f6386cb1%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Portal Estilo UOL</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/07/10/Quem-nunca-6-frases-que-todo-mundo-deveria-evitar-em-uma-DR</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/07/10/Quem-nunca-6-frases-que-todo-mundo-deveria-evitar-em-uma-DR</guid><pubDate>Mon, 10 Jul 2017 18:22:33 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_ebaf529a64134ff5b8c02ec1f6386cb1~mv2.jpg"/><div>Todo casal normal briga de vez em quando. Farpas surgem dos dois la dos e, quando a gente vê, já falou um monte de coisas só de raiva, com palavras nem um pouco amigas. É dureza, mas vale ter cuidado com o que vai falar nessa hora -- algumas frases podem causar mágoas profundas e ajudar a naufragar a relação, em vez de salvá-la. Pior: não vão resolver na-da. Veja alguns exemplos:1. “Meu ex não fazia desse jeito!” Vamos combinar que não é nada inteligente jogar isso na cara de alguém. Afinal, se o ex fosse muito incrível, ainda estaria aí. Mesmo que o objetivo seja fazer uma crítica que faça o outro mudar ou melhorar alguma coisa, comparações podem criar insegurança à toa. Esta frase pode afetar a autoestima de quem a ouve, além de gerar reações defensivas ou agressivas. Ou seja...2. “Nunca mais quero te ver!”</div><div> Dita da boca para fora, é típica de quem está com raiva. Se a ideia é dizer que vai embora só porque quer mudar a situação, esqueça: a frase pode ser encarada como falta de vontade para resolver o assunto. Use-a só se estiver decidida de verdade.3. “Você não serve para nada mesmo!&quot; A DR é normal na vida do casal. Mas falar coisas que desqualifiquem o outro pode ser bem destrutivo. Ou você quer dar margem a mais dor, mágoa, raiva e agressividade?4. &quot;Por sua causa eu não fiz o que eu queria!&quot;</div><div>Não adianta botar a culpa no outro. Somos grandinhas e responsáveis por nossas escolhas, certo?5. &quot;Nossa, como você é infantil!&quot; Mesmo que o boy queira atenção e aja como um bebê mimado, ninguém gosta de ser tratado como criança - como se não tivesse maturidade para resolver um problema.6. “Queria que fosse como no início do nosso namoro!” Ah, jura? E tem como? Querer que tudo seja como no começo é uma fantasia. Afinal, o relacionamento molda as pessoas.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>8 maneiras de turbinar o sexo em uma relação longa</title><description><![CDATA[A rotina, a correria do dia a dia e até a sensação de conforto que a intimidade proporciona ao longo dos anos podem acabar com o encanto de qualquer relação duradoura. Para reacender o fogo da paixão, basta adotar algumas mudanças simples, mas com bons resultados, na vida a dois. Veja algumas ideias: 1. Excitar o olhar um do outro Usamos todos os nossos sentidos para a erotização, mas não dá para negar o quanto valorizamos a visão. É preciso buscar atiçar a visão do outro e tornar o que o outro<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_28a205ac18bd47e386ae332d37bc0baf%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Portal Estilo UOL</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/07/10/8-maneiras-de-turbinar-o-sexo-em-uma-rela%C3%A7%C3%A3o-longa</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/07/10/8-maneiras-de-turbinar-o-sexo-em-uma-rela%C3%A7%C3%A3o-longa</guid><pubDate>Mon, 10 Jul 2017 18:15:11 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_28a205ac18bd47e386ae332d37bc0baf~mv2.jpg"/><div> A rotina, a correria do dia a dia e até a sensação de conforto que a intimidade proporciona ao longo dos anos podem acabar com o encanto de qualquer relação duradoura. Para reacender o fogo da paixão, basta adotar algumas mudanças simples, mas com bons resultados, na vida a dois. Veja algumas ideias:</div><div>1. Excitar o olhar um do outro</div><div> Usamos todos os nossos sentidos para a erotização, mas não dá para negar o quanto valorizamos a visão. É preciso buscar atiçar a visão do outro e tornar o que o outro vê como objeto de desejo. “Poses, olhares, sorrisos insinuantes, provocar com partes do seu corpo que você sabe que chamam a atenção... tudo vale”, indica o psicoterapeuta e terapeuta de casais Luciano Passianotto, de São Paulo (SP). Saber expressar seu desejo com o olhar é profundamente excitante. Em relações duradouras, muitas vezes nem se repara muito no outro no do dia a dia. Achar um tempo para investir no resgate desse artifício de sedução pode trazer excelentes resultados.2. Tomar longos banhos juntos Um bom banho proporciona relaxamento e intimidade, dois fatores importantes para um momento especial. Sob o chuveiro ou na banheira, o par tem a chance de explorar e estimular áreas do corpo que, na cama, são negligenciadas. Esponjas macias e produtos como sais ou sabonetes aromáticos tornam a ocasião ainda mais gostosa. “É um momento ótimo para deixar as sensações aflorarem, explorar outras formas de contato que não a verbal e redescobrir o corpo do par com as mudanças que o tempo traz”, observa Marcelo Lábaki Agostinho, psicólogo e psicanalista do IP-USP (Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo).3. Surpreender no dia a dia O casal deve curtir os detalhes, de forma a evitar que as preocupações e a correria do dia a dia permeiem todo o relacionamento. “Uma surpresa, uma mensagem instigante no celular, um jantar diferente sem motivo, elogios, beijos, tudo o que possa adoçar ou apimentar a rotina é importante”, diz Luciano Passianotto. Viver com leveza e bom humor e prestar atenção aos detalhes é fundamental. Em vez de só caprichar na arrumação do lar quando surge alguma visita, que tal manter sempre a cama com lençóis bonitos e cheirosos? “Uma mesa bem arrumada para o jantar, uma florzinha, taças bonitas para tomar um bom vinho durante a semana e uma música suave podem fazer a diferença. Uma casa bonita e arrumada eleva o astral do casal”, diz a psicóloga e terapeuta de casais Carmen Cerqueira Cesar, da capital paulista.4. Recriar o clima de conquista Pode parecer clichê, mas funciona, já que qualquer relacionamento se nutre com gestos de atenção, carinho e, principalmente, ações de sedução. “Procurar um restaurante novo, voltar àquele lugar que tem ligação com a história do casal, colocar uma roupa bonita e propiciar um jantar, criando um clima de namoro e de conquista, são atitudes que ajudam”, afirma a psicóloga Adelsa Cunha, organizadora do livro “Por todas as formas de amor” (Ed. Ágora).5. Parar de se comparar aos solteiros Ficar de olho na grama do vizinho é garantia de frustração, pois tendemos a valorizar o que nos falta. “Se os comprometidos reclamam da falta de liberdade e da vida monótona, os solteiros se ressentem da falta de companhia fixa e de não ter alguém ao lado para compartilhar alegrias e tristezas”, conta Adelsa. Comparar-se aos outros e alimentar expectativas só aumenta a insatisfação. “Reflita e reforce que a decisão de estar num relacionamento estável é sua. Não se deve comparar uma relação a outras, quem dirá à vida de quem está sem nenhum vínculo amoroso”, completa a psicóloga. Marcelo questiona: “Será que se comparar aos solteiros não é idealizar um momento que ficou para trás? É essencial lembrar que cada fase tem delícias e dificuldades e valorizar as circunstâncias atuais. Se na vida a dois há conflitos, há também a construção de uma relação e de uma história, com tudo de bom e ruim que isso implica”, diz.6. Deixar os problemas de lado De acordo com a psicóloga Adelsa Cunha, o sexo é, antes de tudo, entregar-se. Mas como se deixar levar pensando em coisas que trazem sensações ruins? &quot;Temos o resto da casa e do dia para falar de problemas. Na hora de se curtir, que eles fiquem de fora!”, declara a especialista. Não se concentrar no sexo não vai fazer com que os boletos atrasados sejam pagos -- melhor relaxar e aproveitar. E, para o terapeuta Luciano Passianotto, o quarto do casal deve ser sagrado. “Os dois devem relacionar o local aos momentos que passam juntos, de prazer. A melhor forma de fazer isso é eliminar distrações. Laptop, celular, trabalho, livros e TV são altamente prejudiciais na cama”, afirma.7. Evitar que o cansaço vença Para Luciano, essa é a desculpa mais frequente de quem não prioriza o outro em um relacionamento. “Existem ocasiões com demandas importantes, mas se deve tratar o momento com o par da mesma forma que se executa um trabalho importante ou se comparece a um compromisso incancelável”, afirma o psicólogo. Por outro lado, o psicanalista Marcelo considera importante perceber e compreender que o outro está cansado devido a muitos afazeres. “Isso pode ajudar o casal a impedir que o cansaço seja o vencedor da relação. Pode ser que fique mais fácil ajudar o outro a ficar menos sobrecarregado, propondo novas formas de conduzir a rotina”, explica.</div><div>8. Investir no toque Ternura e delicadeza são fundamentais para alimentar a relação. Ninguém precisa ficar se beijando loucamente como no início do romance, mas o contato físico precisa ser alimentando para não se tornar “irmãozinhos”. “Para melhorar a proximidade emocional, o casal deve voltar a se tocar. A iniciativa facilitará uma relação sexual deliciosa. Pode ser um beijo ao acordar, antes de sair e sempre que se encontrarem, andar de mãos dadas ou mesmo abraçados, fazer um carinho nas costas quando o par passar pelo corredor ou na cozinha, coisas assim. Todo gesto físico que demonstre afeto deve ser feito sempre&quot;, sugere Carmen.</div><div>Ver artigo original publicado <a href="https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/04/12/8-maneiras-para-turbinar-o-sexo-em-uma-relacao-longa.htm">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>No amor, por que tanta gente só dá valor ao outro depois que o perde?</title><description><![CDATA[Todo mundo conhece histórias de pessoas que, tempos depois de terem colocado um ponto final no relacionamento, se arrependeram da decisão e tentaram reatar. A distância física e emocional ajuda a ver as coisas com mais clareza, mas não é só isso que está por trás da mudança de opinião, segundo especialistas. Para Luciano Passianotto, terapeuta de casal do Cinapsi (Centro Integrado de Neuropsicologia e Psicologia), de São Paulo (SP), há, também, uma outra perspectiva das circunstâncias. "E essa<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_8cfbdaa0244a4a238d39d8889a77f0dc%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Portal Estilo UOL</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/07/10/No-amor-por-que-tanta-gente-s%C3%B3-d%C3%A1-valor-ao-outro-depois-que-o-perde</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/07/10/No-amor-por-que-tanta-gente-s%C3%B3-d%C3%A1-valor-ao-outro-depois-que-o-perde</guid><pubDate>Mon, 10 Jul 2017 18:09:25 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_8cfbdaa0244a4a238d39d8889a77f0dc~mv2.png"/><div>Todo mundo conhece histórias de pessoas que, tempos depois de terem colocado um ponto final no relacionamento, se arrependeram da decisão e tentaram reatar. A distância física e emocional ajuda a ver as coisas com mais clareza, mas não é só isso que está por trás da mudança de opinião, segundo especialistas. Para Luciano Passianotto, terapeuta de casal do Cinapsi (Centro Integrado de Neuropsicologia e Psicologia), de São Paulo (SP), há, também, uma outra perspectiva das circunstâncias. &quot;E essa nova perspectiva pode levar a enxergar que nem toda a culpa estava no outro, que poderia ter tido mais tolerância ou agido de forma diferente em algum momento específico&quot;, explica. Caso essa percepção se some a uma insatisfação com a vida atual, é comum olhar para trás e se dar conta de que se sentia mais feliz antes do que agora, sem ninguém. Para a psicóloga Lígia Baruch, mestre e doutoranda em Psicologia pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), não podemos esquecer que o ser humano está sempre em busca de algo que lhe falte, seja um novo bem de consumo, um emprego, um relacionamento ou uma mudança no seu parceiro. &quot;Há sempre alguma insatisfação que, quando se resolve, só dá lugar à outra busca. E quanto mais imatura e inquieta a pessoa for, mais está suscetível a entrar nesse jogo de insatisfação e busca, que é interminável&quot;. A fantasia e a idealização, tão inerentes às relações amorosas, também contribuem para o arrependimento. &quot;Estar comprometido sempre parece mais interessante para os solteiros. E vice-versa&quot;, diz Lígia. Se o início de um relacionamento é uma decisão conjunta, a decisão pelo fim, normalmente, parte de um dos dois, mesmo quando ambos estão aparentemente em acordo.Reverter é possível Admitir que tomou uma resolução equivocada e confessar os sentimentos, sem dúvida, é melhor do que curtir uma dor de cotovelo regada à frustração. Entretanto, é necessário tato e bom senso para fazer isso e, principalmente, desvincular a exposição de sentimentos da possibilidade de retorno. Nem sempre a outra parte estará disposta a aceitar as justificativas e retomar o romance, mesmo porque pode ter conhecido outra pessoa –</div><div>aliás, não é raro que o fato de o antigo amor ter encontrado alguém sirva de motivação para arrependimentos tardios. Também é bom ter em mente que a outra pessoa possa ter encarado o rompimento como algo egoísta, e que o desejo de retorno possa ser visto como outra demonstração de egoísmo. &quot;Ao expor seus sentimentos, esteja ciente que o abandono machuca e prepare-se para uma retaliação sentimental&quot;, diz Luciano. O especialista afirma, ainda, que se você sabe que ama uma pessoa e está pensando em separação por conta de algo que não está dando certo, certifique-se de que o problema entre os dois é realmente irreversível, para evitar futuras decepções.</div><div>Não se precipite De acordo com a psicóloga Marli Kath Sattler, coordenadora do Domus – Centro de Terapia de Casal e Família, de Porto Alegre (RS), todo casal tem seu ciclo de vida, que começa com o apaixonamento. Nessa fase, cada um se esforça para apresentar o seu melhor e quer enxergar o melhor no outro, também. A segunda etapa é caracterizada pela tentativa de ambos se diferenciarem e se desvincularem do “nós”. “É um período de questionar a relação, há um olhar negativo sobre o relacionamento e sobre o outro. Superado esse momento, vem a época de estabilidade. Um pode até não gostar de certas coisas no outro, mas gosta dele”, explica a psicóloga. A questão é que muita gente decide romper ainda na segunda fase, sob o peso do estranhamento.  “Há um fenômeno que costumo chamar de ‘demonização do parceiro’ durante a separação. Se isso ocorre, é comum que as pessoas revejam suas escolhas tempos depois, mesmo que isso demore meses e até anos&quot;, conta Ailton Amélio da Silva, psicólogo, autor dos livros &quot;Relacionamento Amoroso&quot; (Publifolha) e &quot;O Mapa do Amor&quot; (Editora Gente) e professor do IP-USP (Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo).</div><div> Em suma, refletir sobre a situação do casal, e sobre os sentimentos que um nutre pelo outro, antes de romper uma relação é a maneira mais eficaz de evitar arrependimentos.</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2014/08/13/no-amor-por-que-tanta-gente-so-da-valor-ao-outro-depois-que-o-perde.htm">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Contar ou não uma traição? Veja quando é melhor guardar segredo</title><description><![CDATA[Qualquer casal não está imune a passar pela experiência da traição. Depois vem o dilema: contar ou não, eis a questão? Antes de decidir, é importante fazer um exercício de autoconhecimento –com honestidade– para identificar o que realmente está por trás da vontade de confessar tudo. É preciso se situar para depois tentar situar o outro em uma conversa franca. "Em alguns casos, a traição ocorre justamente pela falta de conhecimento sobre si mesmo, sobre o parceiro ou sobre a relação, na busca de<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_5df48f23ab4e49b39df5d9ad652b6ed2%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_325/c3b70d_5df48f23ab4e49b39df5d9ad652b6ed2%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>​Heloísa Noronha​, ​Do UOL</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/07/06/Contar-ou-n%C3%A3o-uma-trai%C3%A7%C3%A3o-Veja-quando-%C3%A9-melhor-guardar-segredo</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/07/06/Contar-ou-n%C3%A3o-uma-trai%C3%A7%C3%A3o-Veja-quando-%C3%A9-melhor-guardar-segredo</guid><pubDate>Thu, 06 Jul 2017 20:44:12 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_5df48f23ab4e49b39df5d9ad652b6ed2~mv2.jpg"/><div>Qualquer casal não está imune a passar pela experiência da traição. Depois vem o dilema: contar ou não, eis a questão? Antes de decidir, é importante fazer um exercício de autoconhecimento –com honestidade– para identificar o que realmente está por trás da vontade de confessar tudo. É preciso se situar para depois tentar situar o outro em uma conversa franca. &quot;Em alguns casos, a traição ocorre justamente pela falta de conhecimento sobre si mesmo, sobre o parceiro ou sobre a relação, na busca de uma satisfação que parece difícil de se obter com quem está&quot;, declara o psicólogo Luciano Passianotto, terapeuta de casal do CINAPSI (Centro Integrado de Neuropsicologia e Psicologia), de São Paulo (SP).</div><div>Compreender se está na relação correta, se falta dedicação, afinidade ou intimidade entre os dois ajuda a decidir como lidar com a situação. Assim como analisar e assumir o que motivou a escapadela, pois existem inúmeros fatores para alguém cometer uma infidelidade.</div><div>Exemplos? Não conseguir ser fiel por causa da própria natureza, não encarar a traição como um problema ou algo &quot;errado&quot;, para machucar o outro, para se vingar, para agredir a si mesmo, por insegurança, para reafirmar o poder de sedução, porque surgiu uma oportunidade durante uma crise do casal, porque sentiu vontade, curiosidade, necessidade de ter uma experiência fora da relação.</div><div> São inúmeras as motivações. De acordo com Sandra Monice, psicóloga do Espaço Triskell de Psicologia e Psicanálise, de São Caetano do Sul (SP), ao avaliar o que provocou o episódio, podemos ter a dimensão não apenas dos motivos e obstáculos da vida a dois que nos impeliram a trair, mas, também, da medida dos nossos valores, sentimentos, medos e responsabilidades enquanto indivíduos. &quot;Vale questionar: quais os sentimentos que moveram a ação? O desejo por outra pessoa representa uma fuga acidental do atual relacionamento ou estamos resistindo a encarar que não estamos felizes com nossas escolhas?&quot;, diz. Trata-se de uma questão envolve inúmeros aspectos como fidelidade, integridade, caráter, exposição de sentimentos, preservação da moral do parceiro e do relacionamento. “Valores éticos e morais à parte, o ponto crucial é analisar se essa revelação vai efetivamente mudar o rumo das coisas para melhor ou para pior. Contar a verdade pode ter várias consequências: alívio da culpa por mentir e ser desleal, revolta do parceiro, ou trazer à tona questões que realmente devem ser consideradas para melhorar a relação”, diz a psicóloga Raquel Fernandes Marques, de São Paulo (SP).Contar acrescenta algo à relação? Na opinião da psicóloga e psicoterapeuta Lourdes Uhlig, de São Paulo (SP), para muita gente, contar ou não sobre a traição tem a ver somente com a necessidade de dividir o fardo da culpa que não está conseguindo carregar sozinho. &quot;Muitos se dizem arrependidos e depois tornam a repetir o ato”, fala.</div><div>Sandra lembra que a culpa costuma ser uma motivação poderosa, porque muitas vezes a traição não passou de um impulso momentâneo e o remorso pelo ocorrido tende a ser uma constante. “Em outras ocasiões, a ideia de contar é fruto do sentimento de não estar sendo devidamente valorizado na relação e do desejo de castigar o par, provando que ainda pode conquistar outras pessoas&quot;, diz.</div><div>O medo de que a traição seja descoberta e a dificuldade em lidar com o segredo por causa da culpa e do remorso também podem disparar o gatilho da revelação. &quot;Culpa é o mal-estar causado pela constatação de que infringimos uma barreira moral. Remorso é vivenciar essa culpa repetidamente, a ponto de se transformar num comportamento que começa a atrapalhar as atividades da vida diária, como alterações do sono, perda de apetite, entre outras, podendo se transformar em um tormento&quot;, diz Sandra. Contar, então, vira uma estratégia de sobrevivência, pois há o risco de o segredo não revelado virar um fantasma que passará a acompanhar todos os momentos a dois.Mudanças no relacionamento  É importante abrir o jogo quando o casal combinou ser transparente em tudo, pois o ditado &quot;o que os olhos não veem, o coração não sente&quot; não cabe em um relacionamento que se pretende construir em bases sólidas, com respeito. &quot;Se a amizade do casal é profunda e pode aguentar os trancos da vida real, também considero essencial falar o que houve. São casais com suporte emocional da relação, que vão contornar a crise e tentar entendê-la, mesmo que doa, porque desejam ficar juntos e pretendem crescer com isso. Nesses casos, não revelar é que passa a ser a verdadeira traição, e não a própria aventura em si. Esse é o sentido da tão falada lealdade. E muita gente considera mais importante ser leal a ser fiel&quot;, diz a psicoterapeuta Carmen Cerqueira Cesar. Durante a conversa, os detalhes são menos importantes do que as circunstâncias que levaram à traição. E é bom se preparar para reações de raiva, desespero ou desejo de vingança. Em vez de tentar apontar a parcela de culpa do outro, é melhor apostar na sinceridade e assumir a responsabilidade pelo o que aconteceu.  Muitas pessoas se transformam diante da possibilidade de perda e isso pode significar uma reviravolta e trazer mudanças boas para uma relação. &quot;No entanto, não existe nenhuma maneira de trair que seja redentora para um casamento. Tudo vai depender do momento do casal, da crise que abate a vida deles, dos motivos que os afastaram, dos sentimentos que nutrem entre si, de como foi a infidelidade, com quem, por quê etc.”, fala Raquel.  As pessoas sabem que a infidelidade pode acabar com um relacionamento, e que, mesmo quando ele sobrevive, nunca mais é o mesmo. “Talvez por isso seja tão difícil decidir sobre o que fazer quando traiu alguém, mas independentemente do que se faça, contar ou esconder, deve-se saber que a relação precisa mudar. Mais intimidade e atenção, conversar e passar mais tempo juntos pode ajudar na tentativa de superar o episódio e melhorar a qualidade dos dois&quot;, declara o terapeuta de casal Luciano Passianotto.</div><div>Veja o artigo originl publicado <a href="https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2014/09/15/contar-ou-nao-uma-traicao-veja-quando-e-melhor-guardar-segredo.htm?foto=1">aqui.</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​O segredo para manter a autoestima na gravidez</title><description><![CDATA[Fatores hormonais, às vezes, podem “derrubar” qualquer gestante. Veja como driblar esse efeito Autoestima durante a gravidez é um assunto bastante polêmico. Ok, a gente sabe que esse é um dos momentos mais mágicos da vida, mas no dia a dia, na vida real, a sensação pode ser bem diferente – e não apenas por uma questão física. Para Bianca Justiniano, 35 anos, tradutora, mãe de Francisco, 3, e grávida de 7 meses, a parte mais “chatinha” é o começo da gestação, quando a barriga ainda não está<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_cfc3abd88dfb46f3b9278239b5804009%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_417/c3b70d_cfc3abd88dfb46f3b9278239b5804009%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Portal Laboratório Oswaldo Cruz</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/05/17/%E2%80%8BO-segredo-para-manter-a-autoestima-na-gravidez</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/05/17/%E2%80%8BO-segredo-para-manter-a-autoestima-na-gravidez</guid><pubDate>Wed, 17 May 2017 12:08:01 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_cfc3abd88dfb46f3b9278239b5804009~mv2.jpg"/><div>Fatores hormonais, às vezes, podem “derrubar” qualquer gestante. Veja como driblar esse efeito Autoestima durante a gravidez é um assunto bastante polêmico. Ok, a gente sabe que esse é um dos momentos mais mágicos da vida, mas no dia a dia, na vida real, a sensação pode ser bem diferente – e não apenas por uma questão física. Para Bianca Justiniano, 35 anos, tradutora, mãe de Francisco, 3, e grávida de 7 meses, a parte mais “chatinha” é o começo da gestação, quando a barriga ainda não está definida, mas você já começa a ganhar peso. “Me sentia gorda e não grávida. Mas depois que a barriga despontou, lá pelo final do quarto mês, foi mais fácil. Mesmo assim, minha autoestima oscila um pouco. Tem momentos que me sinto ótima! Outras vezes, me sinto feia e com saudades de usar algumas roupas que, obviamente, não estão servindo nesta fase”, revela. Tem um lado bom, segundo ela. “Acho que as pessoas tendem a ser mais carinhosas com as grávidas em geral, e isso ajuda bastante”, explica. Já no caso de Clarisse Medeiros, 32 anos, publicitária, mãe de Raul, 4 meses, o físico não foi um problema, mas sim a mudança no relacionamento com as pessoas. “O que fazia eu me sentir mal-amada era o ‘isolamento’, a restrição da vida social. Seus amigos não te chamam muito para sair, rola um tédio. Eu senti solidão, que mexeu muito mais com a cabeça do que as questões do corpo”, confessa. Ela conta que, no começo, teve medo de estrias e muito ganho de peso. “Mas acabei ganhando só 5 kg na gravidez inteira e nenhuma estria apareceu, então a cabeça acabou ficando mais tranquila”, afirma. Tanto a mudança física de Bianca, como emocional de Clarisse (e de muitas outras mulheres) podem interferir na autoestima de uma grávida. Diante disso, ainda há a mudança no ciclo de vida, de se tornar mãe. “A gravidez é um período de mudanças físicas e psicológicas, variações hormonais, incertezas sobre o futuro, oscilações no humor... Isso tudo pode causar momentos de ansiedade e estresse”, explica o psicólogo Luciano Passianotto. Como ele pontua, a espera pelo primeiro bebê costuma ser a mais impactante, pois é quando há uma reflexão sobre sua própria identidade, deixando de ser filha e passando a ser mãe. Ainda de acordo com o especialista, ajuda bastante se a mulher se preparar para o que está por vir antes mesmo de engravidar. O primeiro ponto é o de se conscientizar sobre a transitoriedade do período de gestação. “Ela tem de entender que, embora seja necessário um período de adaptação após o parto, essa fase é temporária e que tudo poderá ser retomado após a gravidez”, esclarece o especialista. A gente sabe que ganho de peso, inchaço dos seios e retenção de líquidos costumam liderar a lista dos fatores físicos que alteram a autoestima. Por isso é importante manter uma frequência de atividades físicas apropriadas para cada fase da gestação, acompanhada por um profissional. “Ela também deve manter sua rotina de cuidados pessoais, como ir ao salão de beleza, e evitar mudanças drásticas na aparência, especialmente nos cortes de cabelo. Aproveitar os mimos da família e manter a rotina sexual também ajuda bastante a manter a autoestima lá em cima”, acredita Passianotto. Para Quezia Bombonatto, psicopedagoga e diretora da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPP), a mulher deve sempre se conectar com o significado de uma gravidez. “Agora, há uma vida dependendo dela. É fundamental sentir a capacidade de poder gerar uma criança, o quanto aquela gravidez a torna mais completa em termos biológicos. Isso pode fazer a mulher olhar não para as dificuldades e, sim, para as possibilidades que ela está tendo. É uma forma da mulher poder olhar para as transformações de seu corpo de uma forma agradável e sentir-se bonita”, finaliza. Fonte: Disney Babble - Veja o artigo origianl publicado <a href="http://www.oswaldocruz.com/oswaldinho/blog-do-oswaldinho/o-segredo-para-manter-a-autoestima-na-gravidez">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Conselheiro Sentimental com Cynthia e Luciano Passianotto</title><description><![CDATA[Os psicólogos Luciano Passianotto e Cynthia Passianotto desvendam o mundo complicado dos relacionamentos e respondem a sua dúvida no quadro Conselheiro Sentimental do programa Todo Seu do Ronnie Von na TV Gazeta.<img src="http://img.youtube.com/vi/uoTKW-UTUhQ/mqdefault.jpg"/>]]></description><dc:creator>Todo Seu</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/05/04/Conselheiro-Sentimental-com-Cynthia-e-Luciano-Passianotto</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/05/04/Conselheiro-Sentimental-com-Cynthia-e-Luciano-Passianotto</guid><pubDate>Thu, 04 May 2017 12:36:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/uoTKW-UTUhQ"/><div>Os psicólogos Luciano Passianotto e Cynthia Passianotto desvendam o mundo complicado dos relacionamentos e respondem a sua dúvida no quadro Conselheiro Sentimental do programa Todo Seu do Ronnie Von na TV Gazeta.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​Que seria da vida sem a web?</title><description><![CDATA[Especialistas em psicologia clínica comentam a influência da internet na vida das pessoasPalco de intercâmbio de informações, discussões políticas, realização de contatos pessoais e profissionais e principalmente de (super)exposição da vida privada, as redes sociais exercem papel central na sociedade atual. Só no Facebook eram 1,35 bilhão de usuários mensais no terceiro trimestre de 2014, segundo balanço divulgado pela própria empresa. Já o Instagram, rede social baseada na publicação de fotos,<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_36278cf86d544dfba2f274a21cf7bd71%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_308/c3b70d_36278cf86d544dfba2f274a21cf7bd71%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Portal rede Press</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/29/%E2%80%8BQue-seria-da-vida-sem-a-web</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/29/%E2%80%8BQue-seria-da-vida-sem-a-web</guid><pubDate>Sat, 29 Apr 2017 12:27:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_36278cf86d544dfba2f274a21cf7bd71~mv2.jpg"/><div>Especialistas em psicologia clínica comentam a influência da internet na vida das pessoas</div><div>Palco de intercâmbio de informações, discussões políticas, realização de contatos pessoais e profissionais e principalmente de (super)exposição da vida privada, as redes sociais exercem papel central na sociedade atual. Só no Facebook eram 1,35 bilhão de usuários mensais no terceiro trimestre de 2014, segundo balanço divulgado pela própria empresa. Já o Instagram, rede social baseada na publicação de fotos, atingiu a marca de 300 milhões de usuários em dezembro de 2014 – números bem menores que o Facebook, mas que, ainda assim, podem ser considerados altos. Estar conectado, expor a vida privada, publicar selfies e receber curtidas são alguns dos pilares que sustentam as redes sociais. Para a professora Maria Helena Saleme, psicóloga e psicanalista do Instituto Sedes Sapientae, nem sempre a exposição feita na internet revela uma situação real – as pessoas criam uma espécie de “personagem” para agradar os seguidores. O motivo principal seria evitar decepções. “Encontros verdadeiros sempre frustram a gente”, diz. “E esse imaginário não frustra”. Tudo pela felicidade – Outra característica comum nas redes sociais é o interesse pela vida das celebridades, que chegam a atingir milhões de seguidores. O interesse é anterior às redes, mas é potencializado por elas, pois é possível seguir seus passos, curtir suas fotos – que revelam sempre momentos alegres, festas, encontros. A psicóloga afirma que esse interesse revela uma outra característica da nossa sociedade: a necessidade de ser feliz. “Não temos lugar para tristeza, para ficar sozinho, isso ficou como algo negativo”, afirma Maria Helena Saleme. “O que acontece com os famosos? Existe uma imagem e as pessoas acreditam que eles são do jeito que a imagem mostra. Em geral, são ricos, bonitos. É isso que eu quero ser”. Mas o interesse pela vida das celebridades se estende também a anônimos, que ganham notoriedade devido à sua beleza. São muitos os exemplos de pessoas que, antes anônimas, passam a ser famosas devido às redes sociais. Para a psicóloga, isso demonstra que o que importa é a forma, e não o conteúdo. “O culto ao corpo é uma tradição no Brasil”. Apesar disso, Maria Helena ainda acredita que, no fundo, não é fama ou interação o que as pessoas buscam. Mesmo na era da superexposição, elas continuam buscando o amor. Nativos Digitais – A realidade é que os jovens da atual geração desconhecem a vida sem internet. Viver sem o inseparável smartphone parece algo impensável. É isso que Michael Harris, jornalista canadense, discute em seu livro “The End of Absence”, lançado em 2014. Não há dúvidas quanto aos benefícios trazidos pela web: a facilidade para acessar informações e a comunicação instantânea são alguns deles. Mas, para o psicólogo clínico Luciano Passianotto, deve-se ter cuidado ao dar credibilidade às informações. “Como o acesso é mais fácil e tendemos hoje a achar que toda resposta está a dois cliques, é possível que pesquisas rápidas e superficiais resultem em respostas igualmente superficiais, incompletas ou mesmo erradas”, explica. Em pé de igualdade com os pais – Segundo o psicólogo, a velocidade proporcionada pela internet gera um imediatismo que afeta também as relações sociais e a vida fora da rede. “Pessoas são requeridas a atender a ligações ou mensagens de forma quase instantânea para evitar a impressão de que não estão ignorando algo ou alguém”, alerta Luciano Passianotto. Segundo ele, até mesmo a relação entre pais e filhos é colocada em risco, já que os filhos passam a acreditar terem tanto ou mais conhecimento que os pais. “[Os filhos] Acreditam que seu nível sabedoria é igual ou mesmo superior ao dos pais, diminuindo a importância que dão às suas recomendações”, diz o especialista. Sabemos de tudo e, ao mesmo tempo, não sabemos de nada – Michael Harris, em seu livro, também reflete sobre as mudanças comportamentais geradas pelo surgimento e a expansão da internet. Tendo acesso a uma miríade de informações na rede, as pessoas tendem a memorizar menos. Gera-se, assim, um complexo paradoxo: sabemos de tudo e, ao mesmo tempo, não sabemos de nada. Mas existem muitas outras mudanças geradas pela internet. Como antigamente? Hoje, brincadeiras na rua são trocadas por jogos online; brinquedos são trocados por tablets e smartphones. Mais do que isso, o modo de viver é amplamente modificado. Não mais se revelam fotos e cada vez menos se compram CDs. Luciano Passiannotto afirma que essa revolução é natural, assim como a revolução gerada pela invenção da imprensa, e complementa dizendo que “a forma como as pessoas interagem com o mundo está mudando, de forma natural em termos sociais e culturais, só que em um compasso mais rápido e global”. Essas mudanças não são necessariamente negativas ou positivas, apesar do saudosismo de algumas pessoas ou do excesso de empolgação de outras. “Pessoas saudosistas ou melancólicas podem achar que isso é negativo, enquanto progressistas e amantes da tecnologia acharão positivo. Não há certo ou errado, há o diferente. E quanto mais as pessoas se adaptarem a essa nova realidade, mais farão parte da nova sociedade”, finaliza o psicólogo.</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="http://www.redepress.com.br/noticias/2015/03/25/que-seria-da-vida-sem-a-web-especialistas-em-psicologia-clinica-comentam-a-influencia-da-internet-na-vida-das-pessoas/">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Veja oito mitos que as pessoas ainda acreditam em relação ao casamento</title><description><![CDATA[1º MITO - DEPOIS DE CASAR EU DOU UM JEITO NAQUILO QUE ME INCOMODA: segundo o psicólogo Luciano Passianotto, terapeuta de casal do CINAPSI (Centro Integrado de Neuropsicologia e Psicologia), de São Paulo (SP), as pessoas se esquecem que durante a fase de namoro o casal mora separado, se encontrando nos momentos mais propícios a atividades prazerosas. "Trata-se de uma fase em que a paixão e a sensação de conquista são acentuados", diz. Depois do casamento, ambos tendem a colocar menos atenção no<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_a229dd931f2642219994d45f6010483b%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_327/c3b70d_a229dd931f2642219994d45f6010483b%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Portal Estilo UOL</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/05/17/Veja-oito-mitos-que-as-pessoas-ainda-acreditam-em-rela%C3%A7%C3%A3o-ao-casamento</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/05/17/Veja-oito-mitos-que-as-pessoas-ainda-acreditam-em-rela%C3%A7%C3%A3o-ao-casamento</guid><pubDate>Fri, 28 Apr 2017 12:25:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_a229dd931f2642219994d45f6010483b~mv2.jpg"/><div>1º MITO - DEPOIS DE CASAR EU DOU UM JEITO NAQUILO QUE ME INCOMODA: segundo o psicólogo Luciano Passianotto, terapeuta de casal do CINAPSI (Centro Integrado de Neuropsicologia e Psicologia), de São Paulo (SP), as pessoas se esquecem que durante a fase de namoro o casal mora separado, se encontrando nos momentos mais propícios a atividades prazerosas. &quot;Trata-se de uma fase em que a paixão e a sensação de conquista são acentuados&quot;, diz. Depois do casamento, ambos tendem a colocar menos atenção no parceiro para se dedicar mais a outras necessidades, como vida profissional, filhos e afazeres domésticos. &quot;Por isso é que se um comportamento indesejado não mudou durante o período que costuma ser o de maior dedicação ao outro, será muito mais difícil depois&quot;, diz Luciano. Já a psicóloga e psicodramatista Adelsa Cunha, co-organizadora do livro &quot;Por Todas as Formas de Amor - O Psicodramatista Diante das Relações Amorosas&quot; (Ed. Ágora), lembra que temperamento, hábitos antigos, valores morais e culturais não são nada fáceis de mudar. &quot;A convivência vai nos mostrando tudo o que nos incomoda no outro, por isso ninguém deve estabelecer um relacionamento acreditando que vai mudar o outro. Antes, devemos mudar a nós mesmos e verificarmos se conseguimos conviver com os defeitos alheios&quot;, fala Adelsa2º MITO - FILHO UNE AINDA MAIS O CASAL: em primeiro lugar, o fortalecimento do vínculo amoroso depende do quanto o casal está preparado para lidar com a chegada de um bebê. Uma visão romantizada da maternidade/paternidade pode causar imensas decepções. &quot;Me assusto muito quando ouço frases do tipo 'Estamos pensando em ter um filho para alegrar o ambiente, pois caímos na rotina'. Acho complicado um casal desejar gerar uma criança dando-lhe a responsabilidade de harmonizar a relação&quot;, declara Alessandro Vianna, psicólogo clínico de São Paulo (SP). É importante lembrar que filhos requerem uma mudança radical no estilo de vida do casal e demandam um tempo que não será mais investido na relação. &quot;Um filho sempre representa algo em comum, mas nunca é garantia de união&quot;, afirma Luciano Passianotto. Aliás, a chegada de um bebê pode representar o fim do par, se não houver preparo. &quot;Tudo depende do vínculo amoroso, do projeto de vida em comum e do momento. Se um casal tem como projeto ter filhos, certamente, o filho pode unir, pois estarão realizando um objetivo comum. Mas não se deve esquecer que a chegada de um filho altera profundamente a relação de homens e mulheres que passam a exercer também os papéis de pais e mães, além de todos os demais&quot;, completa Adelsa3º MITO - NUNCA SE DEVE DORMIR BRIGADO COM O OUTRO: o que há de tão grave nisso? Será que não é mais sábio lançar mão daquele antigo ditado &quot;nada como um dia após o outro e uma noite no meio&quot;? Para o terapeuta de casal Luciano Passianotto, os problemas devem sempre ser resolvidos o quanto antes para evitar preocupações e a sensação de que algo errado está se arrastando, mas tentar resolver conflitos de cabeça quente impede o par de pensar adequadamente. Nem todas as questões precisam ser resolvidas no mesmo dia em que acontecem, principalmente quando os ânimos estão exaltados. &quot;Às vezes, digerir o ocorrido e esperar passar a reação emocional ajuda a compreender mais amplamente o acontecido e permite conversas mais produtivas&quot;, diz a psicóloga Adelsa Cunha4º MITO - VAMOS SEMPRE AMAR RECEBER AMIGOS EM CASA: trata-se de um mito que tem muito a ver com uma visão romantizada (e um tanto adolescente) do casamento. É comum e desejável que recém-casados demonstrem entusiasmo com a casa nova. E é normal, ainda, o desejo de compartilhar essa alegria com os mais chegados. Mas esperar que o fato de receber os amigos seja uma espécie de termômetro da felicidade em comum é uma ideia equivocada. Cansaço, vontade de curtir o próprio canto sem interferências, filhos e trabalho em excesso são fatores que, em algumas circunstâncias, nem permitem que o casal se veja direito ao longo da semana contribuem para que as coisas não saiam como planejado. &quot;A vida social é muito importante para o casal, mas deve trazer prazer para ambos. Receber amigos em casa foge da rotina do dia a dia e exige planejamento. Pode ser desgastante, dependendo da frequência. O importante é buscar sempre manter um equilíbrio&quot;, diz Luciano. &quot;Ter a casa cheia de amigos não vai garantir a felicidade nem a longevidade de nenhuma relação amorosa&quot;, completa Adelsa Cunha5º MITO - EXCESSO DE INTIMIDADE ESTRAGA A RELAÇÃO: na opinião do psicólogo Luciano Passianotto, pessoas que dizem que o excesso de intimidade estraga a relação estão normalmente preocupadas em manter um clima de conquista entre os dois, onde sempre há algo de oculto a se descobrir. &quot;Entretanto, uma coisa não tem relação nenhuma com a outra. O casal pode sempre conseguir satisfação sentimental e principalmente sexual sendo muito íntimos&quot;, afirma. O bom senso é sempre recomendável, pois a convivência permite uma intimidade que pode ser muito gostosa e positiva. &quot;É bobagem, por exemplo, uma mulher se esforçar diariamente para acordar antes do parceiro para que ele não a veja acordando. Quem ama de verdade, ama a pessoa inteira, mesmo com olhos inchados, cabelos despenteados e etc.&quot;, explica a psicóloga Adelsa Cunha, que diz que, por outro lado, é desnecessário impor ao outro coisas incômodas e/ou escatológicas. &quot;O que estraga a relação, nesse caso, é a falta de respeito com o outro, a não percepção do limite do que é aceito e o que incomoda&quot;, fala a especialista6º MITO - OS DOIS PRECISAM ESTAR DE ACORDO PARA TOMAR UMA DECISÃO: ceder, em alguns casos, não significa abrir mão de valores e crenças, mas saber tomar uma atitude inteligente e madura para o bem do casal. E, dependendo das circunstâncias, a falta de acordo faz com que o casal permaneça paralisado. Por mais parecidas que sejam as mentalidades, sempre haverá opiniões dissonantes e tentar convencer o outro a mudar de opinião pode gerar conflitos desnecessários, além de ser desrespeitoso. &quot;O ideal seria ambos manterem suas opiniões e haver concessões alternadas de ambos os lados&quot;, diz Luciano. &quot;O grande erro é que algumas pessoas cedem demais e um dia acabam explodindo. Daí o risco de fracassar a relação. Devemos ceder, sim, mas sem nos agredir&quot;, comenta o psicólogo clínico Alessandro Vianna7º MITO - É PRECISO ACEITAR OS DEFEITOS DO OUTRO PARA SER FELIZ: todas as pessoas têm defeitos; uns maiores, outros menores. Apesar de, em geral, o período do namoro servir para identificar e discutir todos antes da decisão pelo casamento, isso não funciona muito na prática, já que alguns defeitos somente são percebidos com a convivência. &quot;A comunicação é importante para que ambos saibam o quanto determinado comportamento afeta o outro. Nos problemas maiores, deve-se discutir em busca de uma mudança de hábito, mas os menores devem também ser relevados, para evitar um clima de eterna tensão&quot;, explica Luciano Passianotto8º MITO - ACONTEÇA O QUE ACONTECER, VAMOS MANTER A CHAMA DA PAIXÃO ACESA: de acordo com o psicólogo clínico Alessandro Vianna, toda relação é cíclica. &quot;Não existe a menor possibilidade de manter o padrão das primeiras semanas ou meses; o importante é ter qualidade, equilíbrio e motivação para investir no relacionamento, considerando que todos eles têm altos e baixos&quot;. Segundo a psicóloga e psicodramatista Adelsa Cunha, entre o desejado e o possível costuma haver uma estrada difícil, e esse mito apenas serve para perpetuar a ideia romântica de que o amor, quando encontrado, é para sempre. Mas tudo na vida passa por mudanças, e não poderia ser diferente com as relações. &quot;Haverá fases em que a paixão estará muito acesa e, em outras, será substituída por outros sentimentos. Como a sexualidade é um dos pilares que mantêm uma relação amorosa, buscar criar momentos que possam estimulá-la é essencial. Porém, é ilusão pensar que em todo e qualquer momento da vida conjugal isso acontecerá&quot;, diz Adelsa</div><div>Imagem: Chiquinha/UOL. Veja o artigo original publicado <a href="https://estilo.uol.com.br/comportamento/album/2014/09/22/veja-oito-mitos-que-as-pessoas-ainda-acreditam-em-relacao-ao-casamento.htm?foto=1">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dez atitudes fora da cama podem melhorar a sua vida sexual</title><description><![CDATA[TROCAR ELOGIOS: um afago no ego é sempre bem-vindo, não é mesmo? Vale tudo, desde as razões mais simples até as mais complexas. Exemplos? Falar bem da roupa escolhida pelo par para sair ou trabalhar, comentar que o prato do jantar estava ótimo, dizer que adora a maneira com que brinca com as crianças ou faz determinada coisa (que não tenha a ver com sexo). "Elogios mostram ao outro que você repara nele", afirma a terapeuta sexual Carla Cecarello, fundadora da ABS (Associação Brasileira de<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_538a1c09cd944b41ad9c29b35eed1199%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_327/c3b70d_538a1c09cd944b41ad9c29b35eed1199%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Portal Estilo UOL</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/26/Dez-atitudes-fora-da-cama-podem-melhorar-a-sua-vida-sexual</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/26/Dez-atitudes-fora-da-cama-podem-melhorar-a-sua-vida-sexual</guid><pubDate>Wed, 26 Apr 2017 12:08:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_538a1c09cd944b41ad9c29b35eed1199~mv2.jpg"/><div>TROCAR ELOGIOS: um afago no ego é sempre bem-vindo, não é mesmo? Vale tudo, desde as razões mais simples até as mais complexas. Exemplos? Falar bem da roupa escolhida pelo par para sair ou trabalhar, comentar que o prato do jantar estava ótimo, dizer que adora a maneira com que brinca com as crianças ou faz determinada coisa (que não tenha a ver com sexo). &quot;Elogios mostram ao outro que você repara nele&quot;, afirma a terapeuta sexual Carla Cecarello, fundadora da ABS (Associação Brasileira de Sexualidade). &quot;Gentileza gera gentileza em um relacionamento e isso fortalece cada vez mais a intimidade do casal. Com isso, a c</div><div>hance de melhorar a vida sexual é bem maior, pois há entrega de ambos&quot;, completa Ricardo Desidério, psicoterapeuta e terapeuta sexual de Londrina (PR) | Por Heloísa Noronha, do UOL, em São Paulo FAZER CARINHOS SEM SEGUNDAS INTENÇÕES: certos casais, principalmente aqueles que estão juntos há muito tempo, às vezes nem percebem que só trocam carícias quando querem transar. É no dia a dia, porém, que as atitudes afetuosas sem intenções sexuais somam pontos na vida a dois e, consequentemente, melhoram a interação na cama. &quot;Carinhos que não estejam vinculados ao sexo são excelentes para a relação. Uma passadinha de mão nas costas, um afago com as mãos no rosto ou em torno dos lábios, uma piscadinha, uma mexida no cabelo, dedos entrelaçados... Tudo isso dá aquela levantada no astral do casal e mostra que nem tudo é sexo no relacionamento&quot;, diz a terapeuta sexual Carla Cecarello CUIDAR E GOSTAR DO PRÓPRIO CORPO: nenhum dos dois precisa se parecer com modelos de revista ou atores de TV para ser sexy aos olhos do outro. &quot;O apelo sexual está muito mais em como você se encara e como lida com o sexo do que com a sua aparência&quot;, diz o terapeuta de casal Luciano Passianotto, de São Paulo (SP), que recomenda fortalecer a própria autoestima no dia a dia para se sentir mais atraente e confiante, o que, obviamente, resulta em momentos mais satisfatórios na cama. &quot;Uma alimentação equilibrada e exercícios físicos ajudam a ter um melhor condicionamento físico para a prática do sexo, além de aumentar níveis de hormônios que produzem uma sensação de relaxamento e bem-estar&quot;, explica Luciano DIVIDIR TAREFAS DOMÉSTICAS: um estudo conduzido em 2011 pela Universidade Riverside, na Califórnia (EUA), chegou à conclusão de que os homens que lavam a louça têm melhor vida sexual e que as mulheres tendem a sentir mais atração sexual por parceiros que compartilham as tarefas domésticas. A explicação é simples: a percepção feminina sobre a igualdade entre os gêneros fica mais apurada e satisfeita e, portanto, há menos conflito. &quot;Todo casal deve ser cúmplice na vida diária. Dividir tarefas domésticas e compartilhar da educação dos filhos é responsabilidade de ambos&quot;, declara a sexóloga Carmen Janssen, membro da Sbrash (Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana). &quot;Quando todos contribuem, ambos se sentem mais valorizados e satisfeitos. Com reconhecimento e menos estresse, a hora do sexo tende a ser muito melhor&quot;. Segundo a terapeuta sexual Carla Cecarello, é fundamental prestar atenção quando o outro está se sentindo sobrecarregado nas funções diárias ou em uma fase de muito trabalho e oferecer ajuda, em vez de simplesmente esperar que o parceiro peça auxílio TER INTERESSES INDIVIDUAIS: algumas pessoas pensam que o casal deve fazer tudo junto, ter os mesmos amigos, abrir mão de hobbies que gostava de praticar antes de conhecer o parceiro e até dos antigos amigos. Limitar a vida do outro é insensato e ter a pretensão de querer ser tudo em sua vida é uma atitude infantil. &quot;O prazer da vida não se resume ao sexo ou a um relacionamento afetivo. É importante que o casal tenha projetos em comum, mas que continue a investir em seus projetos individuais. Somos seres livres e para que o sexo seja bom, precisamos estar de bem com a vida e nos sentir realizados&quot;, explica a sexóloga Carmen Janssen. A liberdade de ser quem somos e de fazer o que gostamos não deve ser cerceada pelo outro. Isso gera insatisfação e essa conta será cobrada mais cedo ou mais tarde. &quot;E esse tipo de atitude, com o tempo, acaba influenciando na intimidade&quot;, afirma Carmen NÃO CAIR NA ARMADILHA DAS &quot;OCASIÕES ESPECIAIS&quot;: aproveitar o momento presente e transformar cada dia em um dia especial é uma tarefa árdua, que exige esforço e comprometimento, mas que pode valer muito a pena (e trazer novo gás à relação e ao sexo). Pare de esperar uma ocasião especial para usar a roupa mais bonita do armário, chega de economizar aquele perfume maravilhoso, não deixe as louças sofisticadas mofando na cristaleira à espera de visitas... Por que não tornar as coisas simples da rotina mais bonitas, usando, por exemplo, os talheres de prata e as taças de cristal para curtir uma pizza com vinho assistindo diante da TV? &quot;Tudo que torne os momentos a dois inovadores pode surtir um efeito espantoso e sugestivo para o outro&quot;, de acordo com a terapeuta sexual Carla Cecarello APOSTAR NO DESCONHECIDO: viver coisas novas nos tira da zona de conforto e dá fôlego extra para encarar a rotina. Com a pessoa amada, então, a sensação de prazer e bem-estar pode ser em dobro. &quot;Sejam parceiros também fora da cama, investindo em experiências diferentes que estimulem a amizade e a confiança e que melhorem o relacionamento entre vocês. Isso aumenta as chances de terem uma vida sexual mais satisfatória&quot;, diz o terapeuta de casal Luciano Passianotto. Descobrir novas formas de se divertir a dois é um bom começo. Ideias? Participar de aulas de dança, trocar o restaurante habitual por um especializado em pratos exóticos, ouvir juntos um CD de uma banda desconhecida, praticar um esporte radical a dois etc. PLANEJAR VIAGENS: compartilhar planos e projetos é uma maneira gostosa de aumentar a intimidade. Se envolver o planejamento de uma viagem, então, pode ficar ainda mais animador. &quot;Mesmo que ela não aconteça tão rápido, imaginar os lugares que irão visitar, o que irão vestir, onde irão comer, assim como o que farão juntos no quarto de hotel, são ações que podem levá-los a várias fantasias&quot;, fala Ricardo Desidério, psicoterapeuta e terapeuta sexual de Londrina (PR). Antecipar os momentos tórridos certamente vai elevar a libido às alturas ENVIAR TORPEDOS: sim, eles são clichê. Mas quem disse que os clichês não são eficazes? Mandar mensagens ao longo do dia para quem se ama é uma forma simples de demonstrar interesse, carinho, preocupação e até de desejo. &quot;Eu acho uma saída muito interessante para apimentar a vida sexual do casal&quot;, comenta o psicoterapeuta e terapeuta sexual Ricardo Desidério. &quot;Durante o dia, envie algumas mensagens fazendo sugestões para noite ou relembrando a última transa&quot;, sugere. &quot;Frases de duplo sentido nunca falham, pois deixam um suspense no ar&quot;, diz a terapeuta sexual Carla Cecarello ESTUDAR SOBRE O TEMA: o sexo entre vocês é incrível? Ótimo, mas sempre dá para melhorar. Aprender sobre o assunto nunca é demais. Isso é possível através de conversas com amigos, da leitura de obras eróticas ou sobre relacionamento, do acesso a sites com conteúdo adulto ou que tenha reportagens sobre amor e sexo, como o UOL. &quot;Filmes também ajudam a ter ideias de situações, contextos ou posições que excitam. Busque assistir e apontar coisas que você toparia, o que tem vontade e nunca experimentou, o que poderia fazer de outro jeito... Visitar sex shops também rende boas ideias&quot;, fala o terapeuta de casal Luciano Passianotto</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="https://estilo.uol.com.br/comportamento/album/2014/11/03/dez-atitudes-fora-da-cama-podem-melhorar-a-sua-vida-sexual.htm?foto=1">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​O Relacionamento Após a Chegada de uma Criança</title><description><![CDATA[Uma pesquisa realizada com mais de 3 mil mulheres revelou que ter tempo para o marido(ou namorado) quase sempre não está entre as prioridades das mulheres após ter uma criança, veja mais o que diz a pesquisa: Segundo uma pesquisa realizada pela Crescer, o relacionamento amoroso não está entre as maiores preocupações das mães modernas. Tanto é que 31% delas nunca saem com o parceiro sem a criança, 15% o fazem apenas uma vez ao ano e 23% conseguem essa proeza só de duas a seis vezes no mesmo<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_8057bca72b574b9bb159f78a3ec5e510%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_327/c3b70d_8057bca72b574b9bb159f78a3ec5e510%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Portal Sonho Meu</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/22/%E2%80%8BO-Relacionamento-Ap%C3%B3s-a-Chegada-de-uma-Crian%C3%A7a</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/22/%E2%80%8BO-Relacionamento-Ap%C3%B3s-a-Chegada-de-uma-Crian%C3%A7a</guid><pubDate>Sat, 22 Apr 2017 11:53:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_8057bca72b574b9bb159f78a3ec5e510~mv2.jpg"/><div>Uma pesquisa realizada com mais de 3 mil mulheres revelou que ter tempo para o marido(ou namorado) quase sempre não está entre as prioridades das mulheres após ter uma criança, veja mais o que diz a pesquisa: Segundo uma pesquisa realizada pela Crescer, o relacionamento amoroso não está entre as maiores preocupações das mães modernas. Tanto é que 31% delas nunca saem com o parceiro sem a criança, 15% o fazem apenas uma vez ao ano e 23% conseguem essa proeza só de duas a seis vezes no mesmo período. Para o terapeuta de casais Luciano Passianotto, os dados refletem o que ele observa no consultório. “Mas as queixas das mulheres sobre a relação são diferentes das dos homens”, ressalta. Elas reclamam da ausência de tempo, de vida social de uma forma geral, da privação de sono e também da falta de cooperação deles nas tarefas domésticas e nos cuidados como filho. Eles, por sua vez, lamentam sobre a falta de proximidade, de intimidade, da diminuição da frequência sexual e da oscilação de humor da parceira, que, desde que o filho nasceu, anda mais preocupada. O que é natural. “Uma criança traz mudanças drásticas na rotina, além de muita ansiedade, principalmente no primeiro filho. E isso gera desequilíbrio para a família. Não adianta o casal tentar se concentrar em como o relacionamento era antes, é preciso se organizar dentro da nova realidade”, recomenda o terapeuta. Um jeito de amenizar as mudanças é encontrar um tempo dedicado somente ao casal. Foi o que fez a professora de Educação Física Estela Maria Pereira, 38, mãe de Arthur, 3. Ela criou como marido a “quarta nossa”. “Deixamos as manhãs de quarta livres para aproveitarmos só nós dois enquanto Arthur está na escola. Corremos no parque, vamos à academia ou tomamos um delicioso café da manhã juntos”, conta. A jornada de trabalho flexível de ambos faz toda a diferença. Mas, para Passianotto, mesmo que ambos não disponham de tanto tempo assim podem aproveitar os pequenos momentos. “Dar atenção para o outro, nem que seja tomar um vinho junto durante a soneca do bebê já basta. Sabendo explorar essas oportunidades é que o casal consegue manter a proximidade e o sentimento de que ainda existe afeto e romance entre os dois”, recomenda. O que o casal tem que entender é que com o passar do tempo o equilíbrio da relação volta ao normal e que essa fase sempre é passageira, por isso não há motivos para brigas e separações com relação a isso pois a chegada de uma criança realça a alegria na casa e nos ajuda a dar mais valor em nossas vidas.</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="http://sonhomeukids.com.br/2016/06/01/o-relacionamento-apos-chegada-da-crianca/">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​Como encarar os problemas do dia a dia</title><description><![CDATA[Não importa o quão planejada seja nossa rotina: ter problemas é inevitável. E quando aparecem, devemos saber nos portar diante deles, sem deixar que os pequenos se tornem verdadeiras bolas de neve e que os grandes nos impeçam de seguir com nossas vidas. “A vida da gente é constituída de muitas situações problemáticas e elas têm uma função positiva que é justamente nos levar a tomar decisões e escolher as coisas que vão dar rumo para nossa existência”, diz a terapeuta familiar e professora da<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_54efa280c3e34248ae00242f9226167c%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_385/c3b70d_54efa280c3e34248ae00242f9226167c%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Public Lifestyle</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/25/%E2%80%8BComo-encarar-os-problemas-do-dia-a-dia</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/25/%E2%80%8BComo-encarar-os-problemas-do-dia-a-dia</guid><pubDate>Fri, 21 Apr 2017 10:55:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_54efa280c3e34248ae00242f9226167c~mv2.jpg"/><div>Não importa o quão planejada seja nossa rotina: ter problemas é inevitável. E quando aparecem, devemos saber nos portar diante deles, sem deixar que os pequenos se tornem verdadeiras bolas de neve e que os grandes nos impeçam de seguir com nossas vidas. “A vida da gente é constituída de muitas situações problemáticas e elas têm uma função positiva que é justamente nos levar a tomar decisões e escolher as coisas que vão dar rumo para nossa existência”, diz a terapeuta familiar e professora da PUC-SP, Rose Macedo.Saia da posição de vítima A primeira atitude a se tomar para lidar com problemas, segundo o psicólogo Luciano Passianotto, é sair da inércia. “Algumas pessoas não se movem diante dos problemas porque acham que, no momento, eles incomodam pouco, o que contribui para que problemas pequenos virem grandes problemas. Outras preferem lamentá-los ao invés de resolvê-los por acharem que, por estarem na posição de vítima, os outros serão mais condescendentes com seus erros e imperfeições”, diz Luciano. Segundo o especialista, essa forma de encarar os problemas é uma maneira de se conviver com eles, mas que sempre traz muitas desvantagens, já que demanda a difícil condição constante de se aceitar os problemas ali, sem resolvê-los. “Não sinta dó de si mesmo, não seja teimoso, vaidoso, ou orgulhoso, e não tenha vergonha de pedir ajuda ou de mudar de opinião. Foque na resolução e no ganho e não no problema em si”, aconselha Luciano.Seja realista e positivo Ser realista é essencial na hora de resolver problemas. Eles podem ser encarados como bons ganchos emocionais na hora de superar desafios ou aproveitar oportunidades, mas precisam ter sua complexidade avaliada da maneira correta para que a pessoa não sinta que foi perda de tempo o esforço investido neles, nem que eles são tão complexos que não possuem uma solução. “Antes de tudo a gente tem que aceitar que nada vem de graça”, diz Rose Macedo, da PUC-SP. “Se compreendemos que um problema não é mais do que uma situação que pode ser ouvida, que para tudo tem uma solução, não vamos sofrer”. A dica, segundo a dra. em psicologia, é “não entrar em pânico, olhar as coisas de frente e aceitar que são situações que precisam ser resolvidas” “Para reverter problemas de forma efetiva as pessoas precisam ser pragmáticas e realistas. Devemos manter o foco no ganho pela solução do problema e não no problema em si ou a complexidade da sua resolução. Quando focamos neste ganho acabamos naturalmente pensando em alternativas de uma forma mais positiva”, complementa Luciano Passianotto.Estabeleça prioridades Alguns problemas podem ser grandes, mas necessitam, muitas vezes, de uma resolução menos urgente do que outros pequenos, que podem crescer se colocados de lado. Por isso, é aconselhável optar primeiro pela resolução de problemas importantes e urgentes. Além disso, medir as consequências das atitudes que tomamos em relação aos problemas podem evitar que surjam outros. “Temos sempre que pesar se a solução do meu problema não vai gerar problemas para outros. Neste caso ao invés de resolver o problema estamos somente trocando de problema, e esse novo problema pode sim ser mais complicado que o anterior”, pondera Luciano.Faça um plano Problemas exigem eficácia na hora de resolvê-los. “O primeiro passo é encarar e reconhecer o tamanho do problema e o quanto ele o afeta. O segundo passo é conhecer bem esse problema, como ele funciona, seus detalhes e seu pontos fracos. Por fim, escolher a “ferramenta” correta para resolver o problema”, explica Rose Macedo. As ferramentas utilizadas da resolução podem ser de diferentes ordens, como mudar de hábitos, abrir a mente para novos pontos de vista ou promover parcerias com terceiros para sanar as dificuldades. Definir os problemas com clareza, traçar um plano para solucioná-los, executá-lo e analisar suas consequências é essencial para evitar que outros surjam e se acumulem.</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="http://publiclifestyle.com.br/como-encarar-os-problemas-do-dia-a-dia/">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​Quando apresentar o novo namorado aos filhos?</title><description><![CDATA[Depois de 10 anos de casados, um casal de amigos decidiu se separar, no ano passado. Agora, minha amiga está namorando novamente, e bastante empolgada com o novo relacionamento. Mas há um problema: os filhos de oito e seis anos não querem nem ouvir falar no assunto, muito menos conhecer o namorado da mãe. Por outro lado, os dois aceitam muito bem a nova namorada do pai, até já foram viajar com eles nas férias. “Isto é injusto”, diz a mãe, com toda a razão. Mas o que fazer? Muitas famílias vivem<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_3bfb9b4f5dde45be89a9b1ee7d9a27ee%7Emv2.jpg/v1/fill/w_276%2Ch_183/c3b70d_3bfb9b4f5dde45be89a9b1ee7d9a27ee%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>​Viviane Bevilacqua</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/20/%E2%80%8BQuando-apresentar-o-novo-namorado-aos-filhos</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/20/%E2%80%8BQuando-apresentar-o-novo-namorado-aos-filhos</guid><pubDate>Thu, 20 Apr 2017 12:07:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_3bfb9b4f5dde45be89a9b1ee7d9a27ee~mv2.jpg"/><div> Depois de 10 anos de casados, um casal de amigos decidiu se separar, no ano passado. Agora, minha amiga está namorando novamente, e bastante empolgada com o novo relacionamento. Mas há um problema: os filhos de oito e seis anos não querem nem ouvir falar no assunto, muito menos conhecer o namorado da mãe. Por outro lado, os dois aceitam muito bem a nova namorada do pai, até já foram viajar com eles nas férias. “Isto é injusto”, diz a mãe, com toda a razão. Mas o que fazer? Muitas famílias vivem situações semelhantes, por isso, é importante falar sobre o assunto. Segundo o psicólogo clínico Luciano Passianotto, a separação costuma ser um momento conturbado tanto para o casal quanto para os filhos. Depois de algum tempo, porém, é natural que tanto o pai quanto a mãe arrumem novos parceiros, e aí surge um novo impasse: como apresentá-los aos filhos? Como muitas crianças ainda continuam morando com a mãe, a dificuldade pode ser ainda maior para ela, já que o convívio será mais intenso, e os pequenos sentem medo de perder espaço ou ainda alimentam a esperança dos pais reatarem. “A hora certa para fazer a apresentação é quando o relacionamento já estiver mais maduro, e quando os filhos já estiverem mais familiarizados com a ideia”, sugere. A conversa deve ser franca, diz Luciano. A mãe precisa deixar bem claro que a decisão dela namorar ou não uma pessoa independe da vontade dos filhos. Mas se as crianças não gostarem do namorado da mãe, ou da namorada do pai? É uma possibilidade bem, real, pelo menos num primeiro momento. É comum, diz o psicólogo, os filhos mudarem de comportamento para chamarem a atenção. Estas mudanças podem ser desde as mais inocentes, como pedir colo toda hora, se for uma criança menor, passando pelas manipuladoras (como fingir que está passando mal, por exemplo), até as destrutivas, como se colocar em posição de risco para conseguir a atenção, atitude m ais normal entre os filhos adolescentes. O mais importante, explica Passianotto, é que a criança perceba que esse comportamento não vai trazer a atenção que ela busca. Apesar de ser comum que o filho se coloque na posição de vítima, a mãe precisa ser firme e deixar claro que ela também precisa ser feliz. “Os filhos precisam entender que existe distinção entre amor de mãe (ou de pai) do amor que se sente pelo namorado (a), deixando claro que um jamais diminuirá o outro”, completa o especialista.</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="http://wp.clicrbs.com.br/vivi/2015/09/22/quando-apresentar-o-novo-namorado-aos-filhos/?topo=67,2,18,,38,67">aqui.</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​Casamento não deve ser solução para gravidez inesperada</title><description><![CDATA[Apesar de já estar ultrapassada, a ideia de que o casamento é a solução para uma gravidez inesperada continua sendo colocada em prática, o que é um erro. Muita gente ainda leva em consideração a tradição, a honra, os deveres morais ou religiosos ao avaliar a decisão de assumir um compromisso por causa de uma gestação. Mas a sociedade está mais preparada para aceitar formações familiares diversas, o que inclui pais que não sejam casados ou nem sequer tenham tido um relacionamento algum dia (e o<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_77a2805a545d48038884e4dbc98c138a%7Emv2.jpg/v1/fill/w_615%2Ch_300/c3b70d_77a2805a545d48038884e4dbc98c138a%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>​Heloísa Noronha​, ​Do UOL</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/20/%E2%80%8BCasamento-n%C3%A3o-deve-ser-solu%C3%A7%C3%A3o-para-gravidez-inesperada</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/20/%E2%80%8BCasamento-n%C3%A3o-deve-ser-solu%C3%A7%C3%A3o-para-gravidez-inesperada</guid><pubDate>Thu, 20 Apr 2017 12:03:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_77a2805a545d48038884e4dbc98c138a~mv2.jpg"/><div>Apesar de já estar ultrapassada, a ideia de que o casamento é a solução para uma gravidez inesperada continua sendo colocada em prática, o que é um erro. Muita gente ainda leva em consideração a tradição, a honra, os deveres morais ou religiosos ao avaliar a decisão de assumir um compromisso por causa de uma gestação. Mas a sociedade está mais preparada para aceitar formações familiares diversas, o que inclui pais que não sejam casados ou nem sequer tenham tido um relacionamento algum dia (e o filho é resultado de uma transa casual).  &quot;É importante que a resolução não seja tomada com base em argumentos passionais ou preconceituosos&quot;, afirma o terapeuta familiar e de casal Luciano Passianotto, de São Paulo (SP), que diz, ainda, que optar por se casar pensando que &quot;se não der certo, podemos nos separar&quot; é também um grande erro. &quot;Um casamento consome meses de planejamento, requer mudanças no estilo de vida e exige recursos emocionais e financeiros. Todos esses recursos devem estar voltados ao bebê que está para chegar, não ao casal&quot;, afirma. É óbvio que cada caso tem suas particularidades, e todos os ângulos da situação devem ser observados. Existem casais que estão juntos por anos e continuam e se amar; há os que mal se conhecem e outros, ainda, que arrastam uma relação já sem brilho há tempos. &quot;Na minha opinião, o casamento não deve ocorrer quando sua motivação é qualquer outra que não o amor e desejo de ficar juntos. Tomar essa decisão por um sentimento de</div><div>culpa ou para não se opor à família é muito danoso&quot;, diz Luciano.  A psicóloga Gisela Castanho, de São Paulo (SP), afirma que, no caso de casais muito jovens, outras questões precisam ser consideradas, de ordem emocional, financeira e prática. “No entusiasmo com a situação, rapazes e moças parecem se dispor a brincar de casinha e podem cultivar os planos de casamento como uma espécie de fantasia&quot;, diz ela. Na prática, é preciso saber que vão ter de abrir mão de várias coisas e deixar, aos poucos, a função de filhos para assumirem os papéis de pais de um bebê. &quot;Nem sempre se casar é o ideal nesse início de vida, ainda mais</div><div>se terão de viver sob o mesmo teto que os pais&quot;, comenta a especialista, que é organizadora do livro “Terapia de Família com Adolescentes&quot; (Ed. Roca). Veja o artigo original publicado <a href="https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2014/12/16/casamento-nao-deve-ser-solucao-para-gravidez-inesperada.htm#fotoNav=1">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​Pai que mima filho adulto 'castra' potencialidades, diz psiquiatra</title><description><![CDATA[É comum encontrar pais que estendem os cuidados que têm com os filhos durante a infância para outras fases da vida. Na adolescência, por exemplo, continuam a levá-los para escola e, mesmo o estudante cursando o ensino médio, tomam todas as providências dos trabalhos escolares e cuidam de afazeres domésticos que o jovem, teoricamente, teria de fazer, como arrumar a cama e organizar o quarto. Em muitos casos, quando os filhos atingem a idade adulta, os pais seguem tomando conta de coisas que eles<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_c465c4e64c59499e9b2da848add0d246%7Emv2.jpg/v1/fill/w_615%2Ch_300/c3b70d_c465c4e64c59499e9b2da848add0d246%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>​Heloísa Noronha​, Do UOL</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/19/%E2%80%8BPai-que-mima-filho-adulto-castra-potencialidades-diz-psiquiatra</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/19/%E2%80%8BPai-que-mima-filho-adulto-castra-potencialidades-diz-psiquiatra</guid><pubDate>Wed, 19 Apr 2017 11:56:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_c465c4e64c59499e9b2da848add0d246~mv2.jpg"/><div>É comum encontrar pais que estendem os cuidados que têm com os filhos durante a infância para outras fases da vida. Na adolescência, por exemplo, continuam a levá-los para escola e, mesmo o estudante cursando o ensino médio, tomam todas as providências dos trabalhos escolares e cuidam de afazeres domésticos que o jovem, teoricamente, teria de fazer, como arrumar a cama e organizar o quarto. Em muitos casos, quando os filhos atingem a idade adulta, os pais seguem tomando conta de coisas que eles deveriam assumir, como marcar consultas médicas, pagar contas no banco, licenciar o carro, fazer o Imposto de Renda etc. Ou seja, demandas de qualquer adulto. Alguns são bem-sucedidos profissionalmente e financeiramente independentes, mas preferem ficar sob os cuidados paternos em determinados aspectos. Antes de buscar compreender o que há por trás dessa dinâmica familiar, a psiquiatra Julieta Mejia Guevara, diretora da Neurohealth – Centro de Métodos Biológicos em Psiquiatria, do Rio de Janeiro (RJ), observa que a questão tem um viés cultural. &quot;Nossa cultura paternalista faz parecer normal adultos de 40 anos morarem com os pais ou retornarem ao lar parental após uma separação. Isso não só encoraja a superproteção como a confunde com a expressão de afeto. É uma castração das potencialidades que o filho venha a apresentar e da capacidade de pensar em soluções para assuntos vitais&quot;, comenta. Eis um ponto crucial: a responsabilidade dos envolvidos perante a situa. &quot;Os filhos são frágeis? Os pais querem se sentir úteis? O fato é que as relações humanas são como jogos com regras, as pessoas aceitam ou não jogar. Ninguém nasce folgado, frágil, incompetente. Cada qual vai construindo sua forma de viver. A maneira como pais e filhos lidam com os desafios da vida deve ser avaliada para as saídas conduzam à maturidade da família&quot;, diz a terapeuta familiar Edith Rubinstein, coordenadora do Centro de Estudos Seminários de Psicopedagogia, de São Paulo (SP). A educação e o modo de criação dados pelos pais é determinante para a autonomia dos filhos. &quot;A superproteção é negativa, pois trata-se de uma forma de mostrar que os pais não confiam que o filho dá conta de determinadas coisas. Então, dificilmente contribuem para o desenvolvimento”, fala Quezia Bombonatto, diretora da ABPp (Associação Brasileira de Psicopedagogia). Os fatores que estão por trás das atitudes superprotetoras são os mais diversos possíveis. Um deles é a tentativa de compensar a rigidez com que foram criados. “Pessoas educadas por pais autoritários procuram exercer o oposto com seus filhos, baseadas na falsa ideia de que não se deve frustrar a criança ou o jovem. Só que sem frustração não há desenvolvimento&quot;, diz Ana Paula Magosso Cavaggioni psicóloga da Clia Psicologia, Saúde e Educação, de Santo André. Outros consideram que foram negligenciados na infância e tendem a agir de maneira extremamente zelosa, para suprir as próprias necessidades, não as de seus filhos. Segundo o terapeuta familiar e de casal Luciano Passianotto, de São Paulo (SP), há, ainda, os pais que, movidos por um desejo inconsciente e egoísta, querem que os filhos nunca os abandonem, mantendo-os dependentes. “Em alguns casos, há um sentimento de culpa por algo que eles julguem ter falhado com os filhos, levando a essa compensação irresponsável. E existem aqueles que negam a possibilidade de um dia virem a faltar, que é a ordem natural da vida&quot;, conta.Construção da autonomia  Muitos pais só se dão conta da superproteção quando os filhos crescidos se mostram dependentes além da conta. O ideal seria que começassem a estimular a autonomia nos primeiros anos. &quot;Desde cedo é trabalhar o que a criança pode fazer sozinha, possibilitando que ela tente, mesmo que as coisas não saiam perfeitas. Se ela já tem condições de se alimentar sem ajuda, incentive, mesmo que faça sujeira. Os pais não podem procurar desculpas para não ensinar a criança a ter a própria independência&quot;, declara Quezia Bombonatto. Para o terapeuta familiar Luciano, quem não prepara os filhos para uma vida independente não é um bom cuidador, mesmo prestando todos os outros cuidados de forma impecável. “Deve-se avaliar constantemente se o nível de maturidade dos filhos é compatível com sua idade e intervir sempre que necessário, delegando mais responsabilidades, por mais que isso doa. Isso é papel dos pais, não do filho&quot;, diz.</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2014/12/25/pai-que-mima-filho-adulto-castra-potencialidades-diz-psiquiatra.htm">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​Veja dez atitudes erradas de quem quer salvar um relacionamento</title><description><![CDATA[Os sinais de que um relacionamento não está indo bem podem ser ameaçadores para algumas pessoas, que rapidamente se desdobram para reverter o cenário. Algumas medidas, entretanto, podem ser mais danosas do que saudáveis para se conseguir o que quer, conforme os exemplos a seguir. FAZER PROMESSAS QUE NÃO PODEM SER CUMPRIDAS: ao discutir uma relação que não está indo bem é muito comum que surjam acusações e críticas sobre comportamentos um do outro. Segundo o terapeuta familiar e de casal Luciano<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_3fa10c4bbf8741bc96825c2aa3d2dcc4%7Emv2.jpg/v1/fill/w_627%2Ch_326/c3b70d_3fa10c4bbf8741bc96825c2aa3d2dcc4%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Heloísa Noronha, do UOL,</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/18/%E2%80%8BVeja-dez-atitudes-erradas-de-quem-quer-salvar-um-relacionamento</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/18/%E2%80%8BVeja-dez-atitudes-erradas-de-quem-quer-salvar-um-relacionamento</guid><pubDate>Tue, 18 Apr 2017 11:42:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_3fa10c4bbf8741bc96825c2aa3d2dcc4~mv2.jpg"/><div>Os sinais de que um relacionamento não está indo bem podem ser ameaçadores para algumas pessoas, que rapidamente se desdobram para reverter o cenário. Algumas medidas, entretanto, podem ser mais danosas do que saudáveis para se conseguir o que quer, conforme os exemplos a seguir.</div><div>FAZER PROMESSAS QUE NÃO PODEM SER CUMPRIDAS: ao discutir uma relação que não está indo bem é muito comum que surjam acusações e críticas sobre comportamentos um do outro. Segundo o terapeuta familiar e de casal Luciano Passianotto, de São Paulo (SP), ambos devem refletir sobre as reclamações, mas devem evitar promessas de concessões, mudanças de atitude ou de opinião quando se sabe que não podem ser cumpridas. &quot;É uma solução temporária que não resolve a crise. Apenas causará mais dor e tornará as coisas ainda mais complicadas em um futuro próximo&quot;, dizUSAR A SEDUÇÃO PARA PRENDER O PAR: na tentativa de resgatar uma intimidade ou cumplicidade abalada, alguns homens e mulheres tentam resolver problemas na cama. Lingeries novas, flores, bilhetes eróticos ou românticos... São vários os artifícios para criar um clima sedutor que, na maior parte das vezes, provoca apenas constrangimento, principalmente se as questões que os dois precisam resolver não têm absolutamente nada a ver com sexo. &quot;Mesmo que a transa aconteça e seja muito boa, dificilmente será suficiente para recolocar a relação nos trilhos. A química entre um casal pode existir e persistir apesar das desavenças no dia a dia, mas não irá fazê-las desaparecer. Em algumas circunstâncias, um ou outro pode até se sentir usado&quot;, afirma Cleide Vieira, terapeuta de casal do Rio de Janeiro (RJ)NÃO DAR ESPAÇO AO OUTRO: para o terapeuta familiar e de casal Luciano Passianotto, quando uma relação está em crise, é melhor evitar uma urgência exagerada na resolução dos problemas, pressionando demais o parceiro por posturas e decisões imediatas. &quot;Alguns pontos precisam de tempo para serem digeridos, para que se possa decidir sobre eles. Às vezes, querer um pouco de espaço para ficar só não significa estar escapando da relação. Ficar em cima buscando influenciar as decisões do outro o tempo todo pode prejudicar mais do que ajudar&quot;, observaTOMAR ATITUDES SEM AVISAR O PAR: se o relacionamento está em crise, mas não acabou, vocês continuam a se considerar um casal, certo? Então nada mais desgastante para uma situação já complicada do que tomar certas medidas (doar objetos ou colocar a casa à venda, por exemplo) sem comunicar o par, mesmo que estejam dando um tempo e temporariamente não vivam sob o mesmo teto. &quot;Mesmo que você considere as atitudes positivas para ambos, o parceiro deve ser consultado. Caso contrário, haverá conflito. Lembre-se: autoritarismo não ajuda a relação a se salvar&quot;, fala a psicóloga Ana Maria D'Alessandro de Camargo, de São Paulo (SP)ACEITAR PREMATURAMENTE O FIM: ficar aturdido com a percepção ou constatação de que algo não está indo bem na relação, e com isso deixar de fazer as coisas do cotidiano e de se cuidar, é uma atitude derrotista. Ainda que sua intenção seja a de deixar o par à vontade para repensar o relacionamento e de demonstrar descontentamento, desistir antes de a batalha realmente estar declarada só levará você de encontro ao que não deseja. &quot;As pessoas gostam de ter alguém ao lado que saiba se cuidar e dê conta de si. Não é fácil segurar a própria onda, imagine ter que segurar a do outro&quot;, diz a psicóloga Ana Maria D'Alessandro de CamargoQUERER TER UM FILHO: para o terapeuta familiar e de casal Luciano Passianotto, acreditar que um filho pode salvar um relacionamento pode fazer sentido, já que ambos terão algo em comum para compartilhar, mas, na prática, esse novo elo pode não ter efeito ou ter um efeito contrário na relação do casal. &quot;Muito da energia do casal passa a ser direcionada à criança e não ao relacionamento, tornando-os ainda mais afastados quando a relação já não vai bem. Um filho é uma das mais importantes decisões na vida das pessoas e deve ser o centro dessa decisão, não um relacionamento&quot;, declaraFORÇAR UMA TERAPIA QUANDO O OUTRO NÃO QUER: a terapia é uma técnica muito eficiente para ajudar o casal a atravessar uma crise ou aprender a se comunicar melhor, já que o profissional enxerga os conflitos sob um ponto de vista neutro e conta com várias ferramentas para ajudar os dois a se entenderem. No entanto, ambos precisam estar dispostos a participar e a encará-la com seriedade. &quot;Quando só um se compromete e expõe os problemas, e o outro se fecha ou, pior, ridiculariza ou atrapalha o processo, o risco das brigas aumentarem é grande&quot;, fala a terapeuta de casal Cleide Vieira, do Rio de Janeiro (RJ). Salvar um relacionamento deve ser uma decisão do casal, nunca uma imposição de um dos ladosENVOLVER AMIGOS E PARENTES NA SITUAÇÃO: ?Amigos e parentes são importantes para dar suporte emocional nos momentos difíceis da vida, mas envolvê-los em decisões ou pedir que intervenham em questões do seu relacionamento coloca todos em uma posição desconfortável&quot;, afirma o terapeuta familiar e de casal Luciano Passianotto. Além disso, dificilmente essas pessoas terão uma posição neutra diante das circunstâncias, mesmo sem acompanhar de perto a vida do casal. Culpa, vergonha e sensação de dever acabam permeando as decisões, o que definitivamente não são as questões mais importantes quando se decide sobre um relacionamentoNÃO CONVERSAR ABERTAMENTE: de acordo com o psicólogo clínico e coach João Alexandre Borba, de São Paulo (SP), não falar claramente sobre quais são as expectativas de cada um para o relacionamento é um erro grave. Em muitos casos, as pessoas discutem sobre o que atrapalha o romance ou o que gostariam que o parceiro mudasse em sua maneira de ser, mas nunca sobre o que esperam dos rumos da relação. &quot;Às vezes, cada um pensa uma coisa completamente diferente do outro. É preciso esclarecer isso, alinhar as expectativas e torná-las compatíveis. É difícil manter um relacionamento saudável quando cada uma das partes deseja coisas distintas&quot;, diz o especialistaASSUMIR CULPA PELO QUE NÃO FEZ: ir contra seus princípios ou assumir a responsabilidade por erros do outro para salvar um relacionamento coloca a pessoa em uma situação de passividade e conflito consigo mesma. &quot;O preço por conseguir manter a relação dessa forma é muito alto. E essa atitude abre caminho para o par sentir que pode levar o casamento sem a consideração adequada, o que piora as coisas ao longo do tempo&quot;, explica o terapeuta familiar e de casal Luciano Passianotto.</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="https://estilo.uol.com.br/comportamento/album/2015/01/09/veja-dez-atitudes-erradas-de-quem-quer-salvar-um-relacionamento.htm?foto=1">aqui.</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​Atitudes fora da cama que podem melhorar a sua vida sexual</title><description><![CDATA[Depois de algum tempo juntos, a vida sexual dos casais pode começar a desapontar. Quando passa o momento inicial em que tudo é novidade e a curiosidade ocupa a maior parte do tempo do casal é preciso tomar algumas atitudes para não cair na rotina. Mas, diferente do que pode se pensar, não é apenas com brinquedinhos e novas posições que se quebra a monotonia. É necessário também que o casal se dedique fora da cama. Confira as dicas do psicólogo Luciano Passianotto de como as atitudes fora da cama<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_92334c399a3b4e6d9dabc2a1d000d63f%7Emv2_d_5616_3744_s_4_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Agito SP</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/17/%E2%80%8BAtitudes-fora-da-cama-que-podem-melhorar-a-sua-vida-sexual</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/17/%E2%80%8BAtitudes-fora-da-cama-que-podem-melhorar-a-sua-vida-sexual</guid><pubDate>Mon, 17 Apr 2017 11:58:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_92334c399a3b4e6d9dabc2a1d000d63f~mv2_d_5616_3744_s_4_2.jpg"/><div>Depois de algum tempo juntos, a vida sexual dos casais pode começar a desapontar. Quando passa o momento inicial em que tudo é novidade e a curiosidade ocupa a maior parte do tempo do casal é preciso tomar algumas atitudes para não cair na rotina. Mas, diferente do que pode se pensar, não é apenas com brinquedinhos e novas posições que se quebra a monotonia. É necessário também que o casal se dedique fora da cama. Confira as dicas do psicólogo Luciano Passianotto de como as atitudes fora da cama podem melhorar a sua vida sexual.Sejam parceiros também fora da cama Quanto melhor for o relacionamento entre vocês, maiores as chances de vocês terem uma vida sexual mais satisfatória. Amizade, cumplicidade e confiança tornam todas as experiências entre vocês mais prazerosas, inclusive as sexuais. Intimidade, concessões mútuas e se importar em dar e receber prazer são muito importantes para melhorar a qualidade do sexo, e difíceis de conseguir de quem não é tão próximo.Surpreenda seu par Surpreender seu par na cama ajuda muito a melhorar sua vida sexual, mas não é sobre isso que estou falando. Ações que fogem da rotina do casal costumam despertar a vontade no outro levando a momentos mais intensos. Uma mensagem durante o trabalho com um convite para “algo especial”, um jantar diferente sem motivo com a sugestão da “sobremesa”, chegar com uma garrafa de vinho para celebrar os “781 dias” que vocês se conhecem… Seja sensual e abuse da criatividade.É importante, então dedique seu tempo Tempo é cada vez mais escasso e precioso, mas deixar para “quando der” vai acabar priorizando outras necessidades e compromissos e a vida sexual de vocês ficará em segundo plano. Marquem “encontros” para sair ou só para ficarem juntos, e reservem tempo para caprichar no ambiente, no visual, nas preliminares e no sexo sem pressa. Não dá por causa das crianças? Todos podem adorar se eles passarem uma noite com os avós. Sem chance? Que tal uma babá e uma fuga para um motel? Independente de onde e como, não se esqueçam de desligar os telefones.Cuide e goste do seu corpo Você não precisa se parecer com os modelos das revistas ou outdoors para ser sexy. O apelo sexual está muito mais em como você encara e como faz sexo do que na sua aparência. Pessoas com boa autoestima são mais atraentes e mais confiantes na cama, tendendo a ter uma vida sexual mais satisfatória. Isso não quer dizer que você possa descuidar do seu corpo. Uma dieta equilibrada e exercícios físicos ajudam a ter um melhor condicionamento físico para a prática do sexo, além de aumentar seus níveis de noradrenalina, serotonina e dopamina, que produzem uma sensação de relaxamento e bem-estar muito bem vinda.Autoconhecimento e comunicação Conheça bem seu corpo e suas zonas erógenas, e isso vai muito além de órgãos genitais. Note os pontos em todo o seu corpo que te dão prazer, masturbe-se, experimente, busque conhecer seus limites. Deixe a timidez de lado e peça o que sabe que gosta. Busque também conhecer seu par, do que e como gosta. Seja flexível e não tenha medo quando algo novo é sugerido, mas recuse algo que sabe que não gosta. Conversar sobre sexo os tornam mais íntimos e suas relações mais prazerosas.Valorize suas fantasias Todos têm fantasias sexuais, busque conhecer as suas e as de quem está com você. A forma mais óbvia de descobrir e compartilhar fantasias é conversando sobre o assunto, mas algumas ações podem facilitar. Filmes eróticos podem dar ideias de situações, contextos ou posições que te excitam. Busque assistir e apontar coisas que você toparia, o que você tem vontade e nunca faz, ou uma cena que mais te excitou, lembrando que o objetivo não é “copiar”. Visitar sex shops juntos também rende bons insights.Separe o amor do sexo Muita gente diz que sexo para ser bom precisa ter amor e isso leva a algumas confusões. Transar com a pessoa que você ama pode ser melhor, mas sexo e amor são impulsos bem diferentes, e durante o sexo deve-se aproveitar a sedução e a experiência com a pessoa que você ama de forma carnal, mesmo que em algum momento isso soe luxúria ou vulgar. Quando não se está transando (que é a maior parte do tempo) deve-se aproveitar o romantismo, o carinho e o amor de forma plena. Aprenda a separar estas coisas e aproveitar ambas melhor.</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="https://agitosp.com/2015/01/20/atitudes-fora-da-cama-que-podem-melhorar-a-sua-vida-sexual/">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​​Vocês disputam poder no relacionamento? Veja dez sinais (e pare com isso)</title><description><![CDATA[Um casal é, invariavelmente, formado por pessoas distintas, com seus próprios valores, trajetórias e características. Uma das mais perigosas armadilhas da vida a dois é transformar diferenças em rivalidades. Alguns sinais podem indicar se vocês estão disputando poder na relação: uma partida que, infelizmente, tem dois perdedores. Veja se é o seu caso a seguir. Por Heloísa Noronha, do UOL, em São Paulo QUEM SE IMPORTA MAIS COM OS FILHOS: a partir do momento em que um dos mais importantes fatores<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_1c4440945b0d4ddd86c5fbe966760c0c%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_325/c3b70d_1c4440945b0d4ddd86c5fbe966760c0c%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>​UOL Estilo</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/15/%E2%80%8B%E2%80%8BVoc%C3%AAs-disputam-poder-no-relacionamento-Veja-dez-sinais-e-pare-com-isso</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/15/%E2%80%8B%E2%80%8BVoc%C3%AAs-disputam-poder-no-relacionamento-Veja-dez-sinais-e-pare-com-isso</guid><pubDate>Sat, 15 Apr 2017 11:53:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_1c4440945b0d4ddd86c5fbe966760c0c~mv2.jpg"/><div>Um casal é, invariavelmente, formado por pessoas distintas, com seus próprios valores, trajetórias e características. Uma das mais perigosas armadilhas da vida a dois é transformar diferenças em rivalidades. Alguns sinais podem indicar se vocês estão disputando poder na relação: uma partida que, infelizmente, tem dois perdedores. Veja se é o seu caso a seguir. Por Heloísa Noronha, do UOL, em São Paulo QUEM SE IMPORTA MAIS COM OS FILHOS: a partir do momento em que um dos mais importantes fatores formadores de vínculo entre um casal se torna um ponto de discórdia, há uma série disputa de poder na família. &quot;Muitos pais querem mensurar quem é o melhor, quem faz atividades mais legais com os filhos, de qual dos dois as crianças gostam mais e brigam sobre em quais ombros pesam mais as responsabilidades e demandas da rotina&quot;, diz Maria do Céu Scribel, psicóloga de Porto Alegre (RS) especialista em terapia de casal e membro do site www.codigodamente.com. Para Eliana de Barros Santos, psicóloga, psicanalista e educadora de São Paulo (SP), quando o casal divide seu tempo realizando essas tarefas juntos e de forma equilibrada, tudo fica mais prazeroso e os filhos lucram por ter a presença de ambos em seu dia a dia. &quot;Além disso, o par tem sua relação fortalecida através da cumplicidade que se estabelece&quot;, diz UM SE SENTE MAIS SACRIFICADO DO QUE O OUTRO: de acordo com a psicóloga Eliana de Barros Santos, sempre chega a hora de um jogar na cara do outro que está abrindo mais mão das coisas do que o par. Por exemplo: quem faz mais horas extras no trabalho (e junta uma mais dinheiro para a compra um imóvel) ou quem está sobrecarregado com as tarefas domésticas. &quot;Fazer renúncias pelo bem-estar do casal é uma atitude louvável, mas perigosa. Se você faz isso, não cobre. Lembre-se: a doação do seu tempo não é um empréstimo. Combine antes as regras do jogo para não se sentir em desvantagem&quot;, fala Eliana QUAL DOS DOIS ATURA MAIS A FAMÍLIA DO PAR: se esse tipo de pergunta costuma vir à tona com frequência durante as conversas, dificilmente as questões do casal com as famílias de origem estão em harmonia. &quot;Aceitar a família do outro e respeitá-la é obrigação, mas isso não significa que você precisa forçar uma amizade que não existe. Coloque seus limites de forma gentil e não terá de conviver com uma pessoa de quem você não gosta todos os sábados na sua casa, por exemplo&quot;, diz a psicóloga Eliana de Barros Santos. Não é porque o par adora sua família que você também precisa gostar da dele. Através do diálogo franco ambos podem apontar seus limites QUEM INVESTE MAIS NA RELAÇÃO: quase sempre, na composição do casal, uma das partes é mais cuidadora e a outra mais cuidada. Desde o início do namoro é possível perceber aquele que vai se responsabilizar pela parte prática das coisas e o que vai ser mais dependente. &quot;Com o desenrolar dos acontecimentos, é comum que a parte cuidadora, com tendência a ser controladora, passe a exigir que o outro se submeta às suas vontades. É onde mora o perigo, pois o que cuida costuma se sentir no prejuízo quando não vê suas vontades atendidas e o conflito se estabelece&quot;, diz a psicóloga Eliana de Barros Santos. Para minimizar o dano, ambos devem rever seus papéis. Repensem suas obrigações assim que a primeira reclamação surgir. Ao acumular queixas, surge a mágoa, tornando mais difícil reequilibrar a relação SEXO É MOEDA DE TROCA: a frequência, a variedade e a intensidade sexual podem ser motivo de discórdia. Só que, na maior parte das circunstâncias, o sexo é uma moeda de troca, um meio de sinalizar outros problemas. &quot;O amor e o sexo exigem uma boa dose de generosidade e conexão. Em casais ressentidos pelos embates do dia a dia, o afastamento sexual é usado para punir e expressar desagrado&quot;, declara a psicóloga Maria do Céu Scribel. Todo desajuste relacionado ao desejo tem sua origem fora da cama. O sexo é alimentado por sutis detalhes cotidianos. Se uma das partes se sente prejudicada na relação, a vida sexual é afetada. Para resolver o impasse, avaliem como está a rotina de ambos e conversem abertamente sobre o relacionamento DINHEIRO É MOTIVO DE CONSTANTES BRIGAS: quem ganha mais? Quem gasta mais? Quem administra as contas? Essas questões geram sérios embates. &quot;Considere a forma como cada um enxerga o dinheiro a partir de suas experiências mais remotas. Entenda que o dinheiro pode representar poder e submissão e estar sendo usado como ferramenta para o controle do outro&quot;, explica a psicóloga Maria do Céu Scribel. Buscar compreender as crenças e emoções de cada um a respeito do assunto pode contribuir para desfazer uma disputa e fazer um uso mais produtivo da renda do casal para que conquistem, juntos, seus objetivos ALGUÉM SE SENTE &quot;ATROPELADO&quot;: o exemplo clássico costuma acontecer em uma roda de amigos ou familiares, quando um começa a contar uma história e o outro interrompe. Talvez o &quot;atropelador&quot; nem se dê conta disso, mas aquele que se vê constantemente podado, certamente, acumula mágoas. Abra o jogo e diga como está se sentindo, pois isso permite ao par se questionar e, assim, melhorar. &quot;Olhe com profundidade os seus medos de se colocar, de defender seu território. Só assim a outra pessoa poderá fazer uma autocrítica positiva&quot;, diz a psicóloga Maria de Melo Azevedo, de São Paulo, autora do livro &quot;A Coragem de Crescer - Sonhos e Histórias para Novos Caminhos&quot; (Ed. Summus) USO DO TEMPO E VIDA SOCIAL: o terapeuta familiar e de casal Luciano Passianotto, de São Paulo (SP), fala que o tempo que cada um dedica aos outros (amigos, familiares ou filhos) pode ser diferente. Isso costuma criar conflitos entre o casal. Primeiro, por um se sentir mais isolado do que o outro. E, segundo, porque a própria relação pode estar sendo negligenciada entre tantos afazeres. &quot;Balancear a vida a dois com as necessidades sociais e de trabalho é responsabilidade de ambos, que devem respeitar os momentos de cada e perceber quando os momentos a dois são necessários&quot;, afirma Luciano INDIVIDUALIDADE INCOMODA: é preciso ter em mente que cada casal deve construir o seu formato de viver a relação do jeito que se sentir mais confortável. &quot;Porém, muitas vezes, isso é motivo de brigas e desacordos. Um dos cônjuges pode se sentir desmerecido e enciumado quando o outro faz programas sozinho ou com amigos, causando inveja e reação vingativa&quot;, afirma Maria do Céu Scribel, psicóloga. O mesmo ressentimento ocorre nas situações em que um dos dois costuma se dedicar a um hobby ou a um esporte e outro não. Mais uma vez, o equilíbrio é a chave da questão. &quot;Um casal não pode deixar desejos individuais de lado nem priorizar demais as coisas que gostam de fazer sozinhos, deixando o parceiro sempre em segundo plano. Ao perceber que isso está acontecendo, balanceiem as atividades. Ambos precisam ter e saber qual o momento de ficar juntos e quais os destinados às atividades individuais&quot;, afirma o terapeuta familiar e de casal Luciano Passianotto, de São Paulo (SP) IMPOSIÇÃO DE VALORES E GOSTOS: cada pessoa tem suas histórias e personalidades diferentes. &quot;Valores distintos podem levar à impressão errada de que o outro não faz sua parte na relação, complicando a convivência&quot;, diz o terapeuta familiar e de casal Luciano Passianotto. Isso acontece, principalmente, quando um tenta convencer o outro de que aquilo que ele gosta ou acredita é o correto. É importante conversarem para que, juntos, se ajustem e aprendam a respeitas as diferenças e valorizar as semelhanças</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="https://estilo.uol.com.br/comportamento/album/2015/02/11/voces-disputam-poder-no-relacionamento-veja-dez-sinais-e-pare-com-isso.htm?foto=1">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dividida entre dois amores: como entender o que se passa no seu coração</title><description><![CDATA[Entenda se é possível gostar de duas pessoas ao mesmo tempo e o que você deve fazer nesses casos Quando o assunto é amor, dúvida é uma das primeiras palavras que vem à cabeça, né? Muitas vezes é bem complicado se dar bem quando esse é o assunto. Em primeiro lugar, é preciso ser correspondido, depois ajustar os pensamentos e a convivência. Isso tudo sem pensar na interferência de outras pessoas, as incertezas e o monte de coisas que às vezes as pessoas não dizem. Ufa! É para deixar qualquer uma<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_37833a9513d4493885365792008c4280%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_413/c3b70d_37833a9513d4493885365792008c4280%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Redação TodaTeen</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/14/Dividida-entre-dois-amores-como-entender-o-que-se-passa-no-seu-cora%C3%A7%C3%A3o</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/14/Dividida-entre-dois-amores-como-entender-o-que-se-passa-no-seu-cora%C3%A7%C3%A3o</guid><pubDate>Fri, 14 Apr 2017 11:43:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_37833a9513d4493885365792008c4280~mv2.jpg"/><div>Entenda se é possível gostar de duas pessoas ao mesmo tempo e o que você deve fazer nesses casos Quando o assunto é amor, dúvida é uma das primeiras palavras que vem à cabeça, né? Muitas vezes é bem complicado se dar bem quando esse é o assunto. Em primeiro lugar, é preciso ser correspondido, depois ajustar os pensamentos e a convivência. Isso tudo sem pensar na interferência de outras pessoas, as incertezas e o monte de coisas que às vezes as pessoas não dizem. Ufa! É para deixar qualquer uma superconfusa. Mas tudo que já é complicado tem a possibilidade de ficar ainda mais. Já pensou gostar de duas pessoas ao mesmo tempo? Pois se isso nunca aconteceu com você, considere-se sortuda, porque rola com muita gente e as chances de alguém sair magoado da história é bem grande, infelizmente.Como é possível gostar de duas pessoas ao mesmo tempo? Gostar de duas pessoas ao mesmo tempo? Será que isso é mesmo possível? Muita gente se faz essa pergunta! Afinal, é praticamente impossível ter exatamente o mesmo sentimento por duas pessoas totalmente diferentes e, por isso, sempre fica a dúvida se realmente está gostando dos dois ou apenas não está sabendo identificar o sentimento verdadeiro. Mas, segundo o psicólogo Luciano Passianotto, é sim possível gostar de duas pessoas ao mesmo tempo. Nesses casos, certamente as duas pessoas te fazem se sentir especial de alguma maneira e te fazem bem. No entanto, Luciano alerta que são pessoas diferentes e, fatalmente, o relacionamento com cada uma delas será também diferente. “A diversidade entre essas pessoas gera pequenas diferenças na forma como você gosta delas”, explica.Como escolher com quem ficar? Para o profissional, a dica mais eficaz na hora de tomar essa importante decisão é pensar em como você se sente em relação a eles. Por outro lado, escolher um dos dois pelo que você sente que eles são não é a alternativa mais acertada. “Não importa tanto o quanto eles sejam bonitos, populares ou importantes para os outros, mas sim o quanto eles significam para você”, alerta o psicólogo. Por isso, analisar a relação exclusivamente entre vocês dois é muito importante. Tente entender o quanto eles te valorizam e o quanto querem ficar ao seu lado.Evitar o sofrimento Não há outra receita para minimizar o sofrimento, além da sinceridade, segundo o psicólogo. Ele explica que a melhor maneira de entender como a situação das outras pessoas envolvidas é difícil é tentar se colocar no lugar delas.</div><div> “É melhor receber uma notícia ruim, do que se sentir traído por alguém ou sentir que foi usado”, explica.Posso ficar com os dois? Essa é uma decisão que só você pode tomar, mas, claro há riscos. A princípio a felicidade de não ter que se decidir pode ser grande. Mas o que será pouco prazeroso é gerenciar toda essa situação, segundo o psicólogo. “A possibilidade de alguém ou todos descobrirem sua opção sempre existe, e se isso acontecer, sua situação certamente ficará ruim e muito provavelmente você ficará ruim frente a ambos”, explica.</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="http://todateen.com.br/papo-bff/dividida-entre-dois-amores-como-entender-o-que-se-passa-seu-coracao/">aqui.</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​Cinco passos para melhorar o seu casamento​</title><description><![CDATA[O casamento é um passo muito importante na vida de um casal. A decisão de “juntar as escovas de dente” envolve toda uma idealização acerca da vida a dois. No entanto, o matrimônio está longe de ser um conto de fadas e traz consigo muitas responsabilidades e problemas que não existiam quando o casal ainda morava em casas diferentes. Segundo o psicólogo clínico e terapeuta de casal Luciano Passianotto, alguns conflitos da vida a dois podem ser contornados com simples atitudes. Ele dá cinco dicas<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_09c47a4759e3401cb9ca79cc64ffe5f4%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_376/c3b70d_09c47a4759e3401cb9ca79cc64ffe5f4%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Por Lilian Rossetti para o Portal Apontador</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/13/%E2%80%8BCinco-passos-para-melhorar-o-seu-casamento%E2%80%8B</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/13/%E2%80%8BCinco-passos-para-melhorar-o-seu-casamento%E2%80%8B</guid><pubDate>Thu, 13 Apr 2017 11:37:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_09c47a4759e3401cb9ca79cc64ffe5f4~mv2.jpg"/><div>O casamento é um passo muito importante na vida de um casal. A decisão de “juntar as escovas de dente” envolve toda uma idealização acerca da vida a dois. No entanto, o matrimônio está longe de ser um conto de fadas e traz consigo muitas responsabilidades e problemas que não existiam quando o casal ainda morava em casas diferentes.</div><div> Segundo o psicólogo clínico e terapeuta de casal Luciano Passianotto, alguns conflitos da vida a dois podem ser contornados com simples atitudes. Ele dá cinco dicas que podem melhorar a relação. Confira:Conheça bem seu parceiro antes de decidir pelo casamento O namoro e o noivado correspondem a um período em que o casal deve se dedicar a conhecer um ao outro – inclusive os defeitos. E mesmo conhecendo os defeitos do parceiro, deve-se levar em conta que outros surgirão com a convivência. O psicólogo explica que a máxima “depois do casamento eu resolvo” não é verdadeira. “Se um comportamento indesejado não mudou durante o namoro, período que costuma ser de mais dedicação ao outro, será muito mais difícil mudar depois do casamento”, afirma.Releve os defeitos menores e preze pelo diálogo Se algum comportamento do parceiro incomoda muito, é fundamental que exista um diálogo para que uma mudança seja possível. “A comunicação é importante para que ambos saibam o quanto determinado comportamento afeta o outro”, explica Passianotto. Mas também é importante aprender a lidar com problemas menores, pois todos têm defeitos e, sem a compreensão, nenhum tipo de relação seria possível. “Nos problemas maiores deve-se discutir em busca de uma mudança de hábito, mas os menores devem ser relevados para evitar um clima de eterna tensão”, avalia o psicólogo.Mantenha o equilíbrio na vida social Receber amigos em casa, sair com colegas de trabalho e tudo que envolve a vida social não deve ser excluído da sua vida por causa do casamento, mas é preciso encontrar um equilíbrio, para que os dois fiquem satisfeitos. “A vida social é muito importante para o casal, mas deve ser gerenciada de forma a trazer prazer para ambos”, afirma o psicólogo. “O importante é buscar sempre o equilíbrio”, completa.Não encare o excesso de intimidade como um problema Algumas pessoas acreditam que o excesso de intimidade estraga a relação e que é necessário manter sempre a possibilidade de descobrir o outro. Mas isso nem sempre é verdade. “O casal pode sempre conseguir satisfação sentimental e, principalmente, sexual, com a intimidade”, diz o psicólogo.</div><div>Não transforme a paixão em obrigação</div><div>A paixão é fundamental para todos os casais, mas encará-la como uma obrigação pode gerar uma cobrança desnecessária e acabar prejudicando a relação a dois. Procure entender e respeitar o momento do seu parceiro. “É preciso ser compreensivo quando o foco do casal estiver em algo diferente e, principalmente, buscar sempre reinventar e revitalizar a paixão&quot;. Veja o artigo original publicado <a href="http://dicascidade.com.br/lifestyle/cinco-passos-para-melhorar-seu-casamento/">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​O que fazer quando seu filho vaza vídeo íntimo na internet?</title><description><![CDATA[Você concorda com as chineladas que um adolescente levou da mãe depois que vazou o vídeo íntimo dele com a ex-namorada? Veja o que psicólogos dizem sobre o caso! O caso ganhou repercussão nacional: uma mãe de Belo Horizonte, Minas Gerais, aplicou uma surra no filho adolescente depois de saber que ele filmou um vídeo íntimo feito com a ex-namorada e que a gravação acabou caindo e "viralizando" na internet. Irritada, a mãe, então, gravou o "corretivo" dado no adolescente e enviou para a<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_e6cde8fa88d847679e87d223172f9cd0%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>​Madson Moraes para Tempo de Mulher</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/13/%E2%80%8BO-que-fazer-quando-seu-filho-vaza-v%C3%ADdeo-%C3%ADntimo-na-internet</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/13/%E2%80%8BO-que-fazer-quando-seu-filho-vaza-v%C3%ADdeo-%C3%ADntimo-na-internet</guid><pubDate>Wed, 12 Apr 2017 11:35:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_e6cde8fa88d847679e87d223172f9cd0~mv2.jpg"/><div>Você concorda com as chineladas que um adolescente levou da mãe depois que vazou o vídeo íntimo dele com a ex-namorada? Veja o que psicólogos dizem sobre o caso! O caso ganhou repercussão nacional: uma mãe de Belo Horizonte, Minas Gerais, aplicou uma surra no filho adolescente depois de saber que ele filmou um vídeo íntimo feito com a ex-namorada e que a gravação acabou caindo e &quot;viralizando&quot; na internet. Irritada, a mãe, então, gravou o &quot;corretivo&quot; dado no adolescente e enviou para a ex-namorada, a maior vítima de toda a história. Aí o episódio ganhou novos contornos: o vídeo com as chineladas também acabou caindo na web. Em entrevista ao site de notícias &quot;G1&quot;, a mãe disse que a intenção era mostrar para a ex-namorada do filho que a filmagem era inadmissível e que o vídeo da surra era para ficar apenas entre as duas. A mãe do rapaz afirmou ainda que o vídeo do castigo &quot;virou uma vergonha para toda a família&quot; e responsabilizou a ex do filho pela divulgação. A mãe do adolescente, então, desabafou no Twitter, depois, que o assunto ganhou as redes sociais e os principais sites de notícias. &quot;Meu filho não divulgou o vídeo de ninguém. Eu bati nele por ter filmado a ex. Mandei para ela ver que eu não aceito essas coisas. Era para ser entre nós&quot;, declarou ela. &quot;Bati para ele aprender a lição. O castiguei mesmo sabendo que não foi ele quem espalhou o vídeo. Castiguei pelo fato de ter filmado. E castigaria outra vez!&quot;, completou a mãe no Twitter. De acordo com o Conselho Tutelar, se denunciada, a mãe do adolescente pode responder por expor o filho à violência física e psicológica e pelo constrangimento devido à publicação do vídeo. O ato é considerado crime, com base na Lei da Palmada e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).Você concorda com a atitude da mãe? Segundo os psicólogos consultados pelo Tempo de Mulher, ainda que o episódio seja extremamente grave e inadmissível, a punição física não é o caminho mais apropriado. &quot;Nunca devemos bater em um filho. Essa atitude é injusta, agressiva e nada educativa. Essa mãe não soube resolver o problema. Ela está perdida, não sabe o que fazer e precisa de ajuda para educar o rapaz&quot;, opina a terapeuta familiar Roberta Palermo. &quot;Já sabemos que esse novo hábito [de compartilhar vídeo íntimo] está fervendo na adolescência, então, pais e mães precisam ensinar seus filhos a nunca filmarem esses momentos, nem mandar fotos íntimas e, muito menos, espalhar o vídeo de outra pessoa&quot;, completa Roberta. Para o psicólogo clínico Luciano Passianotto, além de fazer a coisa errada, a mãe acabou atraindo ainda mais atenção para o fato. &quot;Isso certamente prejudicou mais a situação constrangedora pelo qual a garota exposta já tinha passado&quot;, avalia. Po sua vez, Cynthia Wood, que é psicóloga e psicopedagoga na Clínica &quot;Crescendo e Acontecendo&quot;, entende que a mãe não soube mostrar da forma correta ao filho onde ele errou e porque errou. &quot;Infelizmente, a mãe tomou a máxima &quot;olho por olho, dente por dente&quot; nesta situação, agredindo o filho verbal e fisicamente ao gravar um vídeo no qual expõe a agressão. Isso gera uma situação humilhante para o rapaz em vez de aprendizado. O envio desse vídeo traz consequências emocionais como a quebra do vínculo de confiança entre filho e mãe&quot;, adverte Cynthia. A lição que as chineladas dadas pela mãe do rapaz traz, reforça Triana Portal, psicóloga clínica e psicoterapeuta, até pode ser adquirida, mas será por meio do medo e não trará o aprendizado, entendimento e a compreensão do que é certo e errado. &quot;A mãe agiu por impulso, baseada na crença de que a violência resolve tudo&quot;, ressalta. Já para a garota ficam os danos emocionais e o preconceito diante de uma sociedade machista que procura sempre colocar a culpa nas mulheres. &quot;A vingança, nesse caso, tem um peso na questão de gênero. A mulher é sempre mais afetada porque, culturalmente, quando exposta sua intimidade e sexualidade, acaba com sua moral e fica maculada. E para o homem isso pode até enaltecer, mas, sim, há danos para o rapaz. Além das violências física e psicológica causadas pela surra dada pela mãe, fica o constrangimento da exposição e, certamente, isso causará danos emocionais por um bom tempo&quot;, completa Triana.Vazamento de vídeo íntimo ainda não é crime De acordo com a advogada especialista em Direito Privado, Cecilia Helena Ziccardi Teixeira de Carvalho, sócia responsável de Bobrow e Teixeira de Carvalho Advogados, o vazamento de vídeo íntimo ainda não é tipificado como crime. Ela ressalta que a Lei 12.737/2012, conhecida como Lei Carolina Dieckman, apesar de ser um avanço, criminaliza apenas a invasão de computadores para obtenção de vantagem ilícita, e não a exposição do conteúdo íntimo em si. Mas tudo poderia mudar se o Projeto de Lei 6.630/2013, de autoria do Deputado Romário Faria, entrasse na pauta do Congresso Federal. Isso porque propõe tornar crime a divulgação de fotos ou vídeos com cena de nudez ou ato sexual sem autorização da outra pessoa. A pena de detenção seria de um a três anos, sem prejuízo de multa, além de indenização para a vítima por danos materiais e morais. Para Márcio Cots, advogado especialista em Direito Digital, os tribunais têm enquadrado os vazamentos de vídeos íntimos nos crimes de injúria e difamação. &quot;O fato de vazar o vídeo sem autorização, muito mais pelo intuito de causar dano à imagem da pessoa e à honra dela, é tipificado como injúria ou difamação. Agora, se há outros objetivos por trás do vazamento, como o de não apenas denegrir a imagem, mas também um caso de chantagem para que a filmagem não seja exposta, aí também pode ser considerada extorsão&quot;, afirma o advogado.</div><div>VEJA O QUE OS ESPECIALISTAS DIZEM!</div><div>Pais e mães devem desaprovar a atitude do filho</div><div>&quot;Eles devem desaprovar totalmente essa atitude e mostrar o mal absurdo que foi feito ao outro que foi exposto. Além disso, precisam exigir do filho um pedido de desculpas e aplicar uma sanção, tirar um privilégio dele. Só assim sentirá o peso da ação inadequada que ele teve&quot;, aconselha a terapeuta familiar Roberta Palermo.</div><div>&quot;Pais e mães devem fazer o filho compreender que o que fez é muito errado e devem exigir um pedido formal de desculpas e alguma exposição pública na qual ele deixe claro que seu exemplo não deva ser seguido. É uma atitude que, apesar de não desfazer o ocorrido, dá uma lição eficaz e, talvez, socialmente útil&quot;, aponta o psicólogo clínico Luciano Passianotto.</div><div>&quot;Expliquem que essa &quot;brincadeira&quot; pode causar danos graves na vida dos envolvidos, além de possíveis penas impostas pela Justiça. O ideal é ensinar o seu filho a refletir sobre os próprios atos, o que é difícil para um jovem com toda sua impulsividade e necessidade de afirmação da personalidade, mas não impossível. Fazê-lo pensar nas consequências de atos e assumi-los, colocar-se no lugar dos outros, são treinos cotidianos que levam à construção de um cidadão consciente e civilizado&quot;, aponta a psicóloga clínica Triana Portal.</div><div>Punição</div><div>Pais e mães devem explicar aos filhos as consequências psicológicas que esta atitude traz para a outra pessoa envolvida no vídeo e mostrar que não se pode expor os outros na internet sem o consentimento delas. Mas, se o filho não se mostrar arrependido ou não ter entendido a gravidade da situação, os pais podem aplicar castigos que façam o jovem pensar e se arrepender.</div><div>&quot;A punição pode ir desde o adolescente não poder usar celular e internet por um tempo até as mais drásticas. Entre elas, fazer o adolescente realizar um trabalho de assistência voluntária a pessoas que foram vitimadas de exposição na internet e que tiveram suas vidas transformadas, a fim de que ele veja de perto o sofrimento que pode causar com esses atos&quot;, aponta a psicóloga e psicopedagoga Cynthia Wood.</div><div>Conceitos de ética e educação precisam vir de dentro de casa</div><div>&quot;A maior razão, geralmente, dessas atitudes tem origem na falta de limite, de ética e de educação, que precisam vir de casa. Os pais e mães não deixam seus filhos se frustrarem, não falam &quot;não&quot;, e aí eles não aprendem que existe um limite até onde podem ir. Pais e mães precisam desaprovar essa atitude da mesma maneira que ensinam sobre as drogas, sexo e outros assuntos&quot;, aponta a terapeuta familiar Roberta Palermo.</div><div>Os impactos de um vazamento de vídeo íntimo na internet</div><div>&quot;O jovem que filmou o vídeo íntimo precisa se desculpar para se inserir novamente no grupo social e pode ser que mesmo assim não seja aceito de volta. A jovem que teve sua imagem publicada sem autorização precisará de auxílio para superar o trauma que viverá por muito tempo. Temos que tomar cuidado para que a publicação desses vídeos não seja banalizada e vire modismo de uma geração&quot;, diz Roberta.</div><div>Para Cynthia, como a família acabou ficando conhecida na mídia depois que o vídeo feito pela mãe foi colocado na internet e &quot;viralizou&quot;, todos sofrerão por um tempo com toda sorte de comentários. &quot;No momento, o ideal é que ambas as famílias tenham apoio psicológico para superar traumas e reconstruir suas relações familiares e sociais&quot;, avalia a psicóloga.</div><div>Qual a responsabilidade do menor quando comprovado que vazou o vídeo íntimo?</div><div>De acordo com a advogada especialista em Direito Privado, Cecilia Helena Ziccardi Teixeira de Carvalho, sócia responsável de Bobrow e Teixeira de Carvalho Advogados, o menor cometeu ato infracional* e, se denunciado, poderá responder em razão da exposição das partes íntimas da jovem.</div><div>Por ser menor de idade, em princípio, a responsabilidade civil pelo ato danoso seria de seus genitores [pai e mãe], como está descrito no artigo 932 do Código Civil.</div><div>*Ato infracional é um ato condenável, de desrespeito às leis, à ordem pública, aos direitos dos cidadãos ou ao patrimônio, cometido por crianças ou adolescentes.</div><div>Como as vítimas de vazamentos de vídeos íntimos podem se proteger?</div><div>&quot;Infelizmente, após o vazamento do vídeo, o dano já foi causado. Como medida para diminuir o prejuízo, a família da vítima deve, imediatamente, solicitar por escrito ao provedor de internet a retirada do vídeo do ar, registrar um boletim de ocorrência (B.O.) e ingressar com ação visando a reparação dos danos civis&quot;, recomenda a advogada Cecília.</div><div>Há punição? &quot;Atualmente, a não ser na hipótese de a vítima ser menor de idade e o agente maior de idade, a única punição é na esfera cível, com a condenação ao pagamento de indenização pelos danos causados&quot;, completa ela. </div><div>Vítimas podem se apoiar na Lei Maria da Penha</div><div>Para Cecília, no caso da vítima ser mulher, enquanto não se aprova o Projeto de Lei que torna crime a divulgação de fotos ou vídeos com cenas de nudez ou ato sexual sem autorização da outra pessoa, uma solução é aplicar o artigo 5º da Lei Maria da Penha. Esta considera como violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial.</div><div>É inegável, reforça Cecília, que todos os elementos característicos da violência doméstica se encontram presentes também num vazamento de vídeo íntimo porque a ação é baseada no gênero, causando sofrimento psicológico e dano moral para a mulher.</div><div>&quot;Quando a vítima for menor de idade, o Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) prevê em seu artigo 241-A uma pena de reclusão de três a seis anos e multa para aquele que oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, distribuir, publicar ou divulgar por qualquer meio, inclusive pelo sistema de informática ou telemático, fotografia, vídeo ou outro registro que contenham cenas de sexo explícito ou pornográficos envolvendo criança ou adolescente&quot;, afirma a advogada.</div><div>No entanto, analisa Cecilia, essa pena prevista no artigo citado no ECA é aplicada apenas quando o homem for maior de idade, esquecendo-se o legislador de prever a sanção quando o agressor for menor. &quot;Hoje em dia, a vítima do vazamento de vídeo íntimo pode se socorrer do Judiciário para ver retirado do ar - de imediato - o conteúdo exposto. Além disso, pode solicitar a condenação do agente, em danos morais e materiais causados pelo ato&quot;, completa.</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="http://www.tempodemulher.com.br/amor-e-sexo/pais-e-filhos/o-que-fazer-quando-seu-filho-vaza-video-intimo-na-internet_">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​​9 sinais de que seu filho está viciado em tecnologia</title><description><![CDATA[Baixo desempenho escolar, pouca interação com outras crianças ou adolescentes e necessidade exagerada de registrar tudo nas redes sociais acendem o sinal de alerta dos pais Não é segredo para ninguém que crianças, cada vez mais novas, e adolescentes fazem uso da tecnologia rotineiramente. Seja no auxílio para desenvolver um trabalho escolar ou em um momento de distração, assistindo um vídeo ou participando de redes sociais, os smartphones, tablets e computadores estão sempre por perto. “Essa<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_915c898ae0b24e52aa1dcbf0e95bf9ed%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_389/c3b70d_915c898ae0b24e52aa1dcbf0e95bf9ed%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>​Fernanda Maranha - iG São Paulo</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/12/%E2%80%8B%E2%80%8B9-sinais-de-que-seu-filho-est%C3%A1-viciado-em-tecnologia</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/12/%E2%80%8B%E2%80%8B9-sinais-de-que-seu-filho-est%C3%A1-viciado-em-tecnologia</guid><pubDate>Wed, 12 Apr 2017 11:15:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_915c898ae0b24e52aa1dcbf0e95bf9ed~mv2.jpg"/><div>Baixo desempenho escolar, pouca interação com outras crianças ou adolescentes e necessidade exagerada de registrar tudo nas redes sociais acendem o sinal de alerta dos pais Não é segredo para ninguém que crianças, cada vez mais novas, e adolescentes fazem uso da tecnologia rotineiramente. Seja no auxílio para desenvolver um trabalho escolar ou em um momento de distração, assistindo um vídeo ou participando de redes sociais, os smartphones, tablets e computadores estão sempre por perto. “Essa ligação com a tecnologia vem acontecendo cada vez mais precocemente. Pais colocam desde muito cedo entretenimentos desse tipo para a criança ficar mais quieta em restaurantes, por exemplo”, observa, Sidneia Peres de Freitas, psicóloga da clínica Sintropia, referindo-se a aparelhos como smartphone e tablets com aplicativos e vídeos ao alcance dos pais e das crianças. Luciano Passianoto, psicólogo clínico, diz que o uso da tecnologia é sedutor para as crianças, que acabam entendendo-a como um padrão de entrada de informação e alerta: “Quanto antes inicia o processo de estabelecimento destes padrões, mais profundo pode ser o vício”.Quando é vício? Sidneia afirma que os joguinhos tecnológicos e as redes sociais se configuram como um vício e um problema importante quando o uso deles oferece prejuízo a outras áreas da vida da criança ou do jovem.Veja sinais de que seu filho pode estar viciado em tecnologia:</div><div>Um dos sinais é quando a criança ou o adolescente tem necessidade de registrar tudo que vive nas redes sociais. Eles podem estar precisando da atenção dos pais para orientá-los no melhor uso da tecnologia.Outro sinal de alerta para os pais acontece quando a criança ou o adolescente tem suas relações pessoais, seja com pessoas da família ou amigos, prejudicadas. É importante prestar atenção se seu filho consegue fazer e manter amizades.Se o desempenho escolar piora, pode ser sinal de que a criança está passando muito tempo na internet ou em jogos eletrônicos ao invés de estudar.Se o seu filho deixar de fazer atividades essenciais como tomar banho, comer ou dormir para usar o computador, é um sinal de que a atividade virou um vício. Se ao ver um filme, conversar com amigos ou até mesmo enquanto estuda a criança checa suas redes sociais de forma compulsiva, a relação com a tecnologia precisa ser observada de perto pelos pais. Mentir para passar mais tempo conectado – como fingir que dormiu – é um sinal de que a criança está viciada em tecnologia. Outro sinal de vicio em tecnologia é priorizar o videogame ou computador a qualquer outro evento social.Irritabilidade exagerada quando a internet cai ou a bateria do aparelho acaba não é um bom sinal.Se quando a mãe tira o aparelho do filho ele se descontrola, pode estar viciado.</div><div> Sidneia defende que em cada idade a orientação para lidar com o vício é diferente. “Com criança pequena é de um jeito mais lúdico, oferecendo outra brincadeira. Já os adolescentes pensam que sabem o que é melhor para si e com isso rejeitam a sugestão dos pais”. Por isso, ela recomenda até que se procure ajuda profissional para lidar com a situação, caso o problema cause incômodo para o jovem ou sua família. Geralmente, os pais também fazem uso da tecnologia, e este é outro motivo que dificulta a proibição, contraindicada pelos especialistas. Quando uma criança vê os pais usando um aparelho tecnológico que ela também gosta de usar, é difícil convencê-la de que o seu uso é prejudicial. Luciano destaca a importância de participar de forma mais próxima da rotina da criança para saber qual a demanda que ela busca suprir com a tecnologia para então estabelecer diferentes estratégias para lidar com cada caso. “A estratégia depende da demanda identificada. Se a demanda é por jogos que desafiam a inteligência, tentar fazer isso sem o uso da tecnologia, com atividades mais tradicionais. Se a demanda é por competição, a mãe pode colocar a criança ou o adolescente em um esporte. Se ele busca por informação, precisa ser estimulado a ler um pouco mais”, afirma.</div><div> Veja o artigo original publicado <a href="http://delas.ig.com.br/filhos/2015-05-22/sinais-de-que-seu-filho-esta-viciado-em-tecnologia.html">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>9 estratégias para propor fantasias sexuais sem assustar o par</title><description><![CDATA[Falar sobre fantasias sexuais pela primeira vez pode ser desafiador. O segredo é preparar o par para a possibilidade, instigando a curiosidade, ouvindo seus receios e opiniões e, principalmente, explicando o prazer que poderão desfrutar juntos. A seguir, especialistas ensinam estratégias para pôr o assunto em pauta PREPARE O TERRENO | Espere a hora mais adequada para abordar o assunto. No quarto, apesar de ser o cenário mais comum para transar, pode quebrar o clima, deixando o par desconfortável<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_7e264529af634f5aa2c40f3d2071c269%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Heloísa Noronha - Colaboração para o UOL</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/05/08/9-estrat%C3%A9gias-para-propor-fantasias-sexuais-sem-assustar-o-par</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/05/08/9-estrat%C3%A9gias-para-propor-fantasias-sexuais-sem-assustar-o-par</guid><pubDate>Tue, 11 Apr 2017 10:54:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_7e264529af634f5aa2c40f3d2071c269~mv2.jpg"/><div>Falar sobre fantasias sexuais pela primeira vez pode ser desafiador. O segredo é preparar o par para a possibilidade, instigando a curiosidade, ouvindo seus receios e opiniões e, principalmente, explicando o prazer que poderão desfrutar juntos. A seguir, especialistas ensinam estratégias para pôr o assunto em pautaPREPARE O TERRENO | Espere a hora mais adequada para abordar o assunto. No quarto, apesar de ser o cenário mais comum para transar, pode quebrar o clima, deixando o par desconfortável ou acuado. Já em um lugar sem qualquer clima de intimidade pode ficar sem contexto. Espere por um momento em que vocês estejam próximos, falando do relacionamento, e &quot;investigue&quot; o que a pessoa pensa sobre o tema. Você pode falar de forma ampla, sobre fantasias de forma geral, ou de modo específico, sobre o que gostaria de fazer. De acordo com sua percepção, opte por uma ou outra estratégia. O importante é observar como a pessoa vai reagir e aí aprofundar (ou não) a questãoMOSTRE FILMES, VÍDEOS OU IMAGENS | Lançar mão desse recurso facilita quando não se consegue descrever muito bem a fantasia ou ainda para colocar os dois no clima, quando ambos já toparam. Mas escolha produções que permitam que vocês se vejam naquela cena, pois há o risco de não conseguirem fazer a relação entre as imagens e a vida real. E se não houver identificação, a situação pode se tornar estranha. Quando estiverem vendo, fale o quanto isso excita você e pergunte ao par se ele também curte. Se perceber entusiasmo ou curiosidade, pode propor tranquilamente realizá-laAPRESENTE AS NOVIDADES AOS POUCOS | Comece sugerindo posições diferentes, mudando o roteiro das preliminares e, pouco a pouco, vá falando coisas que levem a pessoa a pensar em novas possibilidades. Outra ideia é adicionar elementos para o quarto que vá compondo um novo cenário, no qual sua fantasia, futuramente, poderá ser realizada, como peças de roupas e acessórios eróticosINSTIGUE A CURIOSIDADE | Fantasias sexuais são brincadeiras entre o casal e devem ser tratadas como tal, permitindo que ambos se divirtam. Exigir, coagir ou chantagear o outro a fazer algo que não gosta ou não está preparado será ruim para o relacionamento. Uma boa maneira de instigar a curiosidade do outro é falar sobre a sua. Diga que viu uma cena ou leu em uma revista sobre a fantasia que deseja realizar, explique que gostaria de saber como deve ser fazer sexo de tal maneira e peça opiniãoFALE SOBRE O PRAZER PARA OS DOIS | Coloque-se no lugar do outro e busque entender como suas fantasias podem proporcionar prazer a ambos. Isso certamente fará sua proposta mais interessante e atraente. Esmiuce as sensações. Explique se o prazer vai ser corporal, se a fantasia mexe mais com as emoções, se é uma variação ainda mais gostosa do que já fazem na cama e por aí vaiDEIXE O PAR À VONTADE PARA FALAR DAS PRÓPRIAS FANTASIAS | Criar um clima propício para se falar abertamente sobre sexualidade é o primeiro passo para que os parceiros revelem seus desejos mais íntimos. Ambos devem cultivar o hábito de falar sobre sexo a qualquer hora e em qualquer lugar em que estejam a sós, e não somente dentro de um quarto. Quando o ambiente ajuda fica mais fácil compartilhar as fantasias mais picantes. Se você quer ver seus desejos atendidos, precisa aprender a ouvir também o que o outro espera e fantasia. Empatia sexual é a chave.EXPLIQUE O PAPEL DO PAR | Antes de propor a fantasia, é importante ter noção de como será para o par, que não é um objeto ou um acessório para sua satisfação e, sim, uma pessoa com sentimentos, crenças, valores e experiência sexual. Ter conhecimento de onde está pisando é fundamental para ter sucesso na realização da fantasia. Não há motivo para não investir em seu desejo, mas ter o cuidado de considerar a outra pessoa é a melhor forma de aumentar a intimidade do casal e incrementar a vida sexual para ambos.AVISE QUE O SEXO NÃO É RUIM | Algumas pessoas podem ficar enciumadas com as fantasias do par ao compreendê-las como uma insatisfação e interpretar que o sexo que estão fazendo não é bom o suficiente. É importante explicar que experimentar variações pode tornar o relacionamento ainda mais quente e cúmplice. E é bem comum, na primeira vez, que a realização da fantasia, ou sua tentativa, cause mais estranhamento do que prazer, por ser algo diferente. Repitam em outras oportunidades, aperfeiçoando as técnicas até chegar à satisfaçãoNÃO MENOSPREZE NEM SUBESTIME PUDORES E RECEIOS | Não se deve ignorar o fato de que várias pessoas ainda são movidas por uma moral religiosa muito rígida ou pelos valores de uma educação repressora. Conversar com o outro sobre pudores e anseios ajuda a relativizá-los. Quando se tem uma fantasia sexual, primeiramente, é preciso ter certeza de que não vai haver culpa ou arrependimento após realizá-la, pois, às vezes, ela é muito mais excitante e divertida na imaginação do que na vida real</div><div>Veja o álbum completo publicado <a href="https://estilo.uol.com.br/comportamento/album/2015/10/01/9-estrategias-para-propor-fantasias-sexuais-sem-assustar-o-par.htm">aqui</a></div><div>FONTES: Cristina Romualdo, psicóloga, mestre em ciência da saúde pela Unifesp (Universidade Federal do Estado de São Paulo) e educadora do Instituto Kaplan; Luciano Passianotto, terapeuta familiar e de casal; Maria Cristina de Faria Dias, psicóloga clínica e terapeuta sexual, e Arlete Girello Gavranic, terapeuta sexual e coordenadora do curso de pós-graduação em educação e terapia sexual do Isexp (Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática)</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Filho favorito tem mais risco de depressão</title><description><![CDATA[Estudo norte-americano aponta que os filhos preferidos da mãe apresentam maiores chances de desenvolver sintomas da depressão. Entenda Se você tem irmãos, provavelmente se lembra de que um de vocês costuma ser (ou ainda é) o queridinho do pai ou da mãe. E muito provavelmente, se o escolhido não era você, em algum momento você fez questão deixar claro que notou o favoritismo e que jamais faria algo assim com seus próprios filhos... Só que, agora que você é pai ou mãe, não é bem assim que a banda<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_64c0090b0ea745719b32b4a3b30c8400%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_459/c3b70d_64c0090b0ea745719b32b4a3b30c8400%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Naíma Saleh para Revista Crescer</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/24/Filho-favorito-tem-mais-risco-de-depress%C3%A3o</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/24/Filho-favorito-tem-mais-risco-de-depress%C3%A3o</guid><pubDate>Tue, 04 Apr 2017 12:42:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_64c0090b0ea745719b32b4a3b30c8400~mv2.jpg"/><div>Estudo norte-americano aponta que os filhos preferidos da mãe apresentam maiores chances de desenvolver sintomas da depressão. Entenda Se você tem irmãos, provavelmente se lembra de que um de vocês costuma ser (ou ainda é) o queridinho do pai ou da mãe. E muito provavelmente, se o escolhido não era você, em algum momento você fez questão deixar claro que notou o favoritismo e que jamais faria algo assim com seus próprios filhos... Só que, agora que você é pai ou mãe, não é bem assim que a banda toca. E por mais difícil que seja admitir, a gente sabe que – quase sempre – se sente mais próximo de um dos filhos. Mas será que ser o favorito é de fato uma grande vantagem? Um estudo realizado pela Purdue University, nos Estados Unidos, revelou que ser o filho preferido não necessariamente faz bem para a cabeça... De acordo com os resultados, entre os irmãos, ele é o que tem maiores chances de apresentar sintomas de depressão. É isso mesmo: os especialistas observaram que o filho considerado favorito pela mãe tende a apresentar mais sintomas depressivos quando adulto. Uma das hipóteses levantadas para explicar esse fato é que eles se sentem mais responsáveis no sentido de querer corresponder às expectativas dos pais e também de cuidar de seus genitores, quando estes se tornam idosos. A psicóloga e psicopedagoga clínica Carmen Alcântara concorda: “Os filhos que se sentem favoritos têm mais medo de perder os pais, na medida em que os veem envelhecendo, já que sempre contaram com uma proximidade afetiva muito grande com eles”, explica. Outra explicação para desenvolver a depressão seria a própria rivalidade entre irmãos, o que, mesmo sem querer, pode ser estimulado por comportamentos dos próprios pais. Ao elogiarem mais uma criança do que outra (enfatizando as boas notas de um enquanto o outro está de recuperação, por exemplo), ao fazerem comparações entre irmãos (“sua irmã nunca me deu tanto trabalho na escola!”) ou ao darem mais carinho e afeto para uma das crianças, os pais podem alimentar o sentimento de inimizade entre os irmãos. É como se essas posturas servissem de gatilho para a rivalidade, a competição, a revolta ou o distanciamento entre os filhos preteridos e o favorito. O estudo foi realizado com 725 jovens adultos de 309 famílias que faziam parte de um projeto longitudinal chamado Within-Family Differences Study, que visa compreender melhor o relacionamento entre filhos e pais. O estudo focou na preferência da mãe por um dos filhos, avaliando quatro critérios distintos: proximidade emocional, conflito, orgulho e desapontamento.O que é ser o filho favorito</div><div> Mas calma, apesar da mãe e do pai terem mais proximidade com um dos filhos, o favorito, não significa que eles amem mais essa criança do que as outras. Quer dizer simplesmente que, por uma série de motivos, eles se identificam mais com uma das crianças. “Filhos diferentes têm personalidades e comportamentos diferentes e é natural que qualquer pessoa, incluindo pai e mãe, se identifique ou tenha mais afinidade com um que com o outro”, explica o psicólogo clínico Luciano Passianotto. Uma vez que as próprias crianças são diferentes entre si e, portanto, apresentam necessidades distintas, não dá para esperar que os pais tratem todos da mesma forma. Não dá para cobrir de beijos uma criança que diz que não gosta de ser apertada e que não suporta “melação”, nem para tratar com mais rispidez um filho mais sensível. O que funciona para um, pode não funcionar para o outro. Mesmo assim, vale ressaltar que essas diferenças não devem abrir precedentes para injustiças: “Quando se dá direitos a um e não aos outros, os filhos tendem a notar e apontar. Essa é uma questão delicada principalmente porque alguns direitos são conquistados com a idade, outros com talentos ou conhecimentos específicos, e, às vezes, o injusto é manter direitos exatamente iguais”, explica Luciano.Onde já se viu dizer que prefere um filho? Infelizmente, essa questão do filho preferido ainda é um grande tabu – apesar de filhos e pais perceberem que a preferência existe, pouquíssimo se fala sobre o assunto. Fizemos uma enquete no site da CRESCER perguntando aos pais se eles tinham um filho favorito e - veja só - 62% deles responderam que não. Isso só mostra como é difícil falar sobre esse tema... “Para muitos existe a crença de que a paternidade e a maternidade deveriam gerar uma capacidade ilimitada de entender e empatizar com todos os filhos da mesma maneira, o que não é verdade”, explica Carmen. Isso faz com que o fato de se identificar mais com um filho do que com os outros seja um fator de culpa para os pais, algo que eles tentam dissimular e desmentir. “Os pais normalmente têm medo de causar desconforto, tristeza ou revolta nos filhos preteridos e a negação é a forma mais fácil de tratar esse tema com o qual não sabem lidar”, completa Luciano. Em vez de sofrer se você tem mais afinidade com um filho que com o outro, que tal valorizar aquilo que cada um tem em especial? Passar um tempo a sós com cada criança também pode ajudar seu filho a perceber que ele tem, sim, o espaço dele. E que amor de mãe não se divide, apenas se multiplica.</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="http://revistacrescer.globo.com/Familia/Irmaos/noticia/2015/11/filho-favorito-tem-mais-risco-de-depressao.html">aqui.</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​Crise política e econômica no Brasil: momento de ensinar tolerância ao seu filho</title><description><![CDATA[Panelaço, discussões acirradas entre familiares e amigos, manifestações pelas ruas, noticiários... Como conversar com as crianças sobre tudo isso? Confira Vivemos tempos difíceis. A crise política e financeira tomou proporções assustadoras, desmoronando as esperanças e os planos dos brasileiros. E em meio a tantas incertezas, a hostilidade parece prosperar, alimentada pelos ânimos exaltados e pelas divergências ideológicas que cavam um abismo entre dois lados rivais. Como se cada história<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_647c00e6794a48728c7ea2cc03f338b8%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Naíma Saleh para Revista Crescer</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/24/%E2%80%8BCrise-pol%C3%ADtica-e-econ%C3%B4mica-no-Brasil-momento-de-ensinar-toler%C3%A2ncia-ao-seu-filho</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/24/%E2%80%8BCrise-pol%C3%ADtica-e-econ%C3%B4mica-no-Brasil-momento-de-ensinar-toler%C3%A2ncia-ao-seu-filho</guid><pubDate>Mon, 03 Apr 2017 12:18:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_647c00e6794a48728c7ea2cc03f338b8~mv2.jpg"/><div>Panelaço, discussões acirradas entre familiares e amigos, manifestações pelas ruas, noticiários... Como conversar com as crianças sobre tudo isso? Confira Vivemos tempos difíceis. A crise política e financeira tomou proporções assustadoras, desmoronando as esperanças e os planos dos brasileiros. E em meio a tantas incertezas, a hostilidade parece prosperar, alimentada pelos ânimos exaltados e pelas divergências ideológicas que cavam um abismo entre dois lados rivais. Como se cada história tivesse apenas dois lados e todos fossem obrigados a assumir uma posição. Como se ser contra um partido, fosse ser automaticamente a favor de outro. Como se houvesse apenas o lado bom e o ruim. Como se pessoas que pensam diferente tenham de ser inimigas. E no meio dessa onda ascendente de intolerância e radicalismo, até as crianças se tornam vítimas, ou pior: protagonistas de episódios de agressão e preconceito. Foi o que aconteceu com o filho de 9 anos da pedagoga Janaina Maudonnet. Ao buscar o menino na escola de inglês, ele entrou no carro muito nervoso e começou a chorar. Quando conseguiu se acalmar um pouco, contou que havia sido ameaçado por três colegas. O motivo? A camisa vermelha que usava. “Os meninos disseram ao meu filho: ‘você é petista, devia morrer’, só porque ele estava com uma camiseta da Suíça, que é vermelha e tem uma cruz branca. Eu fiquei muito mal. Hoje, por causa da cor da roupa, já se supõe que a pessoa é de direita ou de esquerda”, conta. O filho de Tina, amiga de Janaina, vivenciou uma situação parecida. No dia em que todas as crianças haviam combinado de ir de preto à escola, seu filho mais novo, 8 anos, preferiu usar a roupa de sempre: o uniforme. Foi o bastante para que duas crianças se dirigissem a ele de maneira ofensiva, gritando e falando palavrões. Por conta disso, Tina tomou uma decisão: “Não tenho deixado meus filhos usarem nenhuma camiseta vermelha, nem de time, nem de nada. Não quero que eles tenham a chance de serem agredidos”, conta.POR QUE AS CRIANÇAS ESTÃO AGINDO ASSIM? Para a psicóloga e psicoterapeuta Andreia Calçada, a explicação é que as crianças simplesmente reproduzem os comportamentos que presenciam em casa. “Aquelas que fazem esse tipo de coisa, provavelmente têm pais que são intolerantes não só na política, mas em muitas outras áreas”, explica. E esse comportamento tende a se manifestar em relação a pessoas com religiões, orientações sexuais, raças e até times de futebol diferentes. Por isso, é preciso ficar atento à maneira como nos posicionamos nas mais diversas situações. É natural que as crianças adotem, a princípio, a mesma opinião dos pais, que queiram ser do “mesmo time”. É só por volta dos 9 ou 10 anos, quando elas adquirem uma capacidade melhor de compreender conceitos abstratos e começam a romper maniqueísmos, que se dão conta da complexidade das questões políticas. Mas é só com o início da adolescência, por volta dos 11 ou 12 anos, que elas começam a mergulhar na questão das hipóteses e que começam a construir suas próprias posições ideológicas, a partir não apenas dos pais, mas do grupo, do que leem, do que aprendem. Assim, se você decidiu que vai levar o seu filho a uma manifestação, explique com clareza e serenidade o que está acontecendo: &quot;Eu não acho ruim a criança ir à passeata, porque ela tem que aprender a se manifestar politicamente, mas os pais precisam deixar de lado um discurso acalorado e irracional, que, muitas vezes, tomam as discussões políticas”, explica a psicóloga.COMO CONVERSAR COM OS FILHOS? Na casa da especialista em marketing digital Anamaria Mendes Jannuzzi, quando o filho Lucas, 8, disse que os colegas fizeram uma musiquinha zombando da presidente e chamando-a de feia, a resposta dela foi categórica: “Disse ao meu filho que a gente não faz esse tipo de coisa jamais. Conversamos até sobre a possibilidade de tamanho desrespeito ocorrer com um presidente homem e que, se a gente quer ensinar respeito às mulheres, tem de começar pela presidente”. O menino também fez uma série de questionamentos sobre o que estava acontecendo. Perguntou se quem está roubando ia ser preso, o que fazem os políticos e garantiu que um dia seria presidente, mas sem ser corrupto. “A gente está vivendo em um lugar muito complicado porque você tenta ensinar o que é certo e, quando as crianças olham ao redor, veem que tem um monte de coisa errada. Elas percebem isso”, comenta. Para o psicoterapeuta Luciano Passianotto, mais do que explicar o que é certo e o que é errado, e que quem age de forma incorreta deve ser punido, os pais devem abrir espaço para a manifestação de ideias e posições divergentes. “Vivemos um momento em que, quando alguém tem uma opinião contrária, a comunicação já é cortada. Não se deixa a pessoa falar. O exercício dos pais é demonstrar para as crianças que é possível , sim, ouvir o ponto de vista do outro, sem necessariamente concordar com ele. Ao escutar uma opinião contrária, de forma educada e respeitosa, a mensagem que está sendo passada às crianças é que não é preciso brigar só porque existem pessoas que pensam de outra maneira.&quot;O PAPEL DA ESCOLA Depois do nervosismo enfrentado na escola de inglês, o filho de Janaina encontrou acolhimento e compreensão em seu colégio. “Ele voltou muito empoderado depois de compartilhar o que aconteceu no curso de inglês com seus colegas da escola, durante uma aula de artes. Isso foi o que ajudou&quot;, contou a mãe. A escola até distribuiu um material para os pais, reforçando que o processo pedagógico deve ser reformulado para que sustente os seus valores e que, apesar da instituição ter posições privadas, o que deve prevalecer dentro daquele ambiente é o coletivo. Janaina aprovou a iniciativa. No Colégio Rio Branco, em São Paulo, não houve nenhum episódio de discussão sobre política ou de agressão entre as crianças, que estão trazendo à tona suas dúvidas sobre o momento atual de forma tranquila. “O colégio trabalha de uma forma natural com os alunos a questão da democracia. Neste processo, enfatizamos a cidadania, que é a importância do papel de cada um na sociedade”, explica a orientadora educacional do Ensino Fundamental, Ana Claudia Crivellaro. Alunos mais novos trabalham isso por meio de brincadeiras, enquanto os mais velhos participam de assembleias, junto com os professores, onde são discutidas questões de cunho moral, que não necessariamente têm a ver com política. “Falamos do voto secreto, por exemplo, mas não de partido”, comenta a educadora. A escola também aproveitou o momento para trabalhar questões relacionadas ao consumo, uma vez que o orçamento das famílias está mais apertado. &quot;Organizamos um brechó, em que os alunos doaram agasalhos, uniformes e livros dos anos anteriores. Na hora de levar para casa alguma coisa, era preciso deixar um quilo de arroz. Não é só educação financeira; é solidariedade, é ensinar a criança a ser cidadão&quot;, explica. Para a psicóloga Andreia, independente da posição política da família, é válido que tanto a escola como os pais ressaltem o lado positivo de toda essa crise junto às crianças. “Enfatize que é importante participar da política, se envolver e que todo esse movimento, mesmo com opiniões divergentes, busca por mudanças e melhorias para o país”, completa Andreia. Afinal, ninguém duvida que, independente do caminho que cada pessoa creia ser o melhor, todos queremos deixar um mundo mais justo para os nossos filhos.5 COISAS PARA PENSAR E FICAR ATENTO NESSE MOMENTO</div><div>- Cuidado com as palavras: uma coisa é criticar um governante ou político qualquer, deixando claro o seu descontentamento quanto à sua atuação. Outra é xingar e ridicularizar. Principalmente na frente das crianças. Por isso, em vez de dizer que esse ou aquele é um &quot;ladrão, sem vergonha&quot;, melhor falar que essa pessoa não se comportou de forma honesta, que não é confiável, que não agiu da maneira como o povo esperava.- Deixe claro o seu posicionamento sem desmerecer outros: você pode explicar para o seu filho (levando em conta o item anterior) que você prefere um político ou um partido a outro em detrimento do que você acredita. Mas sempre enfatize: &quot;Essa é minha opinião. Tem pessoas que pensam diferente&quot;. Uma coisa é justificar a sua escolha, outra, é mostrá-la a seu filho como se isso fosse uma verdade absoluta.- Acima de tudo, o respeito: uma coisa é você ter uma posição política e defendê-la. Outra é briga por poder, agressão, ofensas de cunho pessoal. Discutir sobre política sem elevar a voz, tratando seu interlocutor com educação, ouvindo-o sem interromper, é pré-requisito para um diálogo civilizado. Uma vez que, sem diálogo, não há democracia, é importante que seu filho aprenda a conversar e respeite a opinião alheia desde cedo.- Sempre explique o que está acontecendo: de forma clara e simples, de acordo com a idade da criança. Se o seu filho perguntar o que significa o barulho de panelas ou tanta gente protestando nas ruas, diga que as pessoas estão manifestando sua opinião, seu descontentamento, que elas discordam de uma série de acontecimentos atuais. Afinal, poder se manifestar, de forma respeitosa, é um direito de todos.- Crie um cidadão: é preciso ensinar ao seu filho que a responsabilidade por um mundo melhor também é dele. E isso vai muito além da política. Um cidadão se cria no dia a dia: obedecendo às regras de trânsito e respeitando seu lugar na fila, por exemplo.</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="http://revistacrescer.globo.com/Voce-precisa-saber/noticia/2016/03/crise-politica-e-economica-no-brasil-momento-de-ensinar-tolerancia-ao-seu-filho.html">aqui.</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​​Minha irmã saiu de casa, e agora?</title><description><![CDATA[Depois de descobrir que estava esperando um bebê, não demorou muito para que os planos da minha irmã mudassem Nasci numa daquelas famílias que, como dizem por aí, parece família de comercial de margarina. Meu pai, minha mãe, minha irmã, Barbara, e eu sempre fomos muito unidos e acostumados a ouvir elogios por conta disso. Lógico que existem brigas e confusões, mas sempre soubemos resolver as desavenças rapidamente. Apesar da considerável diferença de idade entre Barbara e eu - são 5 anos, ela<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_1d4ca342a282430983c2c11ef0c21aff%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_392/c3b70d_1d4ca342a282430983c2c11ef0c21aff%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Portal IG</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/13/%E2%80%8B%E2%80%8BMinha-irm%C3%A3-saiu-de-casa-e-agora</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/13/%E2%80%8B%E2%80%8BMinha-irm%C3%A3-saiu-de-casa-e-agora</guid><pubDate>Sun, 02 Apr 2017 01:24:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_1d4ca342a282430983c2c11ef0c21aff~mv2.jpg"/><div> Depois de descobrir que estava esperando um bebê, não demorou muito para que os planos da minha irmã mudassem Nasci numa daquelas famílias que, como dizem por aí, parece família de comercial de margarina. Meu pai, minha mãe, minha irmã, Barbara, e eu sempre fomos muito unidos e acostumados a ouvir elogios por conta disso. Lógico que existem brigas e confusões, mas sempre soubemos resolver as desavenças rapidamente. Apesar da considerável diferença de idade entre Barbara e eu - são 5 anos, ela sempre foi aquela pessoa que eu admirava e desejava ser igual - menos pelo jeito bravo. Sempre fomos diferentes: ela fechada, mais quieta e isolada. Já, eu, a faladeira, cheia de colegas e que nunca quis estar sozinha. Nada em nós é igual, mas tudo nos une. Como ela sempre diz: &quot;você é a pessoa que mais amo na vida&quot;. Sempre foi recíproco. Achava que ela e eu moraríamos para sempre juntas, mas fui crescendo e vi que não era bem assim, mas nunca imaginei que o tempo passaria tão rápido.Gravidez Faz pouco mais de 3 meses que minha irmã me chamou no quarto dela para dar a notícia de que estava grávida. &quot;Seu sobrinho e afilhado está vindo&quot;. Tive a sensação que todo amor que sinto por ela se multiplicou e passou para a Maria Clara (descobrimos pouco depois que era uma menininha), mas, ao mesmo tempo, sabia que tudo na vida mudaria a partir daquele momento. E não demorou muito para todo mundo lá em casa começar a falar em apartamento, sofá, fogão, berço...</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_743b5412401d43fb83529586fb1228bd~mv2.jpg"/><div>E minha irmã se foi... Aos pouquinhos, e, agora, de vez. Teve choro e tristeza apesar do momento lindo. &quot;Por favor, não chorem. Estou tão feliz&quot;, dizia ela, também aos prantos. Faz menos de uma semana que a Barbara foi morar na sua casa, com seu namorado, mas a sensação já é estranha. Tenho vontade de chorar quando entro no quarto dela e sinto seu cheiro, vejo sua cama sem lençol e travesseiro, quando abro seu armário e não tem mais roupas. Acho que vou sentir saudades até dela brigando comigo porque usei a toalha que na verdade era dela ou porque peguei alguma roupa sua. Apesar disso, o melhor conforto é saber que ela está realizando um sonho, sendo feliz e, principalmente, criando um ninho para minha sobrinha que está chegando.Síndrome do ninho vazio Segundo o psicólogo clinico Luciano Passianotto, é comum que a família passe pela &quot;síndrome do ninho vazio&quot;, sensação de vazio ou quase luto quando alguém sai de casa. &quot;A ausência e falta de interação contínua, independentemente se for pacífica ou conturbada, acarreta em uma alteração drástica na dinâmica do lar e que afeta a forma como as pessoas percebem seu próprio eu, principalmente quando não estão preparadas para isso&quot;, explica.Como trabalhar essa ausência O profissional conta que é muito importante fazer coisas que lhe dão prazer e bem-estar. &quot;As lembranças devem ficar em um plano de nostalgia e não de desejo&quot;, diz.Comparação entre irmãs</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_23a737264d5a4884ba856053e6489093~mv2.jpg"/><div>Já que minha irmã saiu de casa, como se livrar da comparação: &quot;Também vou me mudar, engravidar, sair de casa? Afinal, quero ser como ela&quot;? Para o pscicólogo, isso depende de muitos fatores como diferença de idade, cobrança dos pais e amigos. &quot;Quando a mudança é vista como uma vitória, um progresso, isso pode afetar a autoestima e gerar uma cobrança interna que, se não for bem orientada, pode levar a momentos de angústia e depressão. O importante é lembrar que a história e trajetória de ambas não é a mesma e focar no próprio progresso&quot;, orienta.Dicas para refazer a vida depois que o irmão sai de casa A psicóloga e psicopedagoga Cynthia Wood listou algumas dicas que podem ajudar a superar a falta de irmão em casa. Fale sobre o assunto - Colocar para fora os seus sentimentos é o primeiro passo para melhorar. Compartilhar este sentimento com amigos ou familiares nos permite perceber que podemos superar a situação. Atividades prazerosas - Faça uma lista de todas as atividades que você gosta e sempre tentou realizar, mas que as exigências diárias fizeram com que fossem adiadas.Se prepare para começar a fazê-las! Pratique um esporte - O exercício físico é bom para a saúde e ajuda a relaxar. Faça uma atividade física durante 30 minutos, e você notará como, em pouco tempo, irá se sentir cada vez melhor. Adote um animal de estimação - Se você não tem com quem compartilhar este momento e sente que a casa está vazia, pode adotar um animal de estimação. Poderá ser uma grande companhia para todos os momentos. Dê apoio - É importante que sua irmã saiba que pode contar com o seu apoio nesta nova fase. Evite invadir a sua nova casa ou a sua vida com visitas ou telefonemas contínuos.  À medida que passa o tempo, a relação com sua irmã mudará positivamente. A maturidade de ambas fomentará outro tipo de comunicação mais frutífera. Você nunca vai deixar o seu papel de irmã. Ela estará aí para você sempre que precisar e em todos os momentos familiares importantes.</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2016-04-13/minha-irma-saiu-de-casa-e-agora.html">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​Vasculhar ou não a vida dos filhos, eis a questão</title><description><![CDATA[Revirar mochilas, mexer em gavetas, ler mensagens, acompanhar as redes sociais... qual o limite na hora de acompanhar a vida dos filhos? Existem várias formas de xeretar a vida dos filhos – principalmente a dos maiorzinhos e dos adolescentes, já que a maioria dos pequenos gosta de contar o que acontece na escola ou durante as brincadeiras com os amigos. Revirar mochilas, mexer em gavetas, ler mensagens, agendas ou diários, acompanhar cada passo nas redes sociais e até mesmo surgir como quem não<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_57627dc877ae4d48800473d45134191a%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Portal Disney Bable</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/23/%E2%80%8BVasculhar-ou-n%C3%A3o-a-vida-dos-filhos-eis-a-quest%C3%A3o</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/23/%E2%80%8BVasculhar-ou-n%C3%A3o-a-vida-dos-filhos-eis-a-quest%C3%A3o</guid><pubDate>Sat, 01 Apr 2017 00:25:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_57627dc877ae4d48800473d45134191a~mv2.jpg"/><div>Revirar mochilas, mexer em gavetas, ler mensagens, acompanhar as redes sociais... qual o limite na hora de acompanhar a vida dos filhos? Existem várias formas de xeretar a vida dos filhos – principalmente a dos maiorzinhos e dos adolescentes, já que a maioria dos pequenos gosta de contar o que acontece na escola ou durante as brincadeiras com os amigos. Revirar mochilas, mexer em gavetas, ler mensagens, agendas ou diários, acompanhar cada passo nas redes sociais e até mesmo surgir como quem não quer nada na escola ou na festa são algumas das artimanhas que os pais lançam mão para saber tintim por tintim o que acontece na vida dos seus pimpolhos, quando eles não estão por perto.Tanto zelo parece louvável. Afinal, como diz o antigo ditado, quem ama cuida. Mas será que alguns limites tênues que separam o cuidado da intromissão não são ultrapassados? E, na tentativa de preservar os filhos de alguns problemas – como a possível influência de más companhias –, esses pais não estariam prejudicando o desenvolvimento de sua autonomia e autoconfiança? Na opinião da psicóloga clínica Rejane Sbrissa, de São Paulo, ficar de olho na conduta dos filhos é essencial, mas os pais devem sempre apostar numa postura equilibrada, demonstrando interesse e participação sem serem intrusivos. Vascular mochilas e armários, por exemplo, é uma ação que nunca deve ser feita de maneira sorrateira. Os filhos costumam perceber e acabam irritados, além de aprenderem uma lição errada. &quot;Na verdade, você está ensinando que a criança ou o adolescente também deve fazer as coisas às escondidas. Mostre preocupação, mas confiança também”, fala Rejane. Quer saber de algo? Chame para conversar. “Eu costumava fuçar em tudo o que podia. Até que um dia a Bia percebeu e tomou a iniciativa de vir falar comigo. Ela disse: ‘Mãe, se você quer saber alguma coisa, me pergunte e eu respondo. Mas mexer nas minhas coisas é muito irritante. Parece que você não confia em mim. Aprendi, né?”, revela a dentista Fernanda Valentino, de 31 anos, mãe de Beatriz, 14.Espaço para a autonomia É importante evitar ações que desrespeitam a individualidade ou a privacidade. &quot;Recomendo atenção extra às situações em que a criança ou o adolescente está sendo notado pelos outros, que é quando se sentem mais expostos”, salienta o terapeuta familiar Luciano Passianotto, também da capital paulista. Um bom exemplo? Aparecer de surpresa na escola ou na festinha pode constranger e deixar a criança envergonhada. “Em vez de surgir nos lugares que seu filho frequenta com a intenção de espionar, conheça bem o lugar que ele costuma ir e com quem”, diz Rejane. Não há uma receita ideal, pois as crianças têm características comportamentais e de personalidade diferentes – mesmo irmãos gêmeos não devem ser tratados de maneira igual. O fundamental, de acordo com especialistas, é que os pais deem espaço para que os filhos consigam desenvolver suas próprias estratégias para lidar com questões, pessoas e situações, instruindo-os sem imposições a todo o momento. “Não se deve menosprezar a capacidade de discernimento das crianças. Infantilizá-las e tomar todas as decisões por elas gera sentimento de incapacidade e dificulta o desenvolvimento do julgamento e de habilidades necessárias para lidar com as diferentes circunstâncias”, observa Luciano. É necessário demonstrar confiança e introduzir as noções de responsabilidade aos poucos, já preparando a criança para ter mais autonomia e independência, que virão no futuro próximo. Essa confiança, entretanto, precisa ser mostrada gradativamente e de acordo com a capacidade de resposta de cada uma.Vigilância à distância Muitos pais buscam definir tudo e tomar todas as decisões relativas aos filhos. Por mais que pareça ser a melhor forma de evitar decisões erradas, essa atitude impede que a criança aprenda a tomar decisões sozinha e a responder às situações quando estão longe dos pais. “Isso pode torná-las passivas e dependentes. O ideal é manter a vigilância de longe, mas aos poucos deixar a própria criança fazer algumas escolhas. Não espere que todas as decisões sejam maduras e acertadas; o importante é aprender”, avisa Luciano. “Não se pode deixar de ‘olhar’ os filhos, o que eles fazem na internet, com quem se correspondem. Mas isso tudo vai depender da relação de amor, cuidado e confiança que os pais já deveriam ter com eles desde cedo”, completa Rejane. Vale lembrar que agir no sentido oposto, ou seja, deixar totalmente livres, também não dá certo. Pais muito permissivos transmitem a sensação de que não se importam com o que os filhos fazem ou deixam de fazer. Eles encaram tal atitude como descaso e até mesmo desamor.Diálogo e confiança É possível obter informações da rotina das crianças na escola ou do convívio entre os amigos sem parecer intrometido demais. O segredo é simples: tornar, desde a mais tenra idade, a experiência do compartilhamento de informação algo rotineiro, tranquilo e transparente. As conversas devem ser em tom natural e qualquer correção necessária deve soar como ajuda, nunca como castigo. Quando a criança se sente confortável e sem o receio de intervenções e represálias a todo o tempo, vai compartilhar as informações muito mais facilmente. Outra ideia que funciona muito bem com crianças maiores e adolescentes é explicar os motivos das suas preocupações. “Fale a razão de você querer saber onde seu filho está, com quem fala nas redes sociais, como se comporta na escola ou nas festas... Aja abertamente. Converse, esteja presente, convide os amigos dele para a sua casa sempre que puder”, diz Rejane. “Eu sempre deixei o Marcelo fazer o quisesse. Desde que, é claro, respeitasse os nossos acordos, como voltar no horário combinado, e que eu soubesse direitinho onde, como, com quem e porquê. Já avisei: ‘Mentiu, tudo muda’. Tem dado certo”, conta Maria Cláudia Pena, administradora de empresas de 45 anos, mãe de um adolescente de 17.</div><div>Veja o artigo original <a href="http://disneybabble.uol.com.br/br/comportamento/vasculhar-ou-nao-vida-dos-filhos-eis-questao">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​9 assuntos que todo casal deve debater antes de juntar as escovas de dentes</title><description><![CDATA[Na hora do sim, tudo é lindo e romântico, mas o dia a dia requer dedicação, equilíbrio e até renúncia. Por isso é fundamental que todo casal converse e estabeleça metas em comum para a vida a dois. Confira nove assuntos que devem ser debatidos para que o conto de fadas não se transforme em drama. "Não é necessário que entrem em acordo a respeito de tudo. Às vezes, consegue-se viver bem com algumas diferenças que não sejam consideradas importantíssimas, mas é fundamental conhecer as expectativas<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_2bcd8318ab1a4ce786e2cd1880a7a148%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_305/c3b70d_2bcd8318ab1a4ce786e2cd1880a7a148%7Emv2.jpg"/>]]></description><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/23/%E2%80%8B9-assuntos-que-todo-casal-deve-debater-antes-de-juntar-as-escovas-de-dentes</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/23/%E2%80%8B9-assuntos-que-todo-casal-deve-debater-antes-de-juntar-as-escovas-de-dentes</guid><pubDate>Fri, 31 Mar 2017 01:01:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_2bcd8318ab1a4ce786e2cd1880a7a148~mv2.jpg"/><div>Na hora do sim, tudo é lindo e romântico, mas o dia a dia requer dedicação, equilíbrio e até renúncia. Por isso é fundamental que todo casal converse e estabeleça metas em comum para a vida a dois. Confira nove assuntos que devem ser debatidos para que o conto de fadas não se transforme em drama. &quot;Não é necessário que entrem em acordo a respeito de tudo. Às vezes, consegue-se viver bem com algumas diferenças que não sejam consideradas importantíssimas, mas é fundamental conhecer as expectativas de ambos sobre”, afirma o terapeuta familiar Luciano Passianoto.</div><div>Divisão das tarefas decasa</div><div>Os tempos mudaram e cuidar da casa é responsabilidade do casal. Se os dois trabalham, é justo que as tarefas sejam igualmente divididas. Mas, se um dos dois tem mais tempo do que o outro, talvez seja o caso de um assumir mais responsabilidades. O que não vale mais é a antiga &quot;lei&quot; que atribui às mulheres o dever de cuidar sozinha do lar. Uma dica é dividir as tarefas pelos dias ou cômodos.Orçamento É preciso encontrar uma fórmula pela qual os dois colaborem com as despesas comuns e que ainda sobre uma quantia para os gastos pessoais. A questão, apesar de nada romântica, precisa ser abordada. Pode-se perguntar se a pessoa está disposta a ter transparência quanto a ganhos e gastos, se concorda em fazer cronogramas e planos de investimento juntos, afinal, financeiramente o par irá também se tornar de certa forma seu sócio.Convivência com a família Quando um casal se forma, um leva para a vida do outro o &quot;pacote&quot; completo, a família. Por isso, possuir um bom relacionamento com os familiares do par é bastante saudável. Intrigas e desavenças com os parentes do outro desgastam a relação e afastam o casal. Se alguém toma a decisão de casar ou morar junto, isso significa que quer compartilhar mais tempo com a pessoa, o que inclui a família do outro. O mais indicado é dividir o tempo igualmente entre os dois grupos e não deixar que eles se intrometam na vida do casal.Filhos: ter ou não Essa é uma questão que deve ser muito bem esclarecida e acertada desde o início. E é fundamental ter em mente que ter ou não um filho não é algo que se impõe ao outro, sendo uma decisão que precisa de consenso.Educação dos filhos Após decidir ter filhos, outra questão se torna fundamental e pode causar desavenças importantes: a educação deles. O casal deve ter consciência de que a educação depende fundamentalmente do trabalho de crescimento pessoal dos próprios pais.Modelo de tomada de decisões Tudo deve ser decidido conjuntamente ou vocês vão dar autonomia para que um ou outro decida em nome dos dois, dependendo do assunto? Cada casal tem de estabelecer o modelo que é melhor para si. Independentemente do modelo, para poder respeitar o outro, cada um deve ter claro para si o que significa um relacionamento conjugal, suas implicações, deveres e direitos. Colocar-se no lugar do outro auxilia na tomada de decisões.Carreira Tanto carreiras quanto desejos individuais precisam ser discutidos, pois sua evolução pode afetar diretamente a vida do casal. Uma promoção ou troca de emprego pode representar uma mudança de cidade. A especialização de um pode exigir recursos de ambos. Os limites do aceitável precisam ser acordados de antemão. Mas nunca se esqueça de ter tempo para o par. Se você pretende ter um bom relacionamento, é preciso equilibrar seu tempo entre carreira e vida comum. O relacionamento pede que você se dedique a ele. Religião, cultura e valores Quando a questão é religião, uma saída é a conversão, mas se o ato estiver fora de cogitação, a aceitação é primordial. O segredo está no respeito à individualidade do par.Onde morar Casa ou apartamento? Em que bairro? Perto dos pais de quem? Essas são questões que parecem simples, mas que têm grande impacto na qualidade de vida do casal. Eles devem saber que caso o outro seja colocado em uma situação na qual não se sinta confortável isso refletirá na relação entre eles.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​​Curiosidade excessiva por &quot;ex&quot; do par é maneira de sabotar a relação</title><description><![CDATA[É normal sentir curiosidade sobre quem e como era o ex-amor do par atual. As redes sociais facilitam muito a investigação e oferecem um vasto cardápio de informações detalhadas. Há quem se contente com uma vasculhada básica no Facebook e pronto. No entanto, existem pessoas cuja bisbilhotice se torna tão obsessiva e doentia que o relacionamento com o parceiro passa a correr risco.Em alguns casos, nem mesmo o fato de a antiga relação ter acabado há muito tempo é motivo suficiente para sentir paz.<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_1e9349f541f046c080559bc4bd3a072d%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_352/c3b70d_1e9349f541f046c080559bc4bd3a072d%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>​UOL Estilo</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/03/30/%E2%80%8B%E2%80%8BCuriosidade-excessiva-por-ex-do-par-%C3%A9-maneira-de-sabotar-a-rela%C3%A7%C3%A3o</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/03/30/%E2%80%8B%E2%80%8BCuriosidade-excessiva-por-ex-do-par-%C3%A9-maneira-de-sabotar-a-rela%C3%A7%C3%A3o</guid><pubDate>Thu, 30 Mar 2017 23:56:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_1e9349f541f046c080559bc4bd3a072d~mv2.jpg"/><div>É normal sentir curiosidade sobre quem e como era o ex-amor do par atual. As redes sociais facilitam muito a investigação e oferecem um vasto cardápio de informações detalhadas. Há quem se contente com uma vasculhada básica no Facebook e pronto. No entanto, existem pessoas cuja bisbilhotice se torna tão obsessiva e doentia que o relacionamento com o parceiro passa a correr risco.</div><div>Em alguns casos, nem mesmo o fato de a antiga relação ter acabado há muito tempo é motivo suficiente para sentir paz. Dia após dia, tempo e energia são gastos na leitura de posts da musa da adolescência do namorado ou analisando as fotos de viagens do ex-noivo da mulher.</div><div>Continue lendo <a href="https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2016/12/09/curiosidade-excessiva-por-ex-do-par-e-maneira-dhttps">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​Baby blues</title><description><![CDATA[A expectativa sobre a maternidade quase nunca corresponde à realidade. O início é difícil, cheio de dúvidas, desafios, responsabilidades. São poucas horas de sono para muitas tarefas, todas desconhecidas. E aquele amor louco que toda mãe espera sentir imediatamente ao bater os olhos no filho nem sempre acontece, o que pode ser bastante frustrante. Junte a isso as bruscas alterações hormonais sofridas pela mulher nos primeiros dias do puerpério e você terá a receita do baby blues, uma mistura de<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_4363a56496874d71b0c9fd71b50fc63f%7Emv2.jpeg"/>]]></description><dc:creator>Revista Crescer</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/23/%E2%80%8BBaby-blues</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/04/23/%E2%80%8BBaby-blues</guid><pubDate>Wed, 29 Mar 2017 23:52:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_4363a56496874d71b0c9fd71b50fc63f~mv2.jpeg"/><div>A expectativa sobre a maternidade quase nunca corresponde à realidade. O início é difícil, cheio de dúvidas, desafios, responsabilidades. São poucas horas de sono para muitas tarefas, todas desconhecidas. E aquele amor louco que toda mãe espera sentir imediatamente ao bater os olhos no filho nem sempre acontece, o que pode ser bastante frustrante. Junte a isso as bruscas alterações hormonais sofridas pela mulher nos primeiros dias do puerpério e você terá a receita do baby blues, uma mistura de tristeza, melancolia e alterações de humor que acomete cerca de 70% das mães no pós-parto, segundo a American Pregnancy Association. “O baby blues é uma situação normal e esperada, e dura cerca de duas semanas”, afirma a psicóloga Cynthia Wood, da Clínica Crescendo e Acontecendo. E o primeiro passo para melhorar é admitir a tristeza. “As mães não devem esconder o que sentem, inclusive a culpa, que é bastante presente e pode ser confundida com depressão”, explica Eduardo Zlotnik, ginecologista e obstetra do Hospital Israelita Albert Einstein, para quem o apoio dos familiares é fundamental para enfrentar o baby blues. Assim como Zlotnik, o psicólogo clínico Luciano Passianotto também indica recorrer às pessoas próximas para transpor esta fase. “As mães devem compreender a transitoriedade desse momento, buscar descansar e se alimentar bem, além de contar com as pessoas à sua volta, para expressar seus sentimentos e preocupações. E a família, principalmente o pai, deve ajudar a mãe nas tarefas da casa, nas refeições, limitar o número de visitantes, incentivá-la a descansar, elogiá-la e sempre ouvir suas preocupações e como está se sentindo”, aconselha Passianotto. Mas como saber se o que a mulher está sentindo é baby blues ou depressão pós-parto? Além do tempo de duração dos sintomas, existem outros sinais de alerta. “Quando estes sintomas são mais intensos e já persistem há pelo menos um mês, o ideal é procurar ajuda médica. Outra diferença entre blues puerperal e a depressão pós-parto é que, no blues, a mulher costuma ter momentos de muita alegria e satisfação também, não apenas tristeza”, explica Cynthia. O mais importante é saber que você não está sozinha nessa confusão de sentimentos e que isso também vai passar. Não se culpe, não sinta vergonha nem medo de compartilhar suas angústias com quem te ama. Neste momento, contar com o apoio do marido, dos amigos e dos familiares será fundamental para que tudo volte ao normal.</div><div>Veja o artigo original <a href="https://abraco.revistacrescer.globo.com/Seu-bebe-nao-para/A-importancia-do-abraco/noticia/2017/1/Baby-blues.html">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​4 passos para resolver os problemas do dia a dia sem perder o bom humor</title><description><![CDATA[Enfrentar pequenos ou grandes problemas ao longo do dia é uma realidade na vida de todas as pessoas. Segundo Rose Macedo, terapeuta familiar e professora da PUC-SP, apesar de estressante, resolver essas situações cotidianas tem uma função muito positiva para o desenvolvimento pessoal. Especialistas listam quatro passos para encarar os problemas sem que isso estrague o dia: Atitude Segundo o psicólogo Luciano Passianotto, o primeiro passo para resolver os problemas sem estragar o dia é ter<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_26eefe8e49034b23b0849e7efb285516%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_348/c3b70d_26eefe8e49034b23b0849e7efb285516%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Portal Mulher</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/03/29/%E2%80%8B4-passos-para-resolver-os-problemas-do-dia-a-dia-sem-perder-o-bom-humor</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/03/29/%E2%80%8B4-passos-para-resolver-os-problemas-do-dia-a-dia-sem-perder-o-bom-humor</guid><pubDate>Wed, 29 Mar 2017 11:35:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_26eefe8e49034b23b0849e7efb285516~mv2.jpg"/><div>Enfrentar pequenos ou grandes problemas ao longo do dia é uma realidade na vida de todas as pessoas. Segundo Rose Macedo, terapeuta familiar e professora da PUC-SP, apesar de estressante, resolver essas situações cotidianas tem uma função muito positiva para o desenvolvimento pessoal. Especialistas listam quatro passos para encarar os problemas sem que isso estrague o dia: Atitude Segundo o psicólogo Luciano Passianotto, o primeiro passo para resolver os problemas sem estragar o dia é ter atitude e não se lamentar. “Algumas pessoas acham que não se mover diante do problema faz com que ele incomode pouco, o que contribui para que eles se tornem maiores do que realmente precisariam ser”, explica ele. A dica do especialista é focar na solução e não no problema em si.Otimismo Ser realista é importante na hora de resolver problemas. Contudo, também é preciso ficar otimista em relação à situação. “Se compreendemos que um problema não é mais do que uma situação que pode ser ouvida, que para tudo tem uma solução, não vamos sofrer”, afirma Rose. Ainda de acordo com a terapeuta, focar na solução do problema ajuda a pessoa a pensar em alternativas de maneira positiva.Análise Para evitar tensões desnecessárias ao longo do dia, a dica do psicólogo é separar os problemas importantes e urgentes dos demais e colocar a resolução deles como prioridade. “É importante pesar também se a solução do meu problema não vai gerar problemas para outros”, pondera Luciano.Planejamento Segundo a terapeuta Rose, definir os problemas com clareza, traçar um plano para solucioná-los, executá-lo e analisar suas consequências é essencial para evitar que outros surjam e se acumulem. A especialista explica que isso evita que a pessoa chegue ao final do dia preocupada ou mal humorada.</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="http://www.mulher.com.br/9894/4-passos-para-resolver-os-problemas-do-dia-dia-sem-perder-o-bom-humor">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​Ansiedade: Brasil tem a maior taxa do mundo</title><description><![CDATA[Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgados no final de fevereiro apontam que 9,3% dos brasileiros sofrem de algum transtorno de ansiedade. Apesar de existirem diversos fatores que levam a esta condição, é possível identificar algumas das principais causas. A situação política e econômica do país, aliada à desigualdade, ao desemprego e à recessão, pode ser uma causa. Além dos fatores ambientais, como o estilo de vida conturbado dos grandes centros urbanos. O psicólogo Luciano<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_3aa728e7741c4ce983806aa5b18c68cf%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_352/c3b70d_3aa728e7741c4ce983806aa5b18c68cf%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Clube das Comadres</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/03/28/%E2%80%8BAnsiedade-Brasil-tem-a-maior-taxa-do-mundo</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/03/28/%E2%80%8BAnsiedade-Brasil-tem-a-maior-taxa-do-mundo</guid><pubDate>Tue, 28 Mar 2017 23:21:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_3aa728e7741c4ce983806aa5b18c68cf~mv2.jpg"/><div>Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgados no final de fevereiro apontam que 9,3% dos brasileiros sofrem de algum transtorno de ansiedade. Apesar de existirem diversos fatores que levam a esta condição, é possível identificar algumas das principais causas. A situação política e econômica do país, aliada à desigualdade, ao desemprego e à recessão, pode ser uma causa. Além dos fatores ambientais, como o estilo de vida conturbado dos grandes centros urbanos. O psicólogo Luciano Passianotto, especialista nas áreas de depressão, dependências e terapia de casal, explica que a ansiedade é uma reação natural do nosso organismo, que busca adaptá-lo para uma situação de estresse, como uma luta ou uma fuga. “Ela se torna patológica quando o corpo reage de forma descompensada e desproporcional a esse estímulo ou reage na ausência de um estímulo”, afirma o especialista.</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_d05b1efd566d489db4872e61fa119380~mv2.jpg"/><div>Ansiedade: tratamentos indicados Condições como o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), transtorno de ansiedade generalizada e fobias, incluindo fobia social e síndrome do pânico, têm as mesmas origens do transtorno de ansiedade. “Todas elas têm mais ou menos essas características. Mas cada um é associado a questões ou situações específicas e apresenta sintomas diferentes”, explica. Uma maneira de tratar a ansiedade é a psicoterapia. É possível identificar a origem e os gatilhos das situações que geram ansiedade, permitindo que se estabeleçam estratégias para que o paciente lide melhor com ela. Já os medicamentos, como antidepressivos e ansiolíticos, são ministrados para tratar os sintomas gerados pelo transtorno. O psicólogo explica que a associação da psicoterapia com os medicamentos tem melhores resultados, uma vez que a primeira trata das causas e a segunda, dos sintomas. “Embora mais prático, as pessoas não podem acreditar que serão curadas tratando somente os sintomas”, adverte.Maior causa de afastamento do trabalho</div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_d9e412214db1431e9c3e5b1decf0f8a1~mv2.jpg"/><div>A ansiedade pode afetar pessoas de todas as idades, sendo necessário estudar quais são as técnicas mais apropriadas para tratar crianças, adolescentes, adultos ou pessoas na terceira idade. “É fundamental entender as diferenças nos seus sintomas e desenvolver diagnósticos e tratamentos mais eficazes e específicos para cada fase da vida”, aconselha Luciano. Há quem não encare com seriedade a ansiedade e outros transtornos, incluindo os próprios governos. Por conta disso, a OMS escolheu a depressão para ser o tema de uma campanha internacional. E, assim, chamar atenção para a condição “As doenças psicológicas são uma das maiores causas de afastamento do trabalho. São responsáveis pelo aumento no risco de suicídios e ainda são vistas com preconceito, principalmente por aqueles que não as compreendem”, comenta Luciano. “A ansiedade patológica provoca níveis de prejuízo altíssimos afetando o dia a dia de quem sofre. Por isso, precisa ser tratada”, finaliza.</div><div>Veja o artigo publicado <a href="http://www.clubedascomadres.com.br/bem-estar/saude/ansiedade-sintomas-tratamento/">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​Bullying: Lei cria Programa Nacional de Combate à Intimidação Sistemática</title><description><![CDATA[Há 20 dias entrou em vigor no país a lei que cria o Programa Nacional de Combate à Intimidação Sistemática, que pretende prevenir e combater a prática do bullying especialmente nas escolas. De acordo com a lei, o objetivo não é punir os agressores, mas sim oferecer mecanismos que promovam a mudança do comportamento hostil. A criação da norma reacende o debate sobre o bullying, classificado no texto como os atos de violência física ou psicológica que ocorrem de maneira intencional, repetitiva e<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_25caf3edcd40475aa766f22f253cb2b7%7Emv2.png/v1/fill/w_626%2Ch_417/c3b70d_25caf3edcd40475aa766f22f253cb2b7%7Emv2.png"/>]]></description><dc:creator>Dino para Exame.com</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/03/14/%E2%80%8BBullying-Lei-cria-Programa-Nacional-de-Combate-%C3%A0-Intimida%C3%A7%C3%A3o-Sistem%C3%A1tica</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/03/14/%E2%80%8BBullying-Lei-cria-Programa-Nacional-de-Combate-%C3%A0-Intimida%C3%A7%C3%A3o-Sistem%C3%A1tica</guid><pubDate>Tue, 14 Mar 2017 10:30:12 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_25caf3edcd40475aa766f22f253cb2b7~mv2.png"/><div>Há 20 dias entrou em vigor no país a lei que cria o Programa Nacional de Combate à Intimidação Sistemática, que pretende prevenir e combater a prática do bullying especialmente nas escolas.  De acordo com a lei, o objetivo não é punir os agressores, mas sim oferecer mecanismos que promovam a mudança do comportamento hostil. A criação da norma reacende o debate sobre o bullying, classificado no texto como os atos de violência física ou psicológica que ocorrem de maneira intencional, repetitiva e sem motivação evidente. Pode ser praticado por uma pessoa ou por grupos, visando a intimidação e a agressão, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes. Casos de pessoas que são sistematicamente perseguidas, em especial crianças e adolescentes, acontecem todos os dias – e o fenômeno parece ter se tornado uma epidemia mundial nos últimos anos. De acordo com Luciana Barros de Almeida, presidente da Associação Brasileira de Psicopedagogia, ABPp LINK! http://www.abpp.com.br/, o problema é antigo, mas hoje fica mais evidente por conta da internet, além de ser potencializado por mudanças nas características da sociedade. “Vivemos uma era onde o individualismo prevalece”, diz Luciana. O resultado, segundo a especialista, são crianças e jovens que procuram reafirmar a si mesmos através da diminuição do outro.Entendendo o agressor O comportamento agressivo pode começar ainda na infância. Mesmo crianças pequenas podem começar a perseguir os colegas, dar apelidos, ressaltar “defeitos” dos outros. No entanto, segundo o psicólogo clínico Luciano Passianotto, é difícil avaliar esse perfil em crianças com menos de cinco anos.“Ela [a criança] ainda está desenvolvendo sua capacidade de sentir empatia e de compreender as consequências de alguns dos seus atos”, afirma. Isso significa que um desvio ou outro podem acontecer, mas com a devida orientação dos pais, tendem a ser corrigidos. Conforme a criança cresce, porém, alguns sinais podem indicar problemas mais graves. Segundo Passianotto, comportamentos inadequados de forma repetida, quebra deliberada de regras, mentiras, ação violenta com pessoas ou animais, falta de tolerância com as frustrações e tentativas de manipular e acobertar desvios devem acender o sinal de alerta dos pais. Esses casos podem, de acordo com a psicóloga Cynthia Wood, da clínica Crescendo e Acontecendo, indicar transtornos que precisam ser tratados com um profissional. “Existem casos de crianças com algum transtorno de conduta, com áreas do cérebro ligadas ao comportamento inibitório comprometida. Para estas o diagnóstico e tratamento precoce são muito importantes”, diz Cynthia Wood. Outros problemas, além dos transtornos, podem também levar ao comportamento agressivo por parte da criança. “Existem fatores genéticos, neurológicos e bioquímicos que levam uma criança ou adolescente a ter um comportamento mais agressivo, mas em muitos casos essa tendência pode ser reflexo da experiência ou do ambiente”, ressalta Passianotto. Esse comportamento pode ser alimentado pelo sentimento de negligência, quando a criança pratica as agressões para “chamar a atenção” dos pais, e também como repetição daquilo que é observado dentro de casa. Se os pais costumam rotular a criança, chamando-a de “burra”, por exemplo, ela pode passar a copiar esse comportamento, tornando-se agressora. “Como forma de defesa ela pode tentar reverter papeis, vitimando aqueles à sua volta”, diz Wood. Em outros casos, podem acabar tendo a autoestima tão abalada que acabam por aceitar os rótulos, tornando-se vítimas. “A criança pode se “acomodar” com esse rótulo, aceitando-o, não havendo portanto motivação para o desenvolvimento das qualidades criticadas”, afirma a psicóloga. E as vítimas? As vítimas de bullying podem sofrer diversas consequências após a agressão, que, se não tratadas, podem ser levadas por toda a vida. O resultado são adultos inseguros, com baixa autoestima, ou agressivos, numa tentativa de reverter a situação. “O bullying pode causar transtornos de personalidade, por conta da angústia e do sofrimento, problemas de aprendizagem e também comportamentais”, afirma a psicopedagoga Quézia Bombonatto, diretora da ABPp. Identificar que o problema está ocorrendo e fazer uma intervenção o mais rápido possível é o melhor caminho para evitar que o problema chegue a essa dimensão. Para isso, é preciso que os pais estejam atentos ao comportamento dos filhos e que se mostrem sempre abertos ao diálogo, alimentando a conexão entre as duas partes. “Passar a evitar ir à escola ou mesmo falar sobre ela, mudança no humor, evitar certas pessoas, aparecer com ferimentos ou hematomas sem explicação, ter problemas para dormir e mesmo começar a apresentar comportamentos agressivos podem indicar que a criança está sofrendo bullying”, explica Luciana Barros de Almeida, presidente da ABPp.  Uma vez identificado que a criança está sofrendo bullying, os pais devem procurar a escola, que é uma importante mediadora de conflitos. Em alguns casos, pode ser preciso procurar a ajuda de um profissional.</div><div> “A estratégia para superar ou reverter essa situação é diferente dependendo de cada caso, mas um trabalho de conscientização sobre as qualidades e defeitos da criança é um excelente primeiro passo para se elaborar formas de lidar com a situação”, explica Cyntia Wood.O papel da escola Para Quézia Bombonatto, a escola tem papel fundamental na prevenção e no combate ao bullying. “O papel do educador e da escola é trabalhar a conscientização do que é o bullying, o quanto ele é prejudicial e diferenciar que o agressor também é um problema, não só a vítima” diz. “Deve-se trabalhar prevenção e conscientização.” Para reverter o problema, ela defende que o educador avalie cada caso e converse com os todos os lados – e não só com a vítima. “A primeira coisa é conversar com o agressor e com a vítima. Com o agressor, ver quais as motivações. O agressor é tão problemático quanto a vítima. O professor precisa conversar, ver, sondar, diagnosticar a situação do agressor”, explica Luciana. “O professor também precisa buscar na vítima do bullying qual o papel dele, por que ele chegou a esse papel permissivo, não conseguiu se colocar ou se posicionar diante do grupo.” Mas além dessas duas partes, há ainda uma terceira: aqueles que assistem. “Os que assistem são passivos mas coniventes, muitas vezes por medo de se tornarem as próximas vítimas. É preciso sondá-los também, e fazer um diagnóstico do grupo”, diz a especialista.</div><div>Leia o atrigo original <a href="http://exame.abril.com.br/negocios/dino/bullying-lei-cria-programa-nacional-de-combate-a-intimidacao-sistematica-dino89085914131/">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>10 erros muito comuns na vida dos casais: Veja se você comete e como evitar</title><description><![CDATA[Relacionamentos exigem maturidade, paciência e a capacidade de se colocar no lugar do outro. Qualidades que sempre conseguimos desenvolver a tempo de salvá-los de uma crise. Veja a seguir os dez comportamentos mais letais à relação, segundo especialistas, e pare enquanto é tempo. 1. Diferenças antes eram toleradas, mas depois... No começo do relacionamento, a chamada fase do encantamento, acontece uma espécie de idealização do par. “É comum que um projete no outro o modelo ideal de parceiro e<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_937685d107c34b35bc8089f9ce168420%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_352/c3b70d_937685d107c34b35bc8089f9ce168420%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Melissa Diniz Do UOL</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/01/01/10-erros-muito-comuns-na-vida-dos-casais-Veja-se-voc%C3%AA-comete-e-como-evitar</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/01/01/10-erros-muito-comuns-na-vida-dos-casais-Veja-se-voc%C3%AA-comete-e-como-evitar</guid><pubDate>Fri, 10 Mar 2017 10:17:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_937685d107c34b35bc8089f9ce168420~mv2.jpg"/><div>Relacionamentos exigem maturidade, paciência e a capacidade de se colocar no lugar do outro. Qualidades que sempre conseguimos desenvolver a tempo de salvá-los de uma crise. Veja a seguir os dez comportamentos mais letais à relação, segundo especialistas, e pare enquanto é tempo.1. Diferenças antes eram toleradas, mas depois... No começo do relacionamento, a chamada fase do encantamento, acontece uma espécie de idealização do par. “É comum que um projete no outro o modelo ideal de parceiro e passe a relevar com certa frequência aquilo que não agrada”, explica o terapeuta de casais Luciano Passianotto. Mas isso não tende a ser duradouro. “Com o passar do tempo, o nível de tolerância diminui e a disposição para fazer concessões também, então as diferenças começam a aparecer”, afirma o psicoterapeuta. O problema também é sinal de falta de empatia, diz Miriam Barros, psicoterapeuta de casal e família. “Há pessoas que só conseguem focar em si mesmas, suas necessidades e desejos. É preciso enxergar e ouvir o outro, além de saber validar seus gostos e vontades. É preciso entender que o outro sempre será diferente, ainda que tenha conosco muitas afinidades. E diferente não significa ruim”, explica. Quem vê o que não gosta, mas finge que não vê, diz Miriam, muitas vezes embarca na ideia que com o tempo vai mudar o outro. “Tem muita gente que se casa acreditando nessa ilusão. O outro só muda se e quando quiser.”2. Imaginar que o par vai te completar? Furada Tem muita gente que acredita no mito da alma gêmea, metade da laranja ou tampa do caldeirão. Mas, cuidado, isso é furada. “Este é um erro comum muito visto nos consultórios. Algumas pessoas têm a sensação de que só estarão felizes e completos na presença do outro. Acham também que ficar sozinho é muito ruim. Aí, quando a relação termina, fica um vazio enorme e a pessoa cai depressão”, diz Miriam. O desafio é estar bem consigo mesmo sempre, até para que o outro não sirva de tampão. Na opinião de Passianotto, isso acontece porque muitos procuram no outro uma maneira de terceirizar a responsabilidade por aquilo que não conseguem fazer. “Muita gente gosta de ter um parceiro que tenha características opostas para tentar equilibrar-se. O tímido procura alguém extrovertido para sair mais. O gastador quer um par controlado nas finanças”, explica. 3. Usar a ameaça de divórcio durante as brigas Além de ser jogo baixo, com a finalidade de desestabilizar o outro, esse tipo de ameaça acaba por perder o efeito quando se torna repetitiva, sem nunca chegar às vias de fato. “Essa é uma jogada muito perigosa, principalmente quando se transforma em chantagem. Antes de ameaçar, pense nas consequências de um divórcio, sobretudo nas relações mais estáveis. O impacto na família, nas finanças e no lado emocional é grande, por isso, não use esse argumento a menos que ele seja para valer”, indica o psicólogo. Para Miriam, esse tipo de argumento costuma ser usado por quem é manipulador. “São pessoas que se sentem mais poderosas imaginando que o outro está em suas mãos. Muitas vezes é uma resposta do par autoritário a algum tipo de mudança no comportamento daquele que não quer mais ser manipulado. Vendo sua independência, ameaça. O pior é que, com medo de perder, muitos cedem.”4. Problematizar demais</div><div>Diálogo é fundamental em qualquer relação e não há como fugir de algumas discussões que podem, aliás, ser bastante saudáveis para o casal. O problema é quando tudo se transforma em motivo para discutir. “Isso é um sintoma de que o... </div><div>continue lendo a <a href="https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/01/04/os-10-erros-mais-comuns-na-vida-dos-casais-sera-que-voce-comete-algum.htm">matéria aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​Sexo começa fora da cama</title><description><![CDATA[Hábitos e acontecimentos corriqueiros que, aparentemente, não têm nada a ver com a libido do casal podem interferir significativamente na performance sexual. Confira abaixo dez atitudes, listadas no site mulher.uol, fora da cama que podem melhorar a sua vida sexual. TROCAR ELOGIOS: um afago no ego é sempre bem-vindo, não é mesmo? Vale tudo, desde as razões mais simples até as mais complexas. Exemplos? Falar bem da roupa escolhida pelo par para sair ou trabalhar, comentar que o prato do jantar<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_d0cfdd8af9d24cd886d31facf8b5079b%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Portal Parnaíba</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/02/22/%E2%80%8BSexo-come%C3%A7a-fora-da-cama</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/02/22/%E2%80%8BSexo-come%C3%A7a-fora-da-cama</guid><pubDate>Wed, 22 Feb 2017 11:48:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_d0cfdd8af9d24cd886d31facf8b5079b~mv2.jpg"/><div>Hábitos e acontecimentos corriqueiros que, aparentemente, não têm nada a ver com a libido do casal podem interferir significativamente na performance sexual. Confira abaixo dez atitudes, listadas no site mulher.uol, fora da cama que podem melhorar a sua vida sexual.TROCAR ELOGIOS: um afago no ego é sempre bem-vindo, não é mesmo? Vale tudo, desde as razões mais simples até as mais complexas. Exemplos? Falar bem da roupa escolhida pelo par para sair ou trabalhar, comentar que o prato do jantar estava ótimo, dizer que adora a maneira com que brinca com as crianças ou faz determinada coisa (que não tenha a ver com sexo). “Elogios mostram ao outro que você repara nele”, afirma a terapeuta sexual Carla Cecarello, fundadora da ABS (Associação Brasileira de Sexualidade). “Gentileza gera gentileza em um relacionamento e isso fortalece cada vez mais a intimidade do casal. Com isso, a chance de melhorar a vida sexual é bem maior, pois há entrega de ambos”, completa Ricardo Desidério, psicoterapeuta e terapeuta sexual de Londrina (PR) | Por Heloísa Noronha, do UOL, em São Paulo.FAZER CARINHOS SEM SEGUNDAS INTENÇÕES: certos casais, principalmente aqueles que estão juntos há muito tempo, às vezes nem percebem que só trocam carícias quando querem transar. É no dia a dia, porém, que as atitudes afetuosas sem intenções sexuais somam pontos na vida a dois e, consequentemente, melhoram a interação na cama. “Carinhos que não estejam vinculados ao sexo são excelentes para a relação. Uma passadinha de mão nas costas, um afago com as mãos no rosto ou em torno dos lábios, uma piscadinha, uma mexida no cabelo, dedos entrelaçados… Tudo isso dá aquela levantada no astral do casal e mostra que nem tudo é sexo no relacionamento”, diz a terapeuta sexual Carla Cecarello.CUIDAR E GOSTAR DO PRÓPRIO CORPO: nenhum dos dois precisa se parecer com modelos de revista ou atores de TV para ser sexy aos olhos do outro. “O apelo sexual está muito mais em como você se encara e como lida com o sexo do que com a sua aparência”, diz o terapeuta de casal Luciano Passianotto, de São Paulo (SP), que recomenda fortalecer a própria autoestima no dia a dia para se sentir mais atraente e confiante, o que, obviamente, resulta em momentos mais satisfatórios na cama. “Uma alimentação equilibrada e exercícios físicos ajudam a ter um melhor condicionamento físico para a prática do sexo, além de aumentar níveis de hormônios que produzem uma sensação de relaxamento e bem-estar”, explica Luciano.DIVIDIR TAREFAS DOMÉSTICAS: um estudo conduzido em 2011 pela Universidade Riverside, na Califórnia (EUA), chegou à conclusão de que os homens que lavam a louça têm melhor vida sexual e que as mulheres tendem a sentir mais atração sexual por parceiros que compartilham as tarefas domésticas. A explicação é simples: a percepção feminina sobre a igualdade entre os gêneros fica mais apurada e satisfeita e, portanto, há menos conflito. “Todo casal deve ser cúmplice na vida diária. Dividir tarefas domésticas e compartilhar da educação dos filhos é responsabilidade de ambos”, declara a sexóloga Carmen Janssen, membro da Sbrash (Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana). “Quando todos contribuem, ambos se sentem mais valorizados e satisfeitos. Com reconhecimento e menos estresse, a hora do sexo tende a ser muito melhor”. Segundo a terapeuta sexual Carla Cecarello, é fundamental prestar atenção quando o outro está se sentindo sobrecarregado nas funções diárias ou em uma fase de muito trabalho e oferecer ajuda, em vez de simplesmente esperar que o parceiro peça auxílio.TER INTERESSES INDIVIDUAIS: algumas pessoas pensam que o casal deve fazer tudo junto, ter os mesmos amigos, abrir mão de hobbies que gostava de praticar antes de conhecer o parceiro e até dos antigos amigos. Limitar a vida do outro é insensato e ter a pretensão de querer ser tudo em sua vida é uma atitude infantil. “O prazer da vida não se resume ao sexo ou a um relacionamento afetivo. É importante que o casal tenha projetos em comum, mas que continue a investir em seus projetos individuais. Somos seres livres e para que o sexo seja bom, precisamos estar de bem com a vida e nos sentir realizados”, explica a sexóloga Carmen Janssen. A liberdade de ser quem somos e de fazer o que gostamos não deve ser cerceada pelo outro. Isso gera insatisfação e essa conta será cobrada mais cedo ou mais tarde. “E esse tipo de atitude, com o tempo, acaba influenciando na intimidade”, afirma Carmen.NÃO CAIR NA ARMADILHA DAS “OCASIÕES ESPECIAIS”: aproveitar o momento presente e transformar cada dia em um dia especial é uma tarefa árdua, que exige esforço e comprometimento, mas que pode valer muito a pena (e trazer novo gás à relação e ao sexo). Pare de esperar uma ocasião especial para usar a roupa mais bonita do armário, chega de economizar aquele perfume maravilhoso, não deixe as louças sofisticadas mofando na cristaleira à espera de visitas… Por que não tornar as coisas simples da rotina mais bonitas, usando, por exemplo, os talheres de prata e as taças de cristal para curtir uma pizza com vinho assistindo diante da TV? “Tudo que torne os momentos a dois inovadores pode surtir um efeito espantoso e sugestivo para o outro”, de acordo com a terapeuta sexual Carla Cecarello. Cena do filme Romance (Guel Arraes, 2008)APOSTAR NO DESCONHECIDO: viver coisas novas nos tira da zona de conforto e dá fôlego extra para encarar a rotina. Com a pessoa amada, então, a sensação de prazer e bem-estar pode ser em dobro. “Sejam parceiros também fora da cama, investindo em experiências diferentes que estimulem a amizade e a confiança e que melhorem o relacionamento entre vocês. Isso aumenta as chances de terem uma vida sexual mais satisfatória”, diz o terapeuta de casal Luciano Passianotto. Descobrir novas formas de se divertir a dois é um bom começo. Ideias? Participar de aulas de dança, trocar o restaurante habitual por um especializado em pratos exóticos, ouvir juntos um CD de uma banda desconhecida, praticar um esporte radical a dois etc.PLANEJAR VIAGENS: compartilhar planos e projetos é uma maneira gostosa de aumentar a intimidade. Se envolver o planejamento de uma viagem, então, pode ficar ainda mais animador. “Mesmo que ela não aconteça tão rápido, imaginar os lugares que irão visitar, o que irão vestir, onde irão comer, assim como o que farão juntos no quarto de hotel, são ações que podem levá-los a várias fantasias”, fala Ricardo Desidério, psicoterapeuta e terapeuta sexual de Londrina (PR). Antecipar os momentos tórridos certamente vai elevar a libido às alturas.ENVIAR TORPEDOS: sim, eles são clichê. Mas quem disse que os clichês não são eficazes? Mandar mensagens ao longo do dia para quem se ama é uma forma simples de demonstrar interesse, carinho, preocupação e até de desejo. “Eu acho uma saída muito interessante para apimentar a vida sexual do casal”, comenta o psicoterapeuta e terapeuta sexual Ricardo Desidério. “Durante o dia, envie algumas mensagens fazendo sugestões para noite ou relembrando a última transa”, sugere. “Frases de duplo sentido nunca falham, pois deixam um suspense no ar”, diz a terapeuta sexual Carla Cecarello.ESTUDAR SOBRE O TEMA: o sexo entre vocês é incrível? Ótimo, mas sempre dá para melhorar. Aprender sobre o assunto nunca é demais. Isso é possível através de conversas com amigos, da leitura de obras eróticas ou sobre relacionamento, do acesso a sites com conteúdo adulto ou que tenha reportagens sobre amor e sexo, como o UOL. “Filmes também ajudam a ter ideias de situações, contextos ou posições que excitam. Busque assistir e apontar coisas que você toparia, o que tem vontade e nunca experimentou, o que poderia fazer de outro jeito… Visitar sex shops também rende boas ideias”, fala o terapeuta de casal Luciano Passianotto. Porque sexo começa fora da cama!</div><div>Ver o artigo original publicado <a href="http://parnaibacriativa.com.br/index.php/2015/03/23/sexo-comeca-fora-da-cama/">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Cynthia e Luciano Passianotto no Programa Todo Seu com Ronnie Von</title><description><![CDATA[Cynthia Wood Passianotto e Luciano Passianotto no quadro Conselheiro Sentimental do Programa Todo Seu do Ronnie Von na TV Gazeta, respondendo perguntas sobre relacionamento enviadas pelos telespectadores.<img src="http://img.youtube.com/vi/kP40R_SGniE/mqdefault.jpg"/>]]></description><dc:creator>TV Gazeta</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/02/09/Cynthia-e-Luciano-Passianotto-no-Programa-Todo-Seu-com-Ronnie-Von</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/02/09/Cynthia-e-Luciano-Passianotto-no-Programa-Todo-Seu-com-Ronnie-Von</guid><pubDate>Thu, 09 Feb 2017 10:05:28 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/kP40R_SGniE"/><div>Cynthia Wood Passianotto e Luciano Passianotto no quadro Conselheiro Sentimental do Programa Todo Seu do Ronnie Von na TV Gazeta, respondendo perguntas sobre relacionamento enviadas pelos telespectadores.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O impacto da internet nas relações humanas</title><description><![CDATA[Entrevista para o Programa Cotidiano da Rádio Nacional de Brasília com comentários do psicólogo clínico Luciano Passianotto sobre o impacto da internet nas relações humanas.<img src="http://img.youtube.com/vi/gzF5EHqFZPo/mqdefault.jpg"/>]]></description><dc:creator>Programa Cotidiano</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/02/08/O-impacto-da-internet-nas-rela%C3%A7%C3%B5es-humanas</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/02/08/O-impacto-da-internet-nas-rela%C3%A7%C3%B5es-humanas</guid><pubDate>Wed, 08 Feb 2017 11:34:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gzF5EHqFZPo"/><div>Entrevista para o Programa Cotidiano da Rádio Nacional de Brasília com comentários do psicólogo clínico Luciano Passianotto sobre o impacto da internet nas relações humanas.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O impacto da internet nas relações humanas</title><description><![CDATA[Entrevista para o Programa Cotidiano da Rádio Nacional de Brasília com comentários do psicólogo clínico Luciano Passianotto sobre o impacto da internet nas relações humanas.<img src="http://img.youtube.com/vi/gzF5EHqFZPo/mqdefault.jpg"/>]]></description><dc:creator>Rádio Nacional | Programa Cotidiano</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/02/04/O-impacto-da-internet-nas-rela%C3%A7%C3%B5es-humanas</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/02/04/O-impacto-da-internet-nas-rela%C3%A7%C3%B5es-humanas</guid><pubDate>Sat, 04 Feb 2017 10:14:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gzF5EHqFZPo"/><div>Entrevista para o Programa Cotidiano da Rádio Nacional de Brasília com comentários do psicólogo clínico Luciano Passianotto sobre o impacto da internet nas relações humanas.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Namorados: como melhorar o relacionamento</title><description><![CDATA[Depois de algum tempo juntos, a vida sexual dos casais pode começar a desapontar. Quando passa o momento inicial em que tudo é novidade e a curiosidade ocupa a maior parte do tempo do casal é preciso tomar algumas atitudes para não cair na rotina. Mas, diferente do que pode se pensar, não é apenas com brinquedinhos e novas posições que se quebra a monotonia. É necessário também que o casal se dedique fora da cama. Neste Dia dos Namorados, Revista Regional buscou dicas do psicólogo Luciano<img src="http://static.wixstatic.com/media/0c2fd0_578e12d224ad40e696ecfe86be8df269%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_418/0c2fd0_578e12d224ad40e696ecfe86be8df269%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Revista Regional</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/01/28/Namorados-como-melhorar-o-relacionamento</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/01/28/Namorados-como-melhorar-o-relacionamento</guid><pubDate>Sat, 28 Jan 2017 19:32:43 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0c2fd0_578e12d224ad40e696ecfe86be8df269~mv2.jpg"/><div>Depois de algum tempo juntos, a vida sexual dos casais pode começar a desapontar. Quando passa o momento inicial em que tudo é novidade e a curiosidade ocupa a maior parte do tempo do casal é preciso tomar algumas atitudes para não cair na rotina. Mas, diferente do que pode se pensar, não é apenas com brinquedinhos e novas posições que se quebra a monotonia. É necessário também que o casal se dedique fora da cama. Neste Dia dos Namorados, Revista Regional buscou dicas do psicólogo Luciano Passianotto de como as atitudes fora da cama podem melhorar vida sexual. Confira:Sejam parceiros também fora da cama: “Quanto melhor for o relacionamento entre os parceiros, maiores as chances deles terem uma vida sexual mais satisfatória. Amizade, cumplicidade e confiança tornam todas as experiências mais prazerosas, inclusive as sexuais. Intimidade, concessões mútuas e se importar em dar e receber prazer são muito importantes para melhorar a qualidade do sexo, e difíceis de conseguir de quem não é tão próximo”, inicia o psicólogo.Surpreenda seu par: “Surpreender seu par na cama ajuda muito a melhorar sua vida sexual, mas não é sobre isso que estou falando. Ações que fogem da rotina do casal costumam despertar a vontade no outro levando a momentos mais intensos. Uma mensagem durante o trabalho com um convite para ‘algo especial’, um jantar diferente sem motivo com a sugestão da ‘sobremesa’, chegar com uma garrafa de vinho para celebrar os ‘781 dias’ que vocês se conhecem… Seja sensual e abuse da criatividade”, destaca.É importante, então dedique seu tempo: “Tempo é cada vez mais escasso e precioso, mas deixar para ‘quando der’ vai acabar priorizando outras necessidades e compromissos e a vida sexual do casal ficará em segundo plano. Marquem ‘encontros’ para sair ou só para ficarem juntos, e reservem tempo para capricharem no ambiente, no visual, nas preliminares e no sexo sem pressa. Não dá por causa das crianças? Todos podem adorar se eles passarem uma noite com os avós. Sem chance? Que tal uma babá e uma fuga para um motel? Independentemente de onde e como, não se esqueçam de desligar os telefones.”Cuide e goste do seu corpo: “Você não precisa se parecer com os modelos das revistas ou outdoors para ser sexy. O apelo sexual está muito mais em como você encara e como faz sexo do que na sua aparência. Pessoas com boa autoestima são mais atraentes e mais confiantes na cama, tendendo a ter uma vida sexual mais satisfatória. Isso não quer dizer que você possa descuidar do seu corpo. Uma dieta equilibrada e exercícios físicos ajudam a ter um melhor condicionamento físico para a prática do sexo, além de aumentar seus níveis de noradrenalina, serotonina e dopamina, que produzem uma sensação de relaxamento e bem-estar muito bem vinda.”Autoconhecimento e comunicação: “Conheça bem seu corpo e suas zonas erógenas, e isso vai muito além de órgãos genitais. Note os pontos em todo o seu corpo que te dão prazer, masturbe-se, experimente, busque conhecer seus limites. Deixe a timidez de lado e peça o que sabe que gosta. Busque também conhecer seu par, do que e como gosta. Seja flexível e não tenha medo quando algo novo é sugerido, mas recuse algo que sabe que não gosta. Conversar sobre sexo tornam os parceiros mais íntimos e suas relações mais prazerosas.”Valorize suas fantasias: “Todos têm fantasias sexuais, busque conhecer as suas e as de quem está com você. A forma mais óbvia de descobrir e compartilhar fantasias é conversando sobre o assunto, mas algumas ações podem facilitar. Filmes eróticos podem dar ideias de situações, contextos ou posições que te excitam. Busque assistir e apontar coisas que você toparia, o que você tem vontade e nunca faz, ou uma cena que mais te excitou, lembrando que o objetivo não é ‘copiar’. Visitar sex shops juntos também rende bons insights.”Separe o amor do sexo: “Muita gente diz que sexo para ser bom precisa ter amor e isso leva a algumas confusões. Transar com a pessoa que você ama pode ser melhor, mas sexo e amor são impulsos bem diferentes, e durante o sexo deve-se aproveitar a sedução e a experiência com a pessoa que você ama de forma carnal, mesmo que em algum momento isso soe luxúria ou vulgar. Quando não se está transando (que é a maior parte do tempo) deve-se aproveitar o romantismo, o carinho e o amor de forma plena. Aprenda a separar estas coisas e aproveitar ambas melhor”, finaliza o psicólogo. MAIS: Luciano Passianotto é psicólogo clínico, especialista no atendimento de jovens, adultos e casais. Site: http://www.passianotto.com/</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="http://revistaregional.com.br/portal/?p=8068">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​4 DICAS PARA ENCARAR OS PROBLEMAS DO DIA A DIA</title><description><![CDATA[Não importa o quão planejada seja nossa rotina: ter problemas é inevitável. E quando aparecem, devemos saber nos portar diante deles, sem deixar que os pequenos se tornem verdadeiras bolas de neve e que os grandes nos impeçam de seguir com nossas vidas. "A vida da gente é constituída de muitas situações problemas e elas têm uma função positiva que é justamente nos levar a tomar decisões e escolher as coisas que vão dar rumo para nossa existência", diz a terapeuta familiar e professora da PUC-SP,<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_3867eef3ef8f49e5a3d2f9ebdcd1b1e9%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_360/c3b70d_3867eef3ef8f49e5a3d2f9ebdcd1b1e9%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Vila Mulher</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2016/12/29/%E2%80%8B4-DICAS-PARA-ENCARAR-OS-PROBLEMAS-DO-DIA-A-DIA</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2016/12/29/%E2%80%8B4-DICAS-PARA-ENCARAR-OS-PROBLEMAS-DO-DIA-A-DIA</guid><pubDate>Thu, 29 Dec 2016 10:30:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_3867eef3ef8f49e5a3d2f9ebdcd1b1e9~mv2.jpg"/><div>Não importa o quão planejada seja nossa rotina: ter problemas é inevitável. E quando aparecem, devemos saber nos portar diante deles, sem deixar que os pequenos se tornem verdadeiras bolas de neve e que os grandes nos impeçam de seguir com nossas vidas. &quot;A vida da gente é constituída de muitas situações problemas e elas têm uma função positiva que é justamente nos levar a tomar decisões e escolher as coisas que vão dar rumo para nossa existência&quot;, diz a terapeuta familiar e professora da PUC-SP, Rose Macedo. A seguir, algumas dicas para levar uma vida mais leve, mesmo com os problemas:1- Saia da posição de vítima A primeira atitude a se tomar para lidar com problemas, segundo o psicólogo Luciano Passianotto, é sair da inércia. &quot;Algumas pessoas não se movem diante dos problemas porque acham que, no momento, eles incomodam pouco, o que contribui para que problemas pequenos virem grandes problemas. Outras preferem lamentá-los ao invés de resolvê-los .&quot;, diz Luciano. Não sinta dó de si mesmo, não seja teimoso, vaidoso, ou orgulhoso, e não tenha vergonha de pedir ajuda ou de mudar de opinião. Foque na resolução e no ganho e não no problema em si.2- Seja realista e positivo Ser realista é essencial na hora de resolver problemas. Eles podem ser encarados como bons ganchos emocionais na hora de superar desafios ou aproveitar oportunidades, mas precisam ter sua complexidade avaliada da maneira correta para que a pessoa não sinta que foi perda de tempo o esforço investido neles, nem que eles são tão complexos que não possuem uma solução. &quot;Se compreendemos que um problema não é mais do que uma situação que pode ser ouvida, que para tudo tem uma solução, não vamos sofrer&quot;. A dica, segundo a dra. em psicologia, é &quot;não entrar em pânico, olhar as coisas de frente e aceitar que são situações que precisam ser resolvidas&quot; Para reverter problemas de forma efetiva as pessoas precisam ser pragmáticas e realistas. Devemos manter o foco no ganho pela solução do problema e não no problema em si ou a complexidade da sua resolução. Quando focamos neste ganho acabamos naturalmente pensando em alternativas de uma forma mais positiva.3- Estabeleça prioridades Alguns problemas podem ser grandes, mas necessitam, muitas vezes, de uma resolução menos urgente do que outros pequenos, que podem crescer se colocados de lado. Por isso, é aconselhável optar primeiro pela resolução de problemas importantes e urgentes. Além disso, medir as consequências das atitudes que tomamos em relação aos problemas podem evitar que surjam outros.4- Faça um plano Problemas exigem eficácia na hora de resolvê-los. &quot;O primeiro passo é encarar e reconhecer o tamanho do problema e o quanto ele o afeta. O segundo passo é conhecer be m esse problema, como ele funciona, seus detalhes e seu pontos fracos. Por fim, escolher a &quot;ferramenta&quot; correta para resolver o problema&quot;, explica Rose Macedo. As ferramentas utilizadas da resolução podem ser de diferentes ordens, como mudar de hábitos, abrir a mente para novos pontos de vista ou promover parcerias com terceiros para sanar as dificuldades. Definir os problemas com clareza, traçar um plano para solucioná-los, executá-lo e analisar suas consequências é essencial para evitar que outros surjam e se acumulem.</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="http://vilamulher.uol.com.br/bem-estar/motivacao/4-dicas-para-encarar-os-problemas-do-dia-a-dia-613598.html">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Luciano Passianotto no quadro Conselheiro Sentimental com Ronnie Von</title><description><![CDATA[Luciano Passianotto e Priscilla de Sá no quadro Conselheiro Sentimental do Programa Todo Seu do Ronnie Von na TV Gazeta, respondendo perguntas sobre relacionamento enviadas pelos telespectadores.<img src="http://img.youtube.com/vi/8ghJ1HEd8rg/mqdefault.jpg"/>]]></description><dc:creator>TV Gazeta</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2016/12/13/Luciano-Passianotto-no-quadro-Conselheiro-Sentimental-com-Ronnie-Von</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2016/12/13/Luciano-Passianotto-no-quadro-Conselheiro-Sentimental-com-Ronnie-Von</guid><pubDate>Tue, 13 Dec 2016 10:20:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/8ghJ1HEd8rg"/><div>Luciano Passianotto e Priscilla de Sá no quadro Conselheiro Sentimental do Programa Todo Seu do Ronnie Von na TV Gazeta, respondendo perguntas sobre relacionamento enviadas pelos telespectadores.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Queremos criar nossos filhos como nossos pais fizeram?</title><description><![CDATA[Os pais de hoje em dia têm a criação deles como base e referência para criar os próprios filhos. Isso só prova que os tempos mudaram Educar, criar e amar um filho é uma das tarefas mais complexas na vida e, acredite, não existe modelo pronto ou receita de bolo que diga o certo e o errado na criação. Tem intuição, tem desejos e, principalmente, tem a referência: nossos pais. Você já parou para pensar se quer criar seu filho da mesma maneira que seu pai criou você? Pois se era comum escutar nossos<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_bfa34d1aed5141059d0dcc6bf4283e02%7Emv2_d_1920_1278_s_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Portal 1000 dias do Bebê</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2017/05/08/Queremos-criar-nossos-filhos-como-nossos-pais-fizeram</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2017/05/08/Queremos-criar-nossos-filhos-como-nossos-pais-fizeram</guid><pubDate>Sat, 08 Oct 2016 10:39:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_bfa34d1aed5141059d0dcc6bf4283e02~mv2_d_1920_1278_s_2.jpg"/><div>Os pais de hoje em dia têm a criação deles como base e referência para criar os próprios filhos. Isso só prova que os tempos mudaram</div><div> Educar, criar e amar um filho é uma das tarefas mais complexas na vida e, acredite, não existe modelo pronto ou receita de bolo que diga o certo e o errado na criação. Tem intuição, tem desejos e, principalmente, tem a referência: nossos pais. Você já parou para pensar se quer criar seu filho da mesma maneira que seu pai criou você? Pois se era comum escutar nossos pais reclamando da educação proibitiva que tiveram, essa nova leva de pessoas, nascidas na década de 80, acompanha o movimento de Elis Regina quando diz que “vivemos como nossos pais”. Eles admiram, elogiam e se inspiram em seus pais, mesmo que não concordem com exatamente todas as decisões que ele tomou. “Meu pai pouco participou das minhas atividades na infância. Sou rigoroso, mais enérgico do que meu pai foi comigo e sou amoroso e presente, como minha mãe era. Incentivo meus filhos a serem felizes fazendo o que gostam. Terão meu apoio se for algo que não apresente perigo e seja saudável”, conta Paulo Figueiredo, 38, gerente de projetos. Para o psicólogo Luciano Passianotto, a melhor maneira é passar um pente fino no que recebemos como educação e criação. “Os pais de hoje em dia têm sua própria criação de base para decidir como criar seus filhos, mas isso não quer dizer que farão tudo igual nem tudo diferente. Eles têm uma tendência a reproduzir comportamentos dos quais concordam e evitar comportamentos dos quais discordam”, acredita. Claro que as mudanças de gerações têm que ser levadas em conta. O papel da mulher, no geral, mudou e o homem está sendo meio obrigado a acompanhar essa mudança, fato que os difere de seus pais e avós. Isso torna os pais de hoje mais presentes na criação dos filhos do que os de antigamente. E quando se está mais presente, a convivência é maior, a compreensão de algumas coisas também fica mais fácil. No caso de Daniel Barreal, 37, publicitário, pai de Júlia, 5, os exemplos que recebeu dos paissão influências fortes na criação da filha. &quot;Minha mãe sempre gostou das coisas muito certas, ela sempre quis criar um mundo melhor para o mundo e não um mundo melhor para o filho. Quando a Juju nasceu, isso veio muito forte na minha mente e é isso que eu tento fazer. Tento criar uma cidadã melhor para mundo. Filhos são esponjas que absorvem tudo que veem. Daí a educação dos pais é de extrema importância&quot;, acredita. Para o engenheiro civil Flávio Sarli, 41, transmitir os valores que aprendeu com o pai é o mais importante. Ele admite que a educação dada pelo progenitor é inspiração para criar o filho, Flávio, 6 anos. “Me inspiro no meu pai, mas mudo em alguns pontos, sim. Procuro ser mais flexível do que ele foi, mas sem perder a firmeza. Provavelmente, no resto, somos parecidos. Tento passar da forma mais clara possível valores como honestidade, caráter, disciplina, perseverança, humildade, etc”, conta. E você? O que torna seu pai tão admirável?</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="http://www.mildiasdobebe.com.br/e-vez-do-pai/queremos-criar-nossos-filhos-como-nossos-pais-fizeram">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​Pais também sentem os sintomas da gravidez</title><description><![CDATA[Enjoos, ganho de peso e até dores nas costas são bem comuns em homens enquanto as parceiras estão grávidas Seios inchados, cólicas, enjoos, tonturas e emoções à flor da pele. Quem repara nesses sintomas não demora muita descobrir que é gravidez na certa. E muita gente acha injusto apenas as mães passarem por isso, afinal o filho é dos dois e os pais passam ilesos pelos incômodos da gravidez. Não é bem assim, caros! Alguns pais também têm a sorte (ou azar) de sentirem esses sintomas. “Logo que<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_fad45af6b38d4dddb4b5ebfb17b3a7c1%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_326/c3b70d_fad45af6b38d4dddb4b5ebfb17b3a7c1%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>É a vez do pai</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2016/10/02/%E2%80%8BPais-tamb%C3%A9m-sentem-os-sintomas-da-gravidez</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2016/10/02/%E2%80%8BPais-tamb%C3%A9m-sentem-os-sintomas-da-gravidez</guid><pubDate>Sun, 02 Oct 2016 20:34:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_fad45af6b38d4dddb4b5ebfb17b3a7c1~mv2.jpg"/><div>Enjoos, ganho de peso e até dores nas costas são bem comuns em homens enquanto as parceiras estão grávidas Seios inchados, cólicas, enjoos, tonturas e emoções à flor da pele. Quem repara nesses sintomas não demora muita descobrir que é gravidez na certa. E muita gente acha injusto apenas as mães passarem por isso, afinal o filho é dos dois e os pais passam ilesos pelos incômodos da gravidez. Não é bem assim, caros! Alguns pais também têm a sorte (ou azar) de sentirem esses sintomas. “Logo que soubemos da gravidez da Carol, chegaram os enjoos matinais dela. Em menos de uma semana, eu estava igual, me sentido nauseado e evitando vários alimentos. Nunca tive esse tipo de problema antes. Quando contava para as pessoas que também sentia enjoos, achavam que era frescura da minha parte”, conta Renato Teixeira, 34, pai de Mariana, 3. Não é frescura não, Renato! Isso é mais do que possível. Aliás, chama-se Síndrome de Couvade, também conhecida como Síndrome dos Pais Grávidos. Segundo relatos e pesquisas, mais de 50% dos pais apresentam essa síndrome, com sintomas variados, como dores nas costas, desejos e até ganho de peso. “Quando a Clara engravidou, ela tinha muito desejo de frutas geladas. Queria comer tudo gelado, principalmente no final da noite. E eu, no embalo, acabava comendo com ela. Quando essas vontades passaram, eu continuei na onda. Sei lá se foi um costume, mas só queria comer frutas se estivessem geladas”, conta Fabio Fontes, 29, pai de Pietra,1. Claro que tudo isso tem fundo emocional e os médicos acreditam que os sintomas resultam de uma ação psicossomática, ou seja, o corpo reflete a transformação emocional, ansiedade de ser pai e ainda a forte ligação com a mãe. A princípio, isso não é uma doença e é passageiro. Mas se algum sintoma persistir, é bom procurar um especialista para analisar a fundo. Além dos sintomas da gravidez, os próprios hormônios masculinos entram em ebulição nessa fase. “Estudos recentes apontam um</div><div>a redução nos níveis de testosterona e estradiol (responsáveis por funções sexuais) enquanto suas parceiras estão grávidas. Entretanto essas mudanças são reflexos de transformações mais importantes, que são as emocionais”, conta o psicólogo Luciano Passianotto. Ainda segundo o especialista, quando um homem está realmente envolvido na gravidez, ele instintivamente nota seu novo papel de protetor e acolhedor. Essas quedas hormonais também estão ligadas a um comportamento menos agressivo e mais complacente. Ou seja, esse é o seu organismo se preparando para ser pai!</div><div>Veja o artigo original pubçicado <a href="http://www.mildiasdobebe.com.br/e-vez-do-pai/pais-tambem-sentem-os-sintomas-da-gravidez">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​Pais de hoje em dia querem ser amigos dos filhos</title><description><![CDATA[Nova pesquisa mostra que mais da metade dos pais da geração Yconsidera a amizade algo importante na relação Você, que é pai de uma criança pequena ou será pai em breve, como vê a relação que tem com seu filho? Parece que os homens que se tornam pais nessa década querem, na verdade, ser melhores amigos dos filhos. Esse conceito é muito mais forte do que apenas acompanhar o desenvolvimento de perto. Essa foi a conclusão tirada por um estudo realizado pela The Family Room LLC com famílias<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_a7aab8208eb041138bafddfd72b14e5a%7Emv2_d_2313_1456_s_2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_394/c3b70d_a7aab8208eb041138bafddfd72b14e5a%7Emv2_d_2313_1456_s_2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Portal 1000 dias do Bebê</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2016/10/02/%E2%80%8BPais-de-hoje-em-dia-querem-ser-amigos-dos-filhos</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2016/10/02/%E2%80%8BPais-de-hoje-em-dia-querem-ser-amigos-dos-filhos</guid><pubDate>Sun, 02 Oct 2016 10:35:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_a7aab8208eb041138bafddfd72b14e5a~mv2_d_2313_1456_s_2.jpg"/><div>Nova pesquisa mostra que mais da metade dos pais da geração Yconsidera a amizade algo importante na relação Você, que é pai de uma criança pequena ou será pai em breve, como vê a relação que tem com seu filho? Parece que os homens que se tornam pais nessa década querem, na verdade, ser melhores amigos dos filhos. Esse conceito é muito mais forte do que apenas acompanhar o desenvolvimento de perto. Essa foi a conclusão tirada por um estudo realizado pela The Family Room LLC com famílias americanas em relação aos pais da geração Y (nascidos nos anos 80). No estudo, 54% dos entrevistados acreditam que levam uma relação de parceria e cumplicidade com os filhos, considerando-os como melhores amigos. Já na geração anterior (aquela, dos nossos pais), apenas 38% vê a amizade com os filhos como algo extremamente importante. Esse novo modelo de criação faz todo sentido para essa geração, também chamada de millenial. Nós, que visamos um crescimento rápido na carreira, não passamos longos anos no mesmo emprego e temos a internet como meio de relacionamento, fomos criados com mais liberdade, diálogo e menos regras. Nossos pais têm uma veia revolucionária, participaram de movimentos políticos e culturais, como os hippies e os rockers. Mas afinal, esse tipo de relação é ruim para pais e filhos? Não, contanto que as tarefas comuns de pai e mãe não sejam deixadas de lado. Pais ainda são os maiores educadores, não os professores, muito menos as babás e os avós. A hierarquia nunca deve ser esquecida. “Deve haver uma distinção clara entre amizade e liberdade. Os pais devem mostrar seu afeto e serem abertos e sinceros ao conversar com seus filho s, mas também têm a responsabilidade de estimular limites, ensinar regras, e para isso, precisam aprender a dizer “não” quando necessário e a ensiná-los a lidar com frustrações. Uma educaçãoaltamente permissiva para a manutenção do amor ou da amizade dos filhos é um erro”, acredita o psicólogo Luciano Passinotto. Para o gerente de projetos, Paulo Figueiredo, 38, a amizade é totalmente possível, mesmo impondo os limites e autoridade de pai. &quot;Eu tenho uma relação de amizade com meus dois filhos, Bruno, 17, e André, 12. Faço isso para eles receberem a minha orientação, pois sei que vão aprender na rua, então que aprendam da forma que eu acho certo.Não sei como será daqui alguns anos, mas acredito que dá pra continuar sendo amigo e impor a autoridade de pai com os limites que considero ideais para uma boa relação&quot;, conta. Já o publicitário André Montoro, 35, vê na amizade uma maneira de ganhar confiança da filha, Marina, 6. &quot;Sempre tive medo da Marina se afastar de mim quando crescesse, afinal, é menina e tem outros gostos. Então, desde pequena, comecei a fazer com que ela gostasse de passar algum tempo comigo, como amiga mesmo. Sento para brincar com ela como ela faz com as amigas. Levo ao salão, colo figurinhas, penteio as bonecas. Ela ainda é pequena para me ver como confidente, por exemplo, mas acho que isso é algo que se cultiva com o tempo e pretendo chegar lá. Quero ser a primeira pessoa com quem ela se abre e pede ajuda&quot;, finaliza.</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="http://www.mildiasdobebe.com.br/e-vez-do-pai/pais-de-hoje-em-dia-querem-ser-amigos-dos-filhos">aqui.</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Conselheiro Sentimental com Priscilla de Sá e Luciano Passianotto - Todo Seu</title><description><![CDATA[O Conselheiro Sentimental dessa semana ficou no comando dos queridões Priscilla de Sá e Luciano Passianotto.<img src="http://img.youtube.com/vi/u3DJQfxChkk/mqdefault.jpg"/>]]></description><link>https://www.passianotto.com/single-post/2016/09/29/Conselheiro-Sentimental-com-Priscilla-de-S%C3%A1-e-Luciano-Passianotto---Todo-Seu</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2016/09/29/Conselheiro-Sentimental-com-Priscilla-de-S%C3%A1-e-Luciano-Passianotto---Todo-Seu</guid><pubDate>Thu, 29 Sep 2016 18:26:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/u3DJQfxChkk"/><div>O Conselheiro Sentimental dessa semana ficou no comando dos queridões Priscilla de Sá e Luciano Passianotto. </div></div>]]></content:encoded></item><item><title>8 perguntas para fazer antes de viver sob o mesmo teto</title><description><![CDATA[Por mais afinidade e harmonia que haja quando cada um mora na própria casa, é na hora de viver sob o mesmo teto que a história de amor passa por sua maior prova de resistência. “Encarar a responsabilidade sobre a manutenção do ambiente a dois pode ser complicado se um dos envolvidos (ou ambos) não estiver disposto a fazer sua parte, o que inclui concessões, nessa nova jornada”, afirma o terapeuta familiar e de casal Luciano Passianotto, de São Paulo. A seguir, especialistas em relacionamento<img src="http://static.wixstatic.com/media/0c2fd0_bcc3051a672e48af974c6f039219f15e%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Heloísa Noronha para o Portal Uol</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2015/12/11/8-perguntas-para-fazer-antes-de-viver-sob-o-mesmo-teto</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2015/12/11/8-perguntas-para-fazer-antes-de-viver-sob-o-mesmo-teto</guid><pubDate>Mon, 12 Sep 2016 16:06:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0c2fd0_bcc3051a672e48af974c6f039219f15e~mv2.jpg"/><div>Por mais afinidade e harmonia que haja quando cada um mora na própria casa, é na hora de viver sob o mesmo teto que a história de amor passa por sua maior prova de resistência. “Encarar a responsabilidade sobre a manutenção do ambiente a dois pode ser complicado se um dos envolvidos (ou ambos) não estiver disposto a fazer sua parte, o que inclui concessões, nessa nova jornada”, afirma o terapeuta familiar e de casal Luciano Passianotto, de São Paulo.A seguir, especialistas em relacionamento listam oito perguntas para o casal considerar antes de tomar a decisão de viver junto. Fontes: Adelsa Cunha, psicóloga e psicodramatista e organizadora do livro “Por Todas as Formas de Amor” (Editora Ágora); Blenda de Oliveira, psicóloga clínica e terapeuta familiar e de casal; Luís Fernando Nieri de Toledo Soares, da SBPA (Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica) e filiado à IAAP (International Association for Analytical Pscychology); Márcia Tolotti, psicanalista, consultora em educação financeira e autora de “As Armadilhas do Consumo” (Editora Elsevier) e Rosicler Santos Bahr, psicóloga, terapeuta familiar e coordenadora do Intercef (Instituto de Terapia e Centro de Estudos da Família), em Curitiba.1 - O que significa, de fato, morar junto? O conceito precisa estar muito bem definido para os dois. Se a decisão é uma forma de casamento -- que acontece quando o relacionamento já dura um tempo e há compromisso claro de ambos os parceiros--, ela é o resultado da construção de um projeto comum. Agora, se for motivada por outros aspectos, como uma alternativa para rachar o aluguel, há pontos que precisam ser bem analisados antes da decisão. Quando surgirem as diferenças (e elas certamente aparecerão) qual será o combinado do casal? O insatisfeito pode se mudar ou ambos tentarão esgotar as possibilidades para resolver a situação, antes de optarem por dissolver a relação ou voltar ao patamar de apenas namorados? Por isso, é fundamental um diálogo claro.2 - A quem pertence o espaço? Uma coisa é os dois construírem juntos um espaço próprio. Outra é um morar na casa do outro. A decisão de morar junto implica na construção de um &quot;nós&quot;. Se uma das pessoas já mora sozinha, é preciso muita conversa para analisar o quanto desse lugar poderá ser do casal. Os dois terão direitos iguais? Se isso não fica claro desde o início, muitos problemas podem acontecer em pouco tempo.3 - Como o casal irá organizar o dia a dia? Toda convivência necessita de regras. E morar junto requer a administração de direitos e deveres de ambos os lados. Por isso, os acordos devem ser claros desde o começo. Assim será muito mais fácil evitar desgastes e aborrecimentos. Ao viver sozinho, é possível tomar decisões sem precisar pensar muito, como o quê e em que horário comer, quando limpar a casa e quando se divertir ou relaxar. Quando dividimos o teto com alguém, todas essas são decisões que precisam ser tomadas em conjunto. Pessoas diferentes têm hábitos diferentes e acreditar que o outro vá se adaptar ao seu modo de fazer as coisas é muita ingenuidade. É preciso estar ciente de que uma nova rotina que melhor acomode as necessidades do casal vai precisar ser desenhada e seguida.4 - Quais são as expectativas? É saudável que nenhum dos dois acredite que o cotidiano vai ser um eterno romance. Uma das queixas mais comuns dos casais é que o parceiro passou a ser outra pessoa após o relacionamento ficar mais sério. A decisão de morar juntos é um grande passo em um relacionamento amoroso. Tomá-la baseado naquilo que se acredita que o outro é enquanto se está apaixonado é um erro. Por isso, as pessoas precisam se conhecer realmente.5 - Como dividiremos as contas? O casal deve avaliar quais acordos financeiros permearão a decisão de morar juntos. Quem pagará o quê, como vão lidar com as despesas pessoais e o que farão com o excedente do salário são algumas das questões que devem ser ponderadas. Falar sobre finanças é uma forma de fortalecer a relação amorosa, uma vez que proporciona o respeito mútuo, eleva a cumplicidade, o estabelecimento dos limites e evita problemas financeiros que podem levar à separação.6 - Estou disposto a compartilhar minha intimidade? Morar com alguém é mais do que dividir a cama. É compartilhar a lavanderia e o banheiro. Morar sob o mesmo teto faz ainda com que as pessoas troquem mais ideias, confessem medos e preocupações e tracem objetivos a serem alcançados, aspectos que aproximam os casais e geram confiança e parceria. Você vai se expor mais. Parece assustador, mas pode ser gratificante e enriquecedor.7 - Conseguirei tolerar as diferenças? Conviver sob o mesmo teto é aguentar que o outro não abaixa a tampa da privada, não repõe o papel higiênico, deixa fios de cabelo pelo chão ou no boxe e, muitas vezes, nem dá descarga depois de usar o banheiro. É se deparar com realidades inesperadas em relação ao &quot;amor de sua vida&quot;, que se revela humano. É preciso maturidade para lidar com a verdadeira intimidade do dia a dia de um casal.8 - Um está pronto para lidar com o universo do outro? Uma das lições mais valiosas da arte de conviver é reconhecer a necessidade do outro de ficar sozinho em alguns momentos e exercitar sua individualidade --e também reivindicá-la para si. Na contramão dessa questão, estão as interações sociais. Embora seja natural que o casal se empolgue com a nova vida, a vida social é importante e ambos têm diferentes famílias e amigos. É bom ter isso em mente e combinar como vocês pretendem lidar com a questão.</div><div>VEJA A MATÉRIA ORIGINAL <a href="http://estilo.uol.com.br/comportamento/listas/8-perguntas-para-fazer-antes-de-viver-sob-o-mesmo-teto.htm">PUBLICADA AQUI</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Dicas para quem está em um relacionamento estável e pretende se casar</title><description><![CDATA[Entrevista para o Programa Cotidiano da Rádio Nacional de Brasília com dicas do psicólogo clínico Luciano Passianotto para quem está em um relacionamento estável e pretende se casar.<img src="http://img.youtube.com/vi/CURb2llYVLM/mqdefault.jpg"/>]]></description><dc:creator>Programa Cotidiano da Rádio Nacional de Brasília</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2016/09/10/Dicas-para-quem-est%C3%A1-em-um-relacionamento-est%C3%A1vel-e-pretende-se-casar</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2016/09/10/Dicas-para-quem-est%C3%A1-em-um-relacionamento-est%C3%A1vel-e-pretende-se-casar</guid><pubDate>Sat, 10 Sep 2016 16:13:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><iframe src="https://www.youtube.com/embed/CURb2llYVLM"/><div>Entrevista para o Programa Cotidiano da Rádio Nacional de Brasília com dicas do psicólogo clínico Luciano Passianotto para quem está em um relacionamento estável e pretende se casar.</div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​Como o corpo reage durante o orgasmo?</title><description><![CDATA[Dia 31 de julho se comemora o Dia do Orgasmo. O ponto máximo de um ato sexual ainda é pouco discutido e possui um certo tabu à sua volta, principalmente quando tratado no universo feminino. O processo que envolve o orgasmo vai muito além de estímulos físicos; a mente também precisa trabalhar para que o resultado seja o esperado: prazer e relaxamento. Entendendo “O orgasmo é uma sensação intensa de prazer que ocorre no ápice de uma experiência sensorial de excitação sexual”, explica o psicólogo<img src="http://static.wixstatic.com/media/0c2fd0_0450d26721974df79bd243db27f5b0f2%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Natalia Negretti para o Portal Alto Astral</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2016/09/09/%E2%80%8BComo-o-corpo-reage-durante-o-orgasmo</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2016/09/09/%E2%80%8BComo-o-corpo-reage-durante-o-orgasmo</guid><pubDate>Fri, 09 Sep 2016 20:37:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0c2fd0_0450d26721974df79bd243db27f5b0f2~mv2.jpg"/><div>Dia 31 de julho se comemora o Dia do Orgasmo. O ponto máximo de um ato sexual ainda é pouco discutido e possui um certo tabu à sua volta, principalmente quando tratado no universo feminino. O processo que envolve o orgasmo vai muito além de estímulos físicos; a mente também precisa trabalhar para que o resultado seja o esperado: prazer e relaxamento.Entendendo “O orgasmo é uma sensação intensa de prazer que ocorre no ápice de uma experiência sensorial de excitação sexual”, explica o psicólogo Luciano Passianotto. A ideia pode parecer simples, mas, para alcançá-lo, é necessário muito mais do que apenas o momento e a estimulação física. Apesar de ainda ser um assunto pouco explorado – principalmente entre pais e filhos (em especial, as meninas) –, o diálogo é fundamental, já que o prazer total só pode ser obtido por meio do autoconhecimento. Entender o próprio corpo parte da exploração dos pontos de prazer e, assim, atingir o orgasmo se tornará uma tarefa menos complicada.Chegando lá A falta de conhecimento do próprio corpo não é o único fator que dificulta o orgasmo. “Essa disfunção também pode ser de fundo orgânico ou psicológico. A anorgasmia, ou transtorno orgástico, causa uma inibição recorrente ou persistente do organismo durante a excitação sexual”, alerta Passianotto. Sua origem pode estar ligada a alterações ou lesões neurológicas e fatores biológicos ou psicológicos. Há outros distúrbios que influenciam diretamente (e negativamente) a não obtenção do prazer. Alguns exemplos são a dispareunia, que causa dores intensas durante o ato sexual; e o vaginismo, que contrai os músculos da vagina dificultando ou impedindo a penetração.O orgasmo pelo corpo Cérebro: “recebe as informações táteis das zonas erógenas do corpo (vagina, clitóris, ânus, seios, entre outras) por meio de neurotransmissores, e libera hormônios responsáveis pela sensação de relaxamento e prazer, como a adrenalina”, descreve o psicólogo Luciano Passianotto; Órgãos genitais: tornam-se mais irrigados pelos vasos sanguíneos e apresentam maior sensibilidade, caminhando para o ápice do prazer sexual; Respiração: fica mais rápida, porque o sangue necessita de mais oxigenação; Frequência cardíaca: há um aumento na frequência cardíaca e arterial; Músculos: se contraem e relaxam, por isso a presença de alguns tremores no momento. O corpo só se acalma após a liberação de endorfina.Você finge orgasmo? Uma pesquisa do Projeto de Sexualidade da Universidade de São Paulo (USP) aponta que cerca de 50% das mulheres brasileiras têm dificuldades para alcançar o auge do prazer. “Uma parcela significativa de mulheres brasileiras já fingiram chegar ao clímax e seus parceiros nunca perceberam. Mas seria ideal que elas se abrissem, conversassem sobre melhores posições, dias e preliminares. Tenho muitas pacientes que só conseguem ter um orgasmo ainda por meio de sexo oral e muitas vezes durante a relação essa etapa é esquecida”, diz Lelah Monteiro, educadora sexual e psicanalista.</div><div>Veja o artigo original publicado <a href="https://www.google.com/url?hl=pt-BR&amp;q=http">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>Quem estressa mais: filhos ou maridos?</title><description><![CDATA[5 situações que os maridos estressam mais que os filhos Pode reparar que, em muitas rodas de conversas femininas, as mulheres passam da lista de desafios da maternidade para as reclamações do marido em um pulo. Isso porque tem companheiro que estressa mais que um jardim de infância inteiro. Mas será mesmo? Sim! Segundo o psicólogo clínico Luciano Passianotto, isso é mais possível do que se imagina. “Para lidar com os filhos, mesmo com o primeiro deles, quando você ainda não tem experiência, tudo<img src="http://static.wixstatic.com/media/0c2fd0_c02a5cf9c14d4f8a8c4ccef924b95044%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_352/0c2fd0_c02a5cf9c14d4f8a8c4ccef924b95044%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Portal Disney Babble</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2016/09/06/Quem-estressa-mais-filhos-ou-maridos</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2016/09/06/Quem-estressa-mais-filhos-ou-maridos</guid><pubDate>Tue, 06 Sep 2016 16:26:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0c2fd0_c02a5cf9c14d4f8a8c4ccef924b95044~mv2.jpg"/><div>5 situações que os maridos estressam mais que os filhos Pode reparar que, em muitas rodas de conversas femininas, as mulheres passam da lista de desafios da maternidade para as reclamações do marido em um pulo. Isso porque tem companheiro que estressa mais que um jardim de infância inteiro. Mas será mesmo? Sim! Segundo o psicólogo clínico Luciano Passianotto, isso é mais possível do que se imagina. “Para lidar com os filhos, mesmo com o primeiro deles, quando você ainda não tem experiência, tudo segue um padrão, pode ser contornado com a ajuda de alguém experiente ou de um pediatra, o que dá uma sensação de certo controle. Já a relação com alguns maridos pode ser justamente o oposto disso”, explica o especialista. Tanto que a sensação de falta de controle sobre algumas situações é uma das principais causadoras do estresse na vida a dois.Isso acontece na sua casa? Você não está sozinha! “Desde que a gente namorava eu tinha que pegar no pé dele por causa da maneira de se portar. O Carlos tem um jeito meio bronco que é dele mesmo. Levanta da mesa enquanto eu estou comendo, coloca o pé nas paredes, dorme em qualquer lugar...”, conta Mariana S., 31, arquiteta, casada com Carlos há 3 anos. Já no caso de Camila P., 35, o marido não era motivo de estresse, mas virou depois que os filhos chegaram. “Tenho dois meninos, um de 3 e um de 5 anos. E quando chego do trabalho, os dois querem atenção. Eles querem conversar, contar da escola, tudo ao mesmo tempo. Se não bastasse, meu marido também entra na dança de querer falar... Parece que disputa a atenção com eles. Sério, são 5 minutos do dia que quero fugir para não aguentar aquele falatório todo”, conta a empresária, casada com Humberto há 10 anos. Marido tem conserto?<div>Os motivos não param por aí! Listamos as situações que mais estressam Mariana e Camila e, com ajuda de Passianotto, achamos um jeitinho de contornar a situação. Veja e inspire-se:</div>“Ele sempre diz que chega cansado do trabalho e, por ter trabalhado o dia todo, acha que não tem mais obrigações em casa”. É preciso entrar em acordo sobre quem faz o quê, mesmo quando cansados. Obrigações não podem ser negligenciadas, independentemente dos motivos. Uma dica é eleger as tarefas mais importantes e executá-las, de modo que as não tão urgentes, se não forem feitas na hora, não prejudiquem a rotina da família. O ideal é que os dois - marido e mulher - incorporem na rotina todos os afazeres domésticos, sem sobrecarregar um ou outro. Com o tempo, isso se tornará um costume e até as tarefas mais pesadas serão fáceis e naturais para os dois.“Ele sempre quer dormir até mais tarde, enquanto eu tenho que acordar cedo todos os dias por causa das crianças”. Ambos os pais têm os mesmos direitos e responsabilidades. E, sim, maridos costumam ser um pouco egoístas nesse sentido. Se está difícil negociar um equilíbrio no descanso, mude a estratégia. Que tal sair para dar uma volta durante as manhãs? Você espairece e ele terá que dar conta dos filhos de qualquer jeito.Com as crianças, consigo ter controle da situação; elas obedecem. O marido esquece as coisas que eu peço”. Crianças são muito menos complexas que os adultos e, em teoria, são mais fáceis de lidar. Os adultos têm outras atividades que consomem seu tempo e atenção, como a vida profissional, por exemplo. Esse universo complexo do outro é algo praticamente impossível de se controlar. Não tente também achar que terá o “controle da situação” com seu marido – essa é uma receita para a frustração. Vocês precisam ser parceiros e trabalhar juntos nesse desafio que é a vida familiar.“Ele nunca faz o que eu peço ou demora semanas, meses para fazer coisas simples, como trocar uma lâmpada, retocar a pintura da algum canto da casa...” Pessoas têm ritmos diferentes mas, nesses casos, a razão costuma ser uma diferente lista de prioridades. Provavelmente a questão está lhe incomodando muito mais do que a ele. Vocês precisam, então, conversar a respeito, compreender o que está sendo priorizado e o porquê. Analise se é mesmo tão urgente e seja sincera sobre os motivos e sobre o quanto aquilo lhe incomoda.“Ele sempre defende a família dele e, mesmo se vê algo errado que eles fazem, em relação a nossos filhos, não faz nada”.  Como o assunto envolve filhos e lhe incomoda, você tem total liberdade para se posicionar, sem esperar que ele o faça. Tome a iniciativa e boa sorte!</div><div> VEJA A MATÉRIA ORIGINAL <a href="http://disneybabble.uol.com.br/br/comportamento/quem-estressa-mais-filhos-ou-maridos">PUBLICADA AQUI</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>O segredo para manter a autoestima na gravidez</title><description><![CDATA[Fatores hormonais, às vezes, podem “derrubar” qualquer gestante. Veja como driblar esse efeito Autoestima durante a gravidez é um assunto bastante polêmico. Ok, a gente sabe que esse é um dos momentos mais mágicos da vida, mas no dia a dia, na vida real, a sensação pode ser bem diferente – e não apenas por uma questão física. Para Bianca Justiniano, 35 anos, tradutora, mãe de Francisco, 3, e grávida de 7 meses, a parte mais “chatinha” é o começo da gestação, quando a barriga ainda não está<img src="http://static.wixstatic.com/media/0c2fd0_a815733e00944df28d2a038e6bedced2%7Emv2.jpg/v1/fill/w_626%2Ch_352/0c2fd0_a815733e00944df28d2a038e6bedced2%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Portal Disney Babble</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2016/09/27/O-segredo-para-manter-a-autoestima-na-gravidez</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2016/09/27/O-segredo-para-manter-a-autoestima-na-gravidez</guid><pubDate>Sun, 04 Sep 2016 16:41:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/0c2fd0_a815733e00944df28d2a038e6bedced2~mv2.jpg"/><div>Fatores hormonais, às vezes, podem “derrubar” qualquer gestante. Veja como driblar esse efeito Autoestima durante a gravidez é um assunto bastante polêmico. Ok, a gente sabe que esse é um dos momentos mais mágicos da vida, mas no dia a dia, na vida real, a sensação pode ser bem diferente – e não apenas por uma questão física. Para Bianca Justiniano, 35 anos, tradutora, mãe de Francisco, 3, e grávida de 7 meses, a parte mais “chatinha” é o começo da gestação, quando a barriga ainda não está definida, mas você já começa a ganhar peso. “Me sentia gorda e não grávida. Mas depois que a barriga despontou, lá pelo final do quarto mês, foi mais fácil. Mesmo assim, minha autoestima oscila um pouco. Tem momentos que me sinto ótima! Outras vezes, me sinto feia e com saudades de usar algumas roupas que, obviamente, não estão servindo nesta fase”, revela. Tem um lado bom, segundo ela. “Acho que as pessoas tendem a ser mais carinhosas com as grávidas em geral, e isso ajuda bastante”, explica. Já no caso de Clarisse Medeiros, 32 anos, publicitária, mãe de Raul, 4 meses, o físico não foi um problema, mas sim a mudança no relacionamento com as pessoas. “O que fazia eu me sentir mal-amada era o ‘isolamento’, a restrição da vida social. Seus amigos não te chamam muito para sair, rola um tédio. Eu senti solidão, que mexeu muito mais com a cabeça do que as questões do corpo”, confessa. Ela conta que, no começo, teve medo de estrias e muito ganho de peso. “Mas acabei ganhando só 5 kg na gravidez inteira e nenhuma estria apareceu, então a cabeça acabou ficando mais tranquila”, afirma.  Tanto a mudança física de Bianca, como emocional de Clarisse (e de muitas outras mulheres) podem interferir na autoestima de uma grávida. Diante disso, ainda há a mudança no ciclo de vida, de se tornar mãe. “A gravidez é um período de mudanças físicas e psicológicas, variações hormonais, incertezas sobre o futuro, oscilações no humor... Isso tudo pode causar momentos de ansiedade e estresse”, explica o psicólogo Luciano Passianotto. Como ele pontua, a espera pelo primeiro bebê costuma ser a mais impactante, pois é quando há uma reflexão sobre sua própria identidade, deixando de ser filha e passando a ser mãe. Ainda de acordo com o especialista, ajuda bastante se a mulher se preparar para o que está por vir antes mesmo de engravidar. O primeiro ponto é o de se conscientizar sobre a transitoriedade do período de gestação. “Ela tem de entender que, embora seja necessário um período de adaptação após o parto, essa fase é temporária e que tudo poderá ser retomado após a gravidez”, esclarece o especialista. A gente sabe que ganho de peso, inchaço dos seios e retenção de líquidos costumam liderar a lista dos fatores físicos que alteram a autoestima. Por isso é importante manter uma frequência de atividades físicas apropriadas para cada fase da gestação, acompanhada por um profissional. “Ela também deve manter sua rotina de cuidados pessoais, como ir ao salão de beleza, e evitar mudanças drásticas na aparência, especialmente nos cortes de cabelo. Aproveitar os mimos da família e manter a rotina sexual também ajuda bastante a manter a autoestima lá em cima”, acredita Passianotto. Para Quezia Bombonatto, psicopedagoga e diretora da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPP), a mulher deve sempre se conectar com o significado de uma gravidez. “Agora, há uma vida dependendo dela. É fundamental sentir a capacidade de poder gerar uma criança, o quanto aquela gravidez a torna mais completa em termos biológicos. Isso pode fazer a mulher olhar não para as dificuldades e, sim, para as possibilidades que ela está tendo. É uma forma da mulher poder olhar para as transformações de seu corpo de uma forma agradável e sentir-se bonita”, finaliza. </div><div> VEJA A MATÉRIA ORIGINAL <a href="http://disneybabble.uol.com.br/br/saude-e-bem-estar/o-segredo-para-manter-autoestima-na-gravidez">PUBLICADA AQUI</a></div></div>]]></content:encoded></item><item><title>​A influência do pai na construção da vida afetiva da filha</title><description><![CDATA[Positivo ou negativo, o relacionamento entre pai e filha pode determinar como ela lidará com o amor e com a autoestima no futuro A memória mais marcante que a advogada Marina* tem de seus oito anos de idade não é o bolo de aniversário nem algum presente que tenha ganho, mas o fato de seu pai ter saído de casa no dia seguinte à festinha feita em casa. “Ele e minha mãe estavam separados de fato havia alguns meses, fiquei sabendo bem depois. Mas esperaram passar meu aniversário para não criar<img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_a007aded40b5463a801b987448f995a2%7Emv2.jpg/v1/fill/w_620%2Ch_350/c3b70d_a007aded40b5463a801b987448f995a2%7Emv2.jpg"/>]]></description><dc:creator>Raquel Paulino , especial para o iG | 08/08/2015 05:02</dc:creator><link>https://www.passianotto.com/single-post/2016/08/08/%E2%80%8BA-influ%C3%AAncia-do-pai-na-constru%C3%A7%C3%A3o-da-vida-afetiva-da-filha</link><guid>https://www.passianotto.com/single-post/2016/08/08/%E2%80%8BA-influ%C3%AAncia-do-pai-na-constru%C3%A7%C3%A3o-da-vida-afetiva-da-filha</guid><pubDate>Mon, 08 Aug 2016 10:59:00 +0000</pubDate><content:encoded><![CDATA[<div><img src="http://static.wixstatic.com/media/c3b70d_a007aded40b5463a801b987448f995a2~mv2.jpg"/><div>Positivo ou negativo, o relacionamento entre pai e filha pode determinar como ela lidará com o amor e com a autoestima no futuro A memória mais marcante que a advogada Marina* tem de seus oito anos de idade não é o bolo de aniversário nem algum presente que tenha ganho, mas o fato de seu pai ter saído de casa no dia seguinte à festinha feita em casa. “Ele e minha mãe estavam separados de fato havia alguns meses, fiquei sabendo bem depois. Mas esperaram passar meu aniversário para não criar climão para mim, que era filha única”, conta.</div><div> Ela lembra que a conversa dos pais com ela foi a mais convencional possível: “Eles disseram o básico, que não se amavam mais, mas continuavam me amando, e que tudo continuaria normal, só com o papai morando em outra casa”. Na prática, a realidade foi diferente. O pai, que já estava com outra, nem sempre aparecia nos dias em que deveria ficar com a filha e “praticamente sumiu” quando nasceu seu filho deste relacionamento. O resultado do afastamento do pai foi uma “armadura imaginária” que Marina construiu para si durante a adolescência e boa parte da vida adulta no que diz respeito aos relacionamentos amorosos. “Só percebi isso quando fui fazer análise, aos 29 anos, por causa de um princípio de esgotamento mental. O assunto amor veio à tona e me dei conta do estrago que meu pai havia me causado. Eu achava que todos os casamentos acabariam em infelicidade, então não me envolvia com ninguém. Até os 30 anos, o namoro mais longo que tive durou cinco meses. Ainda bem que consegui superar”, diz ela, que hoje tem 36 anos e está casada há um ano e meio com Pedro*, seu colega de profissão.Padrões negativos  De acordo com a psicóloga Carmen Cerqueira César, a forma como Marina se comportou por muitos anos é um dos caminhos mais comuns entre as mulheres que se veem deixadas de lado pelos pais. “Se o pai é péssimo, a menina achará que o modelo é esse, que casamento é sinônimo de desavenças. Ela ou se resignará, achando que é normal que todo relacionamento seja triste, ou rejeitará qualquer aproximação afetiva”, afirma. A autoestima dessas moças também fica comprometida, como explica o psicólogo comportamental Luciano Passianotto: “Por causa de um pai omisso, que esquece datas e não comparece a eventos, elas têm dificuldade para acreditar que o suporte de um parceiro seja possível. Passam também a se ver como pessoas desimportantes, ficam com a confiança abalada, principalmente da adolescência em diante”.Influências positivas  Por outro lado, pais com atitudes parentais positivas ajudam suas filhas a encarar o mundo com mais segurança e a entrar de cabeça em bons relacionamentos. “O pai surge na vida da menina como um separador do relacionamento fusional dela com a mãe. Uma garota que se sinta amada pelo pai estará apta para o resto do mundo, para a sociedade e para amar seus parceiros futuramente”, defende Célia. “E nem é preciso o pai e a mãe morarem na mesma casa”, argumenta Luciano, que prossegue: “Hoje, as famílias existem nos mais diversos modelos: casados, separados, famílias mosaico (quando o pai e a mãe, separados, casam pela segunda vez e têm filhos desses novos relacionamentos e todos se dão bem). O que importa é o convívio entre o pai e a filha ser bom e sólido, assim como é interessante o pai e a mãe mostrarem que são parceiros em relação à criação da menina, independentemente de serem casados”. Carmen concorda. “Uma coisa é o ex-marido, e outra é o pai. Pode ter sido um péssimo marido, mas não deixar nada a desejar como pai. Cabe à mãe, pela saúde emocional da filha, não passar a carga negativa que tem em relação a esse homem, não fazer a garota tomar suas dores. A filha pode saber a verdade sobre o que levou a uma separação, mas não ser colocada contra ele. Se ela vir um bom relacionamento entre os dois, terá mais chances de lidar bem com os vínculos amorosos, terá mais chances de ser feliz”, finaliza a psicóloga.Dicas para os pais melhorarem o relacionamento com as filhas:  Por não fazerem parte do universo feminino e, muitas vezes, não terem tido espaço para se aprofundar nele – especialmente se vieram de criações machistas –, alguns homens não sabem exatamente como afinar a relação com as filhas. Por isso, o psicólogo Luciano Passianotto dá algumas dicas para ajudar esses homens. - Busque fazer muitas atividades com ela E não se importe se é “programa para meninos”. Meninas podem ir a jogos de futebol, andar de skate no parque, pescar. O importante é ela se sentir confortável. E pode ter certeza: para ela, mais vale estar na companhia do pai do que a atividade em si. - Inteire-se sobre o universo feminino  Principalmente à medida que a menina cresce, seus interesses ficam bastante específicos. Leia as revistas que ela lê, ouça as músicas da banda favorita dela (e saiba quem são os integrantes), acompanhe o esporte favorito da sua filha. Isso fará você entende-la melhor. De bônus, vocês terão mais assunto para conversar. - Não fuja de nenhum assunto Menstruação? Sutiã? Namorado? Não importa o assunto, entre no papo quando sua filha quiser compartilhar algo mais pessoal que a atormente. Para isso, é bom estudar um pouco antes: entender como funciona o ciclo menstrual feminino, por exemplo, é uma boa. Uma busca na internet resolve facilmente essa questão. - Não esconda suas emoções  Nada de ser machão na frente de sua filha. Se algo que ela fizer lhe emocionar, pode chorar. Durante a adolescência, ela provavelmente dirá que você está pagando o maior mico, mas no fundo ela estará bem feliz com o pai participativo que tem. *Os nomes foram alterados para resguardar a identidade da entrevistada.</div><div> Veja o artigo original <a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2015-08-08/a-influencia-do-pai-na-construcao-da-vida-afetiva-da-filha.html"></a>publicado <a href="http://delas.ig.com.br/comportamento/2015-08-08/a-influencia-do-pai-na-construcao-da-vida-afetiva-da-filha.html">aqui</a></div></div>]]></content:encoded></item></channel></rss>